03 de Abril de 2019 (16:27)

Publicação: Glasberg - TI Inside News

Siemens PLM adquire unidade da empresa Saab Medadv Technologies GmbH

A Siemens PLM assinou acordo de aquisição da unidade de testes de ruído, vibração e aspereza (NVH - noise, vibration, harshness) de fim de linha da Saab Medav Technologies GmbH, fornecedora global de processamento de sinal de última geração, inteligência e análise de comunicações para aplicações aéreas, terrestres e navais, além de soluções para testes de qualidade industrial. No trato, além da tecnologia, toda a equipe será absorvida.

Com trajetória de destaque, as soluções exclusivas oferecidas pela Saab Medav estabeleceram as melhores práticas inovadoras para motores de combustão, transmissões, motores elétricos e componentes e sistemas motorizados. A aquisição da unidade de NVH da companhia reforça o portfólio de soluções de testes Simcenter da Siemens PLM, que é utilizado em pesquisa e desenvolvimento com um conjunto de soluções integradas nos processos de manufatura.

Com a pressão cada vez maior para melhorar a qualidade, a necessidade de testes NVH de fim de linha para produtos fabricados - como motores elétricos e de combustão, transmissões, eixos e turbocompressores - está aumentando rapidamente nos setores automotivo e de transporte, ainda mais com o surgimento dos veículos elétricos, que oferecem baixo nível de ruído, sem o efeito de mascaramento do motor de combustão ruidoso.

"Com a integração das soluções de testes de NVH da Saab Medav, os clientes da Siemens podem enriquecer seu projeto de gêmeo digital do produto com informações contínuas de controle de qualidade da fabricação. Esse sistema fornece uma visão única de como a tecnologia de produção e a variabilidade nas linhas de fabricação influenciam a qualidade do produto final", explica Jan Leuridan, vice-presidente sênior de Soluções de Simulação e Teste da Siemens PLM Software.

"A tecnologia também fornece feedback direto sobre a análise de causa raiz de possíveis problemas de projeto que aparecem na fabricação e gera informações para possíveis ajustes intermediários. A criação de um ciclo de feedback constante, que inclui a manufatura e a engenharia de produtos, também atende aos requisitos otimizados de concepções de produtos de geração futura", complementa o executivo.

O processo de aquisição da Saab Medav deve ser concluído no segundo trimestre de 2019. As partes concordaram em não divulgar detalhes sobre a transação.

Siemens PLM Software, uma unidade de negócios da Siemens Digital Factory Division, é uma das principais fornecedoras mundiais de soluções de software para impulsionar a transformação digital da indústria, criando novas oportunidades para que os fabricantes percebam a inovação.

03 de Abril de 2019 (12:34)

Publicação: H&C - Notas de Mercado

FCE Cosmetique mostra a importância da logística estratégica no setor

Com o avanço do e-commerce, a logística ganhou muito mais força no Brasil. O faturamento chega a quase R$ 70 bilhões, com mais de 220 milhões de pedidos. Mas como isso afeta o setor cosmético?

Com a possibilidade de compra de produtos pela internet com custos mais acessíveis, já que não há o gasto de transporte até os estabelecimentos de revenda, as empresas precisam se preparar para essa comunicação direta e eficaz com o consumidor final. Isso não significa o fim das lojas físicas, mas o mercado passa por uma forte mudança de comportamento e é preciso ficar atento para não ser deixado para trás pelos concorrentes.

Além dos investimentos públicos em infraestrutura, que ainda representam muito pouco do PIB brasileiro - pouco mais de 1,5%, em 2018, também é preciso investimento em tecnologias para baratear o custo do transporte, otimizar as entregas com rotas diferentes e diminuir a perda de cargas. Para 2019, a expectativa é que o governo invista mais em infraestrutura, elevando este índice para 1,85% do PIB, segundo previsões da Pezco.

Para 2030, o número projetado é de 2,03%. Isso mostra o bom momento para as empresas repensarem sua logística estratégica.

Quais soluções devo investir?

As tecnologias que mais se destacam e já são utilizadas atualmente são big data, machine learning e inteligência artificial. O famoso ioT, Internet das Coisas, é um caminho sem volta para diminuir a burocracia e erros humanos no processo, aumentando a lucratividade, a segurança e a confiabilidade.

