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BOLETIM INFORMATIVO - MARÇO/2006


NOTÍCIAS


Prefeito deposto de Buenos Aires vai recorrer.

O prefeito de Buenos Aires destituído hoje pela Assembléia Legislativa da cidade, Aníbal Ibarra, assegurou que irá recorrer da decisão que o afastou do cargo por "mau desempenho de suas funções"...
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Creció el desempleo en la Capital Federal en 2005.

La ciudad de Buenos Aires y La Plata fueron los dos únicos aglomerados urbanos donde el desempleo aumentó durante 2005, según los datos de la Encuesta Permanente de Hogares (EPH) correspondientes al cuarto trimestre del año anterior, que hoy...
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Máxima seguridad en la logística de bananas.

Buenos Aires se convirtió en una buena opción para los exportadores bolivianos de esa fruta, que es vigilada desde su cosecha por temor al narcotráfico... Leia Mais


Nuevo régimen de origen.

Desde el 26 de febrero último, todos los certificados de origen del Mercosur -herramienta regulatoria del comercio intrarregional- deben ajustarse a los dispuesto por el 44° Protocolo Adicional al Acuerdo de Complementación Económica (ACE) N° 18, ratificado por Brasil, la Argentina, Uruguay y Paraguay... Leia Mais


Argentina pode prolongar vigência de restrições à venda de carne ao exterior, avisa ministra.

OAs restrições à exportação de carne da Argentina poderão se estender por mais tempo se a queda nos preços não chegar ao consumidor, advertiu nesta segunda-feira a ministra da Economia do país, Felisa Miceli... Leia Mais


Aproveitamos para dar as boas vindas aos mais novos membros associados à Câmara, são


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A Eagle Global Logistics - EGL foi fundada em 1984 e se tornou rapidamente uma das maiores empresas de transporte doméstico dos EUA. Dentre seus serviços está o transporte internacional e doméstico por ar, terra ou água, além de serviços de importação e exportação. Hoje, atua em cerca de 100 países com mais de 400 escritórios e conta com o apoio de 9 mil colaboradores.

HOTEL PESTANA. O Grupo Pestana, cuja origem remonta a 1972, desenvolve a sua atividade principalmente no sector do Turismo, tendo ainda interesses na Indústria e nos Serviços. Hoje em dia o Grupo Pestana é claramente o maior grupo português no sector do Turismo. O processo de internacionalização está em curso existindo já presenças consolidadas no Brasil, Moçambique, África do Sul, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Argentina.

Guillermo Dan Perez Vera.


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Confira as oportunidades de negócios publicadas através de nosso serviço de divulgação de oportunidades comerciais, visitando nossa página na internet: www.camarbra.com.br

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A Câmara de Comércio Argentino - Brasileira de São Paulo assina acordos comerciais com as seguintes empresas:

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Para mais informações sobre estas parcerias entrar em contato pelo telefone: 3842-6667 ou por e-mail: camarbra@camarbra.com.br




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Não é intenção de nossa entidade enviar e-mails indesejáveis,
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Prefeito deposto de Buenos Aires vai recorrer

O prefeito de Buenos Aires destituído hoje pela Assembléia Legislativa da cidade, Aníbal Ibarra, assegurou que irá recorrer da decisão que o afastou do cargo por "mau desempenho de suas funções" no caso do incêndio de uma discoteca que causou dezenas de mortes há pouco mais de um ano.

"Vamos à Justiça, pelo povo e com o povo", destacou Ibarra, minutos depois de saber do veredicto anunciado pelo tribunal do Legislativo da capital argentina. Junto com seus advogados, Julio César Strassera, Julio Golodny e Juan Carlos Castejón, Ibarra afirmou: "Isto não termina hoje nem aqui. Nosso compromisso com Buenos Aires continua inalterável".

O incêndio da discoteca República Cro-Magnon deixou 194 mortos na noite de 30 de dezembro de 2004; as vítimas - cincluindo crianças e bebês - morreram pisoteadas e queimadas. As portas da boate estavam fechadas por cadeados.

A destituição foi aprovada por dez votos da comissão julgadora, de um total de 15. Foram atribuídas a Ibarra omissões no controle e inspeção das danceterias da capital argentina.

