Home
buscar
 
seta HOME

seta ASSOCIE-SE

seta QUEM SOMOS

seta SERVIÇOS

seta RECURSOS HUMANOS

seta ECONOMIA

seta CARTÃO CAMARBRA

seta INFORMES

seta OPORTUNIDADES COMERCIAIS

seta ASSOCIADOS

seta CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM
  seta INTRODUÇÃO
seta ESTATUTO
seta REGULAMENTO
seta ARBITRAGENS ESPECIAIS
seta ARTIGOS

seta BOLETINS

seta EVENTOS

seta FEIRAS E CONGRESSOS

seta TURISMO E CULTURA

seta LINKS E ENDEREÇOS

seta FALE CONOSCO


 

ÍNDICE DE BOLETINS

2011 - ABRIL
2011 - MARÇO
2011 - FEVEREIRO
2011 - JANEIRO

2010 - DEZEMBRO
2010 - NOVEMBRO
2010 - OUTUBRO
2010 - SETEMBRO
2010 - AGOSTO
2010 - JULHO
2010 - JUNHO
2010 - MAIO
2010 - ABRIL
2010 - MARÇO
2010 - FEVEREIRO
2010 - JANEIRO

2009 - NOVEMBRO
2009 - OUTUBRO
2009 - SETEMBRO
2009 - AGOSTO
2009 - JULHO
2009 - JUNHO
2009 - MAIO
2009 - ABRIL
2009 - março
2009 - fevereiro
2009 - janeiro

2008 - novembro
2008 - outubro
2008 - setembro
2008 - agosto
2008 - julho
2008 - junho
2008 - maio
2008 - abril
2008 - março
2008 - fevereiro
2008 - janeiro

2007 - dezembro
2007 - novembro
2007 - outubro
2007 - setembro
2007 - agosto
2007 - julho
2007 - junho
2007 - maio
2007 - abril
2007 - março
2007 - fevereiro
2007 - janeiro

2006 - dezembro
2006 - novembro
2006 - outubro
2006 - setembro
2006 - agosto
2006 - julho
2006 - junho
2006 - maio
2006 - abril
2006 - março
2006 - fevereiro
2006 - janeiro

2005 - dezembro
2005 - novembro
2005 - outubro
2005 - setembro
2005 - agosto



BOLETIM INFORMATIVO -JANEIRO/2007

Argentina aumenta taxa de exportação da soja
13/1/2007

Para reduzir o ritmo de sua inflação, a Argentina aumentou em quatro pontos percentuais a taxa de exportação do complexo soja. A medida agradou os exportadores brasileiros, que devem ocupar o mercado que for abandonado pelos argentinos, maiores exportadores mundiais de óleo e farelo.
Ontem, o governo argentino anuncia que a taxação para o grão aumentou de 23,5% para 27,5%. Para o óleo e farelo, a alta foi de 20% para 24%.
Apesar de concordar que haverá algum efeito no mercado, o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Teixeira Mendes, não acredita que, no final das contas, a medida fará diferença. Isso porque os vizinhos estão longe de serem superados em competitividade pelos brasileiros. "Eles têm vantagens com o câmbio neste momento e, de forma mais permanente, com o frete, por conta das distâncias entre área de produção e portos, em média, até cinco vezes menores que as existentes no Brasil", disse. Segundo ele, a diferença de custo de frete chegou a US$ 30 por tonelada em 2006, no caso da soja em grão.
Mendes acredita que o benefício para os brasileiros será diretamente proporcional à distância que as áreas produtivas têm dos portos. "Assim, pode ser mais vantajoso para o Rio Grande do Sul e o Paraná que para o Centro-Oeste", avalia.

.