Hoje em dia, você pode investir, por exemplo, em máquina que monitoram o desempenho dos veículos, já que a malha viária é a mais utilizada no Brasil, o que mostra o consumo do combustível, rotas inteligentes e o controle da carga. Logística compartilhada

Essa é uma das soluções que vem crescendo no país. É possível compartilhar o envio de cargas por diferentes empresas. Caso não tenha ocupado a capacidade máxima de um container, você pode dividir com outra empresa.

O que isto representa? Otimização do modal, custos menores de envio e também aquecimento do mercado.

Principais tendências

Omnichannel. Apesar de ser um conceito bastante falado, ainda não é amplamente utilizado na indústria farmacêutica. O Omnichannel nada mais é do que unir a experiência do atendimento de qualidade em todos os canais, independentemente se é em local físico, experiência online ou por telefone. Com essa tecnologia, também é possível fazer um atendimento mais diferenciado para cada público, identificando seus desejos e demandas e oferecendo a solução certa para seu problema.

Sustentabilidade. Pauta em todo mundo, a sustentabilidade ganha cada vez mais força e as empresas que investirem neste segmento tendem a ter uma melhor visão de mercado, além de também conseguirem redução de custo. Outro ponto importante é que os países mais avançados estão investindo muito em leis ambientais, por isso é importante ficar atento no caso de importação e exportação. Veículos elétricos, controle da emissão de gases poluentes, combustíveis de fontes renováveis, descarte correto de cargas, logística reversa, são algumas das opções. Esta tendência vai de encontro também com os produtos em destaque no mercado cosmético que utilizam ingredientes naturais e verdes.

Indústria 4.0. A quarta revolução industrial é uma realidade em diferentes segmentos da indústria. Com a automação dos processos, é possível conseguir eficiência máxima de produção, gestão das máquinas 24 horas, otimização de tempo, entre outros benefícios.

Todas essas inovações e insights do futuro para a indústria cosmética serão apresentadas na Logitech Science, que acontece em paralelo à FCE Cosmetique, de 21 a 23 de maio. Você pode visitar tanto a exposição quanto participar do Congresso. Visite o site oficial do evento e faça sua inscrição! Não fique de fora! http://logitechscience.com.br

Fonte: Redação Revista H&C

03 de Abril de 2019 (11:47)

Publicação: Abril - Veja.COM

Fábrica da Ford em São Bernardo terá novo dono em dezembro, diz Doria

O grupo Caoa deve assumir as operações da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo em dezembro, caso o negócio seja concluído nos próximos dias. A data foi citada nessa terça-feira, 2, pelo governador João Doria (PSDB), que está intermediando a negociação de venda entre a montadora e investidores interessados.

Embora o governador tenha dito que, por enquanto, há “apenas uma indicação" de que o grupo Caoa seja o comprador - pois ainda não há confirmação do negócio -, fontes ligadas à negociação afirmam que já há um acordo entre as partes.

“A Ford vai operar essa fábrica até 30 de novembro e, a partir de dezembro, terá um novo proprietário que vai continuar a produção, preservando os empregos", disse Doria. “Muito em breve estaremos anunciando isso em caráter definitivo."

A Ford disse nessa terça-feira que “não comenta especulações". Procurada, a Caoa também não se posicionou.

O grupo brasileiro deve assumir apenas a produção de caminhões sob licença da Ford, operação parecida com aquela mantida com a Hyundai em Goiás. A Caoa também é dona de 50% da chinesa Chery, com fábrica em Jacareí (SP), e é a maior revendedora Ford do País.

Em meio as especulações, os trabalhadores da fábrica de São Bernardo retomaram as atividades após 42 dias de paralisação, desde que a empresa anunciou o fechamento, no dia 12 de fevereiro.

“Nos interessa que os investidores tenham como conhecer o funcionamento da fábrica, o processo de produção e, principalmente, a qualificação dos trabalhadores", disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana.

Eles vão trabalhar dois dias por semana. Antes da paralisação, a jornada era de três dias. Segundo o sindicato, a empresa quer produzir 1,7 mil unidades do Fiesta e 843 caminhões até encerrar as atividades.