Jorge Telerman, vice-prefeito em exercício, permanecerá à frente da prefeitura de Buenos Aires. Telerman assumiu em novembro passado, quando começou o julgamento.

Ibarra, de centro-esquerda, iniciou seu mandato em 2000. Ele se declara inocente e argumenta que sua destituição não passa de uma jogada da direita argentina, de olho nas próximas eleições para a capital, no ano que vem.

Dezenas de familiares das vítimas da tragédia celebraram a decisão na porta do Parlamento.

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Creció el desempleo en la Capital Federal en 2005

La tasa de desocupación subió del 7,6% en el cuarto trimestre de 2004 al 8% en el mismo período de 2005; el conurbano bonarense y Mar del Plata, las zonas con mayor cantidad de desocupados del país

La ciudad de Buenos Aires y La Plata fueron los dos únicos aglomerados urbanos donde el desempleo aumentó durante 2005, según los datos de la Encuesta Permanente de Hogares (EPH) correspondientes al cuarto trimestre del año anterior, que hoy difundió el Instituto Nacional de Estadísticas y Censos (Indec).

En la Capital, la desocupación pasó del 7,6 por ciento en los últimos tres meses de 2004 al 8 por ciento a fines del año anterior. A su vez, en La Plata y sus adyacencias, en el mismo período, aumentó del 10,9 por ciento al 11,5. Buenos Aires sigue siendo, aun con esta suba, una de las regiones con menor índice de desocupación de la Argentina -junto con el Gran Mendoza (6,3%) y el Gran Córdoba (8,7%)- y es, además, el área con la mayor tasa de empleo: 50,1 por ciento.

Estos tres aglomerados son, además, los únicos en el país donde el desempleo se ubica por debajo de un dígito. Vale hacer una aclaración: en todos los casos las cifras incluyen a los beneficiarios de planes sociales entre las personas con empleo.

Las mejores ciudades, al menos en los términos de este indicador, fueron Río Gallegos y San Luis, que encabezan la nómina con la menor desocupación, al registrar ambas un 1,2 por ciento.

El otro costado. Del otro lado de la balanza, el conurbano bonaerense continúa siendo la región del país con los peores índices: la desocupación terminó en el 12,1 por ciento el año anterior y la subocupación -que agrupa a las personas que trabajan menos de 45 horas por semana- en el 14,4 por ciento, la más alta de la Argentina.

En tanto, Mar del Plata y Batán registraron a fines del año anterior la mayor tasa de desocupación del país: 12,2 por ciento.

Cerca del dígito. Los datos definitivos de la EPH confirmaron que el desempleo en todo el país cayó al 10,1 por ciento en el último trimestre de 2005, dos puntos menos que un año atrás. De mantenerse el crecimiento económico, este año la tasa de desocupación, considerando a los beneficiarios del Plan Jefes y Jefas de Hogar como empleados, ´se ubicaría en un dígito.

Pero más allá de las perspectivas para este año, los datos revelan que aún existen en la Argentina 2.365.000 personas con problemas de empleo, de las cuales 1.087.000 personas no tienen trabajo.

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Máxima seguridad en la logística de bananas

Buenos Aires se convirtió en una buena opción para los exportadores bolivianos de esa fruta, que es vigilada desde su cosecha por temor al narcotráfico

Esta es una historia de bananas y narcotraficantes, enmarcada en una geografía de escaso desarrollo y profusa pobreza. Comienza en Chapare, en el oriente boliviano, y es un digno relato latinoamericano. Provincia del departamento de Cochabamba, Chapare es una de las zonas más lluviosas del mundo, lo que hace a su tierra igualmente buena para el cultivo de la coca y el plátano. Por eso, desde aquí se exportan al mundo ambas especies y, a veces, se mezclan.

Hasta ahora, la historia era conocida y remitía a un problema interno del país hermano. Hasta que el presidente Evo Morales tiró la primera piedra: "Hay empresarios que monopolizan la exportación de plátano; los que camuflan droga son los que exportan a la Argentina", dijo. Morales hizo estas declaraciones poco después de que, el mes pasado, fuera secuestrado en Buenos Aires un contenedor con 753 kilogramos de cocaína disfrazada en un cargamento de bananas.

