Home
buscar
 
> HOME

> ASSOCIE-SE

> QUEM SOMOS

> SERVIÇOS

> RECURSOS HUMANOS

> ECONOMIA

> CARTÃO CAMARBRA

> INFORMES

> OPORTUNIDADES COMERCIAIS

> ASSOCIADOS

+ CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM
  > INTRODUÇÃO
> ESTATUTO
> REGULAMENTO
> ARBITRAGENS ESPECIAIS
> ARTIGOS

> BOLETINS

> EVENTOS

> TURISMO E CULTURA

> LINKS

> FALE CONOSCO


 

ÍNDICE DE BOLETINS

2008 - novembro
2008 - outubro
2008 - setembro
2008 - agosto
2008 - julho
2008 - junho
2008 - maio
2008 - abril
2008 - março
2008 - fevereiro
2008 - janeiro

2007 - dezembro
2007 - novembro
2007 - outubro
2007 - setembro
2007 - agosto
2007 - julho
2007 - junho
2007 - maio
2007 - abril
2007 - março
2007 - fevereiro
2007 - janeiro

2006 - dezembro
2006 - novembro
2006 - outubro
2006 - setembro
2006 - agosto
2006 - julho
2006 - junho
2006 - maio
2006 - abril
2006 - março
2006 - fevereiro
2006 - janeiro

2005 - dezembro
2005 - novembro
2005 - outubro
2005 - setembro
2005 - agosto





BOLETIM INFORMATIVO - OUTUBRO/2008

Agricultores argentinos dizem que ajuda do Governo não basta
ADa EFE

Buenos Aires, 10 out (EFE).- Dirigentes rurais da Argentina disseram hoje que o pacote de ajuda econômica anunciado ontem pelo Governo não resolve os problemas do setor nem contempla as exigências que fez o campo em seu último locaute.
O Governo insistiu em dizer que "a porta" da secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Alimentação "está aberta" para o diálogo.

"É uma resposta parcial a um problema maior", disse Eduardo Buzzi, presidente da Federação Agrária Argentina, uma das quatro principais associações de produtores agrícolas do país.
Em declarações à rádio "Continental", de Buenos Aires, Buzzi disse que o campo "pode ser uma das bases para sustentar a economia argentina" na crise financeira global.
O Governo argentino destinou um fundo de 230 milhões de pesos (US$ 70,9 milhões) aos produtores afetados pelas piores secas do último século.

No entanto, o ministro não falou dos impostos às exportações de grãos, que detonaram um confronto de quatro meses entre o Governo e o campo neste ano, depois que dirigentes rurais reivindicaram "descê-los a zero" para o caso dos pequenos produtores.
Nesse sentido, Buzzi sustentou hoje que as reivindicações do campo passam por melhorar "as condições para a agricultura, a pecuária e a produção de leite".

Ricardo Buryaile, vice-presidente das Confederações Rurais Argentinas, opinou que os anúncios do Governo "são apenas para manchetes de jornais".
Seu colega da Federação Agrária Argentina, Ulises Forte, disse por sua vez que o plano oficial é "caridade".

Os anúncios do Governo eram esperados com expectativa pelos dirigentes rurais, que anteontem encerraram seu quinto locaute neste ano contra a política agropecuária oficial.
O protesto, de seis dias de duração, consistiu em não enviar cereais às indústrias e aos exportadores, e limitar o gado bovino aos mercados.

Ele não teve apoio popular e sofreu críticas por coincidir com a crise financeira mundial.
Este locaute marcou o retorno aos protestos agropecuários após o relaxamento do conflito conseguido em julho, depois que o Parlamento rejeitou o esquema de impostos móveis às exportações de grãos que detonou a briga com o Executivo em março. Os produtores asseguram que sua situação é pior do que em relação a março pelo aumento de custos, a diminuição dos preços internacionais dos grãos e a seca. EFE

.