O sindicato negocia com a empresa para o encerramento dos contratos de trabalho avançaram em alguns itens. Está garantido, por exemplo, o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Segue em discussão o valor da indenização e o acordo que estabilidade de emprego até novembro aos 3 mil funcionários diretos. Santana disse que espera encerrar essa discussão ainda neste mês. A fábrica tem outros 1,5 mil trabalhadores terceirizados.

03 de Abril de 2019 (09:00)

Publicação: Abril - Revista Exame.COM

Caoa: quem é o empresário interessado na fábrica da Ford no ABC

Hyundai, Chery e, agora, Ford. O apetite do Grupo Caoa por montadoras chegou à fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, SP. O grupo brasileiro de Carlos Alberto de Oliveira Andrade teria assinado um acordo para comprar a planta, na qual manterá apenas a produção de caminhões. A fábrica produzia também o hatch Fiesta, que sairá de linha no fim do ano. A ideia é fabricar os veículos sob licença da Ford.

Nenhuma das duas empresas confirma o acordo. A Caoa sequer confirma a proposta. Especialistas ouvidos por EXAME apontam possíveis contratempos da Caoa com a fábrica da Ford. A norte-americana está deixando o mercado de caminhões por afirmar que o setor não dá lucro na América Latina e o motor fabricado nesta planta expiram em poucos anos. Encontrar um novo dono para a fábrica é uma iniciativa São Paulo, João Doria.

Andrade é o único acionista do grupo Caoa, que leva suas iniciais. O empresário impulsionou as marcas estrangeiras Hyundai, Subaru e Chery no Brasil. A empresa tem 135 concessionárias pelo país, sendo 12 da Ford, 51 da Hyundai, 63 da Chery e nove da Subaru.

O grupo é também o maior revendedor da Ford na América Latina, já tem uma fábrica em Anápolis, GO, na qual fabrica os Hyundai Tucson e ix35, além dos Tiggo 5X e Tiggo 7, da Chery, e uma fábrica em Jacareí, SP. Também detém parte da operação Caoa Chery e é o importador oficial da Subaru.

O fechamento da fábrica da Ford foi anunciado em fevereiro deste ano, como parte de uma reformulação global do negócio da companhia para voltar ao lucro na América do Sul.

A Ford detém 5,1% do mercado de caminhões e é a sexta maior do setor, segundo dados da Fenabrave. O presidente da montadora afirmou que passou meses buscando alternativas viáveis para a operação até decidir pelo fechamento.

Apesar do aumento das vendas após a crise econômica, a Ford luta para manter rentabilidade e investimentos no país. Ela sofre com o aumento da concorrência no Brasil e no exterior e a pressão das matrizes para entregar mais eficiência. Nos Estados Unidos, também anunciou que deixará de comercializar os sedãs Fiesta, Focus e Fusion para concentrar os investimentos nos SUVs, mais rentáveis.

Apetite de marca

O grupo Caoa já havia demonstrado interesse na fábrica da Ford logo depois do anúncio do fechamento. Em nota emitida na época, a Caoa disse que tem “forte parceria" com a Ford há quatro décadas e que seria natural que as empresas conversassem sobre futuros negócios.

A possível compra da fábrica da Ford vem quase dois anos depois da compra de 50% da operação brasileira da Chery, na época à beira do colapso. O valor pago pelas ações, cerca de 60 milhões de dólares, era baixo perto do investimento de 1,2 bilhão de reais feito para a construção da fábrica da Chery em Jacareí, no Vale do Paraíba, em 2014. Atualmente, a capacidade da planta é de produzir até 150 mil veículos por ano.

O objetivo era conquistar mercado rapidamente, da mesma forma agressiva com que fez com a Hyundai, décadas antes. Foi criada a Caoa Chery, que anunciou em 2017 o investimento de até 2 bilhões de dólares nos próximos cinco anos no país e passou a investir pesado em marketing para desenvolver a marca no Brasil.

A Chery ainda é pequena por aqui. Em fevereiro, tinha 0,8% de participação do mercado de automóveis. Mas foi a empresa que mais cresceu em 2018, com alta de 131% nas vendas. Este ano, a expectativa é aumentar as vendas em 280%.

