Home
buscar
 
> HOME

> ASSOCIE-SE

> QUEM SOMOS

> SERVIÇOS

> RECURSOS HUMANOS

> ECONOMIA

> CARTÃO CAMARBRA

> INFORMES

> OPORTUNIDADES COMERCIAIS

> ASSOCIADOS

+ CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM
  > INTRODUÇÃO
> ESTATUTO
> REGULAMENTO
> ARBITRAGENS ESPECIAIS
> ARTIGOS


> BOLETINS

> EVENTOS

> FEIRAS E CONGRESSOS

> TURISMO E CULTURA

> LINKS E ENDEREÇOS

> FALE CONOSCO


 

ÍNDICE DE BOLETINS

2010 - JUNHO
2010 - MAIO
2010 - ABRIL
2010 - MARÇO
2010 - FEVEREIRO
2010 - JANEIRO

2009 - NOVEMBRO
2009 - OUTUBRO
2009 - SETEMBRO
2009 - AGOSTO
2009 - JULHO
2009 - JUNHO
2009 - MAIO
2009 - ABRIL
2009 - março
2009 - fevereiro
2009 - janeiro

2008 - novembro
2008 - outubro
2008 - setembro
2008 - agosto
2008 - julho
2008 - junho
2008 - maio
2008 - abril
2008 - março
2008 - fevereiro
2008 - janeiro

2007 - dezembro
2007 - novembro
2007 - outubro
2007 - setembro
2007 - agosto
2007 - julho
2007 - junho
2007 - maio
2007 - abril
2007 - março
2007 - fevereiro
2007 - janeiro

2006 - dezembro
2006 - novembro
2006 - outubro
2006 - setembro
2006 - agosto
2006 - julho
2006 - junho
2006 - maio
2006 - abril
2006 - março
2006 - fevereiro
2006 - janeiro

2005 - dezembro
2005 - novembro
2005 - outubro
2005 - setembro
2005 - agosto



BOLETIM INFORMATIVO - JANEIRO/2008

Argentina deve crescer até 7% em 2008, afirma instituto
Agencia Estado

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas) argentino em 2008 estaria entre 6,5% e 7%, segundo estimativas do Instituto Argentino de Executivos de Finanças (IAEF). O crescimento seria levemente menor ao previsto para 2007, que estaria ao redor de 8,5%. Nos últimos cinco anos a Argentina registrou um crescimento anual de quase 9% do PIB, uma marca não registrada desde 1907.

O IAEF considera que a alta volatilidade dos mercados financeiros internacionais e seu conseqüente efeito sobre as expectativas dos investidores e consumidores são um sinal de que a economia mundial sofrerá uma desaceleração ao longo de 2008, principalmente no primeiro semestre deste ano. Segundo o Instituto, essa conjuntura afetará a América do Sul, fato que levará as economias da região à uma moderação do crescimento.

Segundo o relatório do IAEF, o crescimento dos depósitos bancários oscilou, nos últimos meses, entre 1,5% e 2% por mês. O aumento anual de 20% é considerado "um tanto inferior" ao nível que poderia ser esperado de uma economia com um ostensivo crescimento.

Segundo o IAEF, o crescimento econômico em 2007 foi proporcionado pelo aumento do gasto público, o crescimento da receita dos assalariados, as taxas de juros passivas reais negativas e o considerável aumento dos empréstimos para o consumo. Estes mesmos fatores, segundo o Instituto, criaram o cenário para a escalada inflacionária que afeta o país.