Tremendo juicio de un primer mandatario sobre las empresas de su país movilizó a todas las fuerzas de seguridad, que pusieron manos en las cajas de banana, cortaron cadenas de frío, hicieron perder miles de dólares y afectaron a las empresas argentinas que prestan servicios de logística a los productores bolivianos de la especie.

Es que el puerto de Buenos Aires se volvió competitivo para los envíos de algunos productos del vecino país a Europa. Entre ellos madera, palmitos y... bananas. Para los productores, los amarraderos alternativos son Iquique (Chile) y Nazca (Perú) que, aunque geográficamente más cerca, no tienen la oferta de tráficos que presenta el mayor puerto argentino. Además, por el Atlántico los tiempos de tránsito son menores.

Fuentes empresariales bolivianas sostienen que la frase de Evo Morales, en realidad, fue una venganza contra algún productor enfrentado con quienes bloquearon caminos en la última crisis institucional de esa república. Piquetes que supo encabezar el entonces líder cocalero y actual presidente.

Erradicar sospechas

Tras esta experiencia y para erradicar las sospechas, los exportadores de bananas de Bolivia decidieron dotar a sus envíos de las máximas medidas de seguridad: las frutas son vigiladas por la policía antinarcóticos local desde que son empaquetadas en la finca, durante su transporte en camión o por el ferrocarril y hasta que llegan a la frontera argentina, al paso Salvador Maza-Yacuiba. Allí, funcionarios de las aduanas de ambos países -que fueron especialmente entrenados para controlar el producto sin deteriorarlo- hacen sus verificaciones. Luego, hasta Buenos Aires, la carga viaja 40 horas en contenedores refrigerados, con termógrafo para verificar la cadena de frío.

De hecho, la semana pasada llegó al puerto de Rotterdam el primer embarque de 960 cajas exportado desde la Argentina -más precisamente desde Exolgan- por Bolibananas SRL, una firma que factura casi un millón de dólares anuales. La operación logística, que implicó un primer contenedor de 40 pies, fue coordinada por la firma Transmar y utilizó el servicio de la naviera CMA CGM. El destino final de la fruta, que según dicen sus transportistas está en muy buenas condiciones, es París.

"Este fue un primer embarque, pero el comprador está interesado en cuatro contenedores semanales y hay una proyección de crecimiento que podría llegar hasta diez contenedores. El volumen del negocio está en la cantidad que se pueda enviar porque el precio es pequeño y el mayor costo está en el manipuleo y transporte, por lo que deben enviarse muchas toneladas", explicó Emilio Martínez, de Transmar.

El empresario destacó las posibilidades que se abrirían para las empresas de servicios de la Argentina "si el grueso de la madera, banana, palmitos y otros productos bolivianos salieran por nuestros puertos". Y eso aunque haya que vigilar los productos, según de qué se trate, desde que se cortan de la planta.

Es que el comercio exterior del subcontinente no es ajeno al realismo mágico que le es propio y que va y vuelve de la realidad a la literatura. En este sector, lo aparentemente irreal o extraño también puede ser algo común y cotidiano.

Por José Crettaz
De la Redacción de LA NACION


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Nuevo régimen de origen

Entró en vigor el 44° Protocolo Adicional, que unifica una normativa clave para el intercambio intrarregional. Beneficios y desafíos para el sector

Desde el 26 de febrero último, todos los certificados de origen del Mercosur -herramienta regulatoria del comercio intrarregional- deben ajustarse a los dispuesto por el 44° Protocolo Adicional al Acuerdo de Complementación Económica (ACE) N° 18, ratificado por Brasil, la Argentina, Uruguay y Paraguay hace poco más de un año. Esta disposición, incorporada a los ordenamientos legales internos de cada país, estructuró los requisitos que deben tener los productos para ser considerados originados en el bloque.

La certificación de origen es la declaración escrita expedida por la autoridad competente del lugar en el que se originaron las mercancías objeto de operaciones aduaneras. Esta disposición del Mercosur, refrendada en la Asociación Latinoamericana de Integración (Aladi), redefine las normas del bloque para la calificación y determinación del producto originario, emisión de los certificados de origen, verificación, control y sanciones.