Quem é Caoa

Empresa e dono se confundem, já que Carlos Alberto de Oliveira Andrade é o único acionista do grupo que leva seu nome. O “doutor Caoa", como é conhecido pela formação em medicina, é uma das figuras mais emblemáticas e, ao mesmo tempo, mais controversas do mercado automotivo brasileiro. Ele nasceu em João Pessoa, numa família de 17 irmãos. Na adolescência, vendia café aos clientes de um empório de secos e molhados do pai.

Depois, comprou um Gordini Dolfini, carro de classe média da época, e virou sócio de uma frota de táxi. Em meados dos anos 60, vendeu o táxi, fez as malas, mudou-se para São Paulo e comprou um mercadinho no centro da cidade. De volta para a Paraíba, tornou-se um cirurgião gástrico.

Ao mesmo tempo em que trabalhava no hospital, fazia negócios pela cidade. Aceitou como pagamento uma loja que viria a se tornar a principal revenda da Ford do Nordeste. Em 1984, comprou outras duas concessionárias da Ford em São Paulo. Para ganhar mercado, abria aos domingos, dava descontos e negociava de forma agressiva.

Em 1992, logo depois do fim das barreiras a importações, o grupo tornou-se representante da Renault no Brasil. Mas, depois de uma briga com a francesa buscou outro parceiro: a Hyundai. Tornou-se também o importador oficial da Subaru em 1998. O fundador deixou de presidir a empresa em 2013, com a chegada de Antonio Maciel Neto. Neto, investigado na Operação Acrônimo da Polícia Federal, deixou o cargo em 2017 para dar lugar ao então vice-presidente, Mauro Correia.

Há inúmeras histórias sobre Caoa, de agressividade que chegou a fechar concorrentes a uma busca incansável pelas vendas. Uma reportagem de 2014 de EXAME conta que ele chegou a interromper uma reunião com diretores em uma concessionária quando viu um potencial cliente que olhava os carros deixar a loja sem comprar.

“O termo que o define é `comerciante', não administrador ou empresário", diz Raphael Galante, consultor da Oikonomia Consultoria Automotiva. “Por mais que ele tenha mudado muitas coisas na operação da Caoa ao longo dos anos, ele ainda age como comerciante: vai onde tem oportunidade para vender", afirma. Isso explica, em partes, porque a Caoa é uma das poucas empresas do setor automotivo a não ligar para exclusividade — afinal, uma mesma marca tem sob seu guarda-chuva a revenda de quatro marcas. Lojas parede a parede podem vender, ao mesmo tempo, carros da Chery, da Ford e da Hyundai.

Pessoas ligadas ao mercado, contudo, questionam os interesses de Caoa por trás de uma possível compra da fábrica da Ford, quando a Caoa já tem duas fábricas. Além disso, a Ford deixou o mercado de caminhões justamente por afirmar que o setor vinha dando prejuízo na América Latina. “A Ford saiu por um motivo. A contrapartida do governo teria de ser muito alta para que alguma empresa aceitasse esse negócio", afirma Galante.

Se concretizado o negócio, a Caoa teria ainda outro desafio: os motores atuais dos caminhões Ford expiram em 2022, com motores novos devendo ser apresentados em 2023. Assim, a Caoa só teria dois ou três anos para vender os atuais modelos Ford.

De qualquer forma, Paulo Roberto Garbossa, diretor da consultoria ADK Automotive, afirma que pode ser útil a expertise do grupo Caoa na área de caminhões, vinda da comercialização dos modelos HR e HD80 da Hyundai. Para Garbossa, Caoa “entende o DNA brasileiro" como ninguém, e que poderia conseguir tirar leite de pedra na fábrica, se concretizado o negócio.

03 de Abril de 2019 (08:45)

Publicação: Portal Fator Brasil - Aviação

VSK Tactical BR vai construir veículos militares no Brasil

A empresa terá a primeira unidade da Divisão de Veículos Militares da Jeep construída na Bahia, provavelmente no município de Camaçari, com custo estimado de cerca de US$ 50 milhões, ou R$ 200 milhões, para a linha de montagem. Vai ser a primeira fábrica de jeeps militares na América do Sul, voltado para potenciais compradores como polícias civis e militares estaduais, as guardas municipais e Ibama. Na esteira também anunciou a construção do Navio de Apoio Antártico (NApAnt), da Marinha do Brasil.

