Home
buscar
 
seta HOME

seta ASSOCIE-SE

seta QUEM SOMOS

seta SERVIÇOS

seta RECURSOS HUMANOS

seta ECONOMIA

seta CARTÃO CAMARBRA

seta INFORMES

seta OPORTUNIDADES COMERCIAIS

seta ASSOCIADOS

seta CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM
  seta INTRODUÇÃO
seta ESTATUTO
seta REGULAMENTO
seta ARBITRAGENS ESPECIAIS
seta ARTIGOS

seta BOLETINS

seta EVENTOS

seta FEIRAS E CONGRESSOS

seta TURISMO E CULTURA

seta LINKS E ENDEREÇOS

seta FALE CONOSCO


 

ÍNDICE DE BOLETINS

2011 - ABRIL
2011 - MARÇO
2011 - FEVEREIRO
2011 - JANEIRO

2010 - DEZEMBRO
2010 - NOVEMBRO
2010 - OUTUBRO
2010 - SETEMBRO
2010 - AGOSTO
2010 - JULHO
2010 - JUNHO
2010 - MAIO
2010 - ABRIL
2010 - MARÇO
2010 - FEVEREIRO
2010 - JANEIRO

2009 - NOVEMBRO
2009 - OUTUBRO
2009 - SETEMBRO
2009 - AGOSTO
2009 - JULHO
2009 - JUNHO
2009 - MAIO
2009 - ABRIL
2009 - março
2009 - fevereiro
2009 - janeiro

2008 - novembro
2008 - outubro
2008 - setembro
2008 - agosto
2008 - julho
2008 - junho
2008 - maio
2008 - abril
2008 - março
2008 - fevereiro
2008 - janeiro

2007 - dezembro
2007 - novembro
2007 - outubro
2007 - setembro
2007 - agosto
2007 - julho
2007 - junho
2007 - maio
2007 - abril
2007 - março
2007 - fevereiro
2007 - janeiro

2006 - dezembro
2006 - novembro
2006 - outubro
2006 - setembro
2006 - agosto
2006 - julho
2006 - junho
2006 - maio
2006 - abril
2006 - março
2006 - fevereiro
2006 - janeiro

2005 - dezembro
2005 - novembro
2005 - outubro
2005 - setembro
2005 - agosto



BOLETIM INFORMATIVO - JANEIRO/2009

“A azia presidencial e a farra fiscal”
Carlos Moura

Devo admitir, constrangido é verdade, que a leitura de jornais provoca azia, como bem disse nosso presidente da República. Aliás, os jornais deveriam trazer uma advertência do Ministério da Saúde: "A leitura de jornais é prejudicial à sua saúde".

Digo isso, porque li nos jornais que entre as propostas da CUT para o presidente Lula, está o fim da Lei de Responsabilidade Fiscal. Realmente esse é um pleito importantíssimo para a melhoria das condições dos trabalhadores brasileiros contratados por governos sem qualquer concurso público ou critério, exceto filiação partidária. Para todos os demais brasileiros, ficará a conta da festança, que é sempre aumentada pelo projeto de esvaziamento das agências reguladoras e a distribuição de verbas para organizações ilegais como o MST.

Não satisfeitos com tudo isso, grupos ligados ao partido do sr. presidente querem revitalizar a Telebrás, tradicional sorvedouro de dinheiro dos nossos inúmeros tributos. A proposta para fortalecer a Telebrás baseia-se no ideal de torná-la gestora de uma rede nacional de banda larga, levando assim a internet a todo o país. Considerando a capacidade gerencial do Estado brasileiro em geral e em especial dos quadros dominantes no atual governo federal, voltaremos a assistir o espetáculo deprimente das longas filas para se conseguir uma linha telefônica a custos caríssimos dos tempos da Telebrás ativa como operadora e gestora.

Perdemos os últimos seis anos, antes da crise mundial, crescendo muito pouco, porque ficamos focados no show e não no trabalho. Tivemos inúmeros casos de escandalosos usos do dinheiro público, sempre explicados com desfaçatez e críticas aos descontentes com os acontecimentos.

Não temos tempo e nem dinheiro para ressuscitar dinossauros. Temos urgência em criar um Estado que realmente cumpra seu dever, garantindo a todos os cidadãos acesso aos serviços públicos e não ao crescente show de propaganda estatal sobre obras e serviços que nunca se materializam.

Isso posto, que tal o Ministério da Saúde iniciar uma farta distribuição de anti-ácidos para a população?

CARLOS MOURA escreve às quartas-feiras na versão impressa do DG.