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BOLETIM INFORMATIVO - MARÇO/2009

Argentinos iniciam atos para aniversário do golpe militar

BUENOS AIRES, 22 MAR (ANSA) - Os argentinos começaram a recordar neste domingo com atividades artísticas e homenagens aos mortos e desaparecidos, o aniversário de 33 anos do golpe militar de 24 de março de 1976.

As atividades irão se estender até a próxima terça-feira quando então irá ocorrer a tradicional marcha dos organismos de direitos humanos, centros estudantis e partidos políticos.

Os atos começaram hoje na Igreja Santa Cruz do bairro de San Cristobal, zona sul da capital argentina, onde em dezembro de 1977 foram seqüestradas várias mães do núcleo fundador das Mães da Praça de Maio e duas freiras francesas.

Durante a cerimônia, foram enterradas as cinzas de Dionísia López, uma mãe da Praça de Maio, nos jardins da Igreja de Santa Cruz, onde já estão enterradas três mães fundadoras e a freira francesa Leonie Duquet, seqüestradas pela ditadura e cujos corpos foram recuperados recentemente, em agosto de 2005.

Dionísia López, nascida na Galicia, Espanha, foi uma ativa militante das Mães da Praça de Maio que faleceu no dia 29 de novembro de 2008. A Embaixada da Espanha se responsabilizou pelo velório e pela cremação de seus restos e organiza um ato em sua memória em sua cidade natal, Cedeira. Seu filho, Antonio Adolfo Díaz López, nasceu também na Espanha em 5 de fevereiro de 1952 e chegou à Argentina junto dos pais quando tinha apenas 5 meses.

Díaz López era fotógrafo e aos 26 anos foi seqüestrado junto da mulher, Stella Mris Rignati, enfermeira. Fazia apenas seis meses que o casal havia se casado quando foi seqüestrado na noite do dia 15 de junho de 1976. Os jovens foram vistos pela última vez no quartel militar de Campo de Mayo.

Da cerimônia de enterro das cinzas de "Nisa", como a chamavam, participaram sua filha, Rosaura Díaz, junto da família e as Mães da Praça de Maio, lideradas por Nora Cortiñas, acompanhadas por militantes, amigos e os sacerdotes da Igreja que realizaram a missa.

Os organismos de direitos humanos, liderados pelas Avós da Praça de Maio, as Mães da Praça de Maio, e familiares de desaparecidos e detidos, convocaram por sua vez para amanhã um festival artístico em frente aos tribunais da cidade, para exigir que sejam acelerados os julgamentos contra os ex-repressores.

"Despertemos a Justiça. Julgamento e castigo já!" é o grito dos manifestantes, que também recusaram os pedidos de pena de morte para combater a insegurança, requerida pelas "vedetes, bufões e cúmplices políticos do genocídio".

(ANSA)