Home
buscar
 
seta HOME

seta ASSOCIE-SE

seta QUEM SOMOS

seta SERVIÇOS

seta RECURSOS HUMANOS

seta ECONOMIA

seta CARTÃO CAMARBRA

seta INFORMES

seta OPORTUNIDADES COMERCIAIS

seta ASSOCIADOS

seta CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM
  seta INTRODUÇÃO
seta ESTATUTO
seta REGULAMENTO
seta ARBITRAGENS ESPECIAIS
seta ARTIGOS

seta BOLETINS

seta EVENTOS

seta FEIRAS E CONGRESSOS

seta TURISMO E CULTURA

seta LINKS E ENDEREÇOS

seta FALE CONOSCO


 

ÍNDICE DE BOLETINS

2011 - ABRIL
2011 - MARÇO
2011 - FEVEREIRO
2011 - JANEIRO

2010 - DEZEMBRO
2010 - NOVEMBRO
2010 - OUTUBRO
2010 - SETEMBRO
2010 - AGOSTO
2010 - JULHO
2010 - JUNHO
2010 - MAIO
2010 - ABRIL
2010 - MARÇO
2010 - FEVEREIRO
2010 - JANEIRO

2009 - NOVEMBRO
2009 - OUTUBRO
2009 - SETEMBRO
2009 - AGOSTO
2009 - JULHO
2009 - JUNHO
2009 - MAIO
2009 - ABRIL
2009 - março
2009 - fevereiro
2009 - janeiro

2008 - novembro
2008 - outubro
2008 - setembro
2008 - agosto
2008 - julho
2008 - junho
2008 - maio
2008 - abril
2008 - março
2008 - fevereiro
2008 - janeiro

2007 - dezembro
2007 - novembro
2007 - outubro
2007 - setembro
2007 - agosto
2007 - julho
2007 - junho
2007 - maio
2007 - abril
2007 - março
2007 - fevereiro
2007 - janeiro

2006 - dezembro
2006 - novembro
2006 - outubro
2006 - setembro
2006 - agosto
2006 - julho
2006 - junho
2006 - maio
2006 - abril
2006 - março
2006 - fevereiro
2006 - janeiro

2005 - dezembro
2005 - novembro
2005 - outubro
2005 - setembro
2005 - agosto



BOLETIM INFORMATIVO - ABRIL/2008

Brasil e Argentina adotam até setembro moeda local para comércio
Célia Froufe - Agência Estado [07/04/2008]

Até setembro deste ano, o comércio entre Argentina e Brasil poderá ser feito por meio de moeda local. O projeto já está em andamento nos bancos centrais dos dois países e a meta é que a implantação do Sistema de Moedas Locais (SML) esteja completada em meados do segundo semestre. O mês-limite foi dado nesta segunda-feira (7), com exclusividade à Agência Estado, pela diretora de Assuntos Internacionais do BC desde janeiro, Maria Celina Berardinelli Arraes, após fazer palestra durante almoço promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em Miami. O almoço ocorreu paralelamente à 49ª Reunião Anual da Assembléia de Governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Miami, nos Estados Unidos, e Maria Celina fez a apresentação sobre os dados da economia brasileira a um grupo de aproximadamente 200 representantes de bancos e empresas brasileiros e estrangeiros.

"O Banco Central do Brasil com o Banco Central da Argentina estão criando o sistema para fazer a liquidação das operações no intuito de facilitar o comércio entre os dois países", disse a diretora. Esta é a terceira alternativa que os exportadores de pequeno ou grande porte têm para negociar. As outras duas são contratos em câmbio ou depósito no Bank of New York. Atualmente, para importar um produto argentino, a empresa brasileira precisa adquirir dólares e remetê-los ao país vizinho. E, para receber seu pagamento em peso, o vendedor precisa fazer o mesmo procedimento.

Muitos exportadores pequenos alegam que, em função da volatilidade da moeda norte-americana não têm como se proteger e preferem, portanto, não vender seus produtos para fora do País a fim de evitar prejuízos. "Com a medida o exportador poderá contratar a operação em reais sem precisar ir a um banco que opere com câmbio", explicou Maria Celina. A experiência começará com a Argentina, mas o modelo poderá ser implantado posteriormente em outros países. Em relação ao cumprimento da data-limite conhecida hoje, a diretora foi enfática: "Este é um compromisso dos presidentes (Luiz Inácio) Lula (da Silva) e Cristina (Kirchner)".

Maria Celina disse também que o processo gradual de simplificação e consolidação da liberalização das operações de câmbio primário continua dentro da diretoria. Ela lembrou que a ultima alteração foi em relação ao decreto de 1933, que exigia o retorno de 70% dos recursos exportados para o País para que fosse feita a cobertura cambial. "Estamos num processo de simplificação do sistema porque sempre houve muitas normas", disse.