Até o final do evento LAAD Defence & Security 2019 " Feira Internacional de Defesa e Segurança, no Riocentro, deverá estar definido o nome do estaleiro brasileiro que participará do consórcio multinacional formado pela Marinha do Chile e a VSK Tactical, dos Estados Unidos, que disputará o edital de construção do Navio de Apoio Antártico (NApAnt), da Marinha do Brasil.

A informação foi dada no dia 02 de abril (terça-feira), à Agência Brasil pelo advogado Marcellus Ferreira Pinto, um dos diretores executivos da VSK Tactical, o executivo está em tratativas com duas empresas nacionais.

O projeto do novo NapAnt está avaliado em US$ 500 milhões, ou o equivalente a R$ 4 bilhões, mas, segundo Ferreira Pinto, o valor poderá ser menor. A ideia é que a nova embarcação auxilie na reconstrução da Estação Comandante Ferraz, destruída por um incêndio em 2012.

Vantagem competitiva " De acordo com Ferreira Pinto, o Estaleiro Astilleros y Maestranzas de la Armada (Asmar), que trabalha sob a administração da Marinha do Chile, tem uma vantagem competitiva, por sua expertise nesse campo, tendo construído recentemente um navio semelhante ao NApAnt do Brasil. É um país do Mercosul, parceiro da Marinha brasileira. Então, temos aí uma perspectiva boa para essa parceria.

Conforme o edital, os consórcios que disputarão a construção do Navio Antártico brasileiro têm até 13 de maio próximo para apresentar as respostas ao documento intitulado Solicitação de Informações (Request For Information " RFI), da Marinha. Esperamos já responder a esses questionamentos com o parceiro brasileiro junto, Ferreira Pinto. A partir daí, a Marinha vai compilar as respostas e publicar o segundo edital, já com estimativas de prazo e valor e especificações do navio, entre outros dados.

Até julho, deverá ser conhecido o nome do consórcio vencedor para início imediato da construção do navio, com a mobilização do estaleiro chileno, treinamento de pessoal do estaleiro brasileiro, transferência de tecnologia. Tudo começa imediatamente.

Veículos militares " Marcellus Ferreira Pinto anunciou também que a construção de uma fábrica de veículos militares no Brasil. Liderado pela empresa norte-americana Von Suckow Tactical (VST), da qual a VSK Tactical BR é subsidiária, o projeto de implantação da fábrica será executado em parceria com o Departamento de Estado Norte-americano e homologado pelo Centro de Avaliações do Exército Nacional (Caex). A construção será feita em parceria com empresas brasileiras.

A primeira unidade da Divisão de Veículos Militares da Jeep será construída na Bahia, provavelmente no município de Camaçari, com custo estimado de cerca de US$ 50 milhões, ou R$ 200 milhões, para a linha de montagem. Vai ser a primeira fábrica de jeeps militares na América do Sul.

Uso exclusivo " Os veículos construídos nessa fábrica serão para uso exclusivo militar, abrangendo aí as Forças Armadas brasileiras, as Polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil e Militar e a Guarda Municipal, entre outras instituições. É um veículo de uso do Estado. Embora civis não possam ter acesso ao veículo, poderão ser beneficiados órgãos de fiscalização, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O veículo terá ainda condição de participar de operações na Amaz'nia.

Serão fabricados seis modelos da família jeep. A capacidade inicial da fábrica é para montagem de 60 veículos por mês, mas, de acordo com Ferreira Pinto, poderá ser ampliada e chegar a até 200 veículos/mês, por uma questão de mercado.

A meta é iniciar a produção em até 10 meses, o que resultará na geração de 50 empregos diretos e 200 indiretos. Na segunda etapa, o plano inclui a criação de um polo técnico-militar, para o qual já há contratos assinados para implantação de uma fábrica de armas, uma de nanotecnologia militar e outra montadora, voltada para veículos blindados pesados