El nuevo régimen, que unificó una regulación tremendamente enmarañada, se estructura en dos partes: una general -prevista en el artículo 3° de este protocolo- y otra para mercaderías con requisitos específicos -contenida en un anexo- . "El Anexo I del 44° Protocolo Adicional se dedica exclusivamente a esos requisitos específicos de origen, para mercaderías taxativamente mencionadas. A esos productos no puede aplicárseles el régimen general. Sin embargo, no es sencillo porque esta lista de mercaderías con requisitos específicos se armó sobre la base de la Nomenclatura Común de 2002. Y en los últimos años surgieron nuevas posiciones, que no están contempladas, y desaparecieron otras", explicó Carlos Canta Yoy, asesor del Centro Despachantes de Aduana (CDA).

En concreto, los despachantes se enfrentan al problema de que hay mercaderías que tienen una posición arancelaria nueva, pero que en la lista de este régimen figuran con una posición antigua: "La gran pregunta es si sigue teniendo requisito específico. Estrictamente no, pero la intención era que lo tuviese. Conclusión: todas estas cosas se terminan resolviendo con la discrecionalidad de la Aduana y allí ya sabemos lo que puede pasar", agregó Canta Yoy.

Identificación

En el campo N° 13 del certificado de origen -formulario previsto en el protocolo- deberán identificarse las mercaderías de acuerdo con el nuevo régimen. ¿Qué pasa con los casos que no presenten requisitos especiales?

l Los productos vegetales o animales y sus derivados siempre que hayan sido cosechados, criados o recolectados en el territorio de uno de los países miembros; minerales y otros recursos naturales -con algunas excepciones-; desechos, desperdicios y materia prima recuperada siempre que sean recolectados en un Estado parte, entre otras mercancías, deben identificarse en el certificado como: "44º Protocolo Adicional al ACE Nº 18, Capítulo III, Artículo 3º, Inciso A".

l Los elaborados íntegramente en cualquiera de los Estados partes cuando sólo fueran utilizados materiales originarios de esos países: "44° Protocolo Adicional al ACE Nº 18, Capítulo III, Artículo 3°, Inciso B".

l Los productos en cuya elaboración se utilicen materiales no originarios de los Estados miembros siempre que, reelaborados, estén clasificados en una partida arancelaria diferente (aunque este apartado tiene una excepción): "44° Protocolo Adicional al ACE N° 18, Capítulo III, Artículo 3°, Inciso C".

l Los productos resultantes de operaciones de ensamblaje realizadas en territorio del Mercosur, utilizando materiales originarios de terceros países, cuando el valor CIF puerto de destino o CIF puerto marítimo de esos materiales no exceda el 40% del valor FOB serán identificados como: "44° Protocolo Adicional al ACE Nº 18, Capítulo III, Artículo 3°, Inciso E".

l Los bienes de capital deberán cumplir un requisito de origen de 60% de valor agregado regional y serán identificados como: "44° Protocolo Adicional al ACE Nº 18, Capítulo III, Artículo 3º, Inciso F".

l Los productos sujetos a requisitos específicos de origen, que figuran en el Anexo I se identificarán como: "44° Protocolo Adicional al ACE Nº 18 - Anexo I". En todos los casos, los requisitos específicos prevalecerán sobre los criterios establecidos en el régimen general.

Finalmente, no serán considerados originarios del bloque las mercancías elaboradas exclusivamente con insumos que no sean argentinos, brasileños, uruguayos o paraguayos.

Por José Crettaz
De la Redacción de LA NACION

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Argentina pode prolongar vigência de restrições à venda de carne ao exterior, avisa ministra

SÃO PAULO - As restrições à exportação de carne da Argentina poderão se estender por mais tempo se a queda nos preços não chegar ao consumidor, advertiu nesta segunda-feira a ministra da Economia do país, Felisa Miceli.

"Se o recuo no preço da carne não se consolidar, poderia prorrogar-se por outros 180 dias a suspensão das exportações", afirmou à agência estatal de notícias Télam. Segundo ela, há chance de a medida valer por um ano.

O Diário Oficial argentino de hoje oficializou a proibição de vender carne ao exterior por 180 dias. Na edição, consta também o aumento do imposto para a carne com osso, congelada, processada e em conserva, que passa de 5% para 15%, igualando-se aos demais impostos cobrados para outros produtos da carne.

As informações são da edição eletrônica do jornal La Nación.

(Juliana Cardoso | Valor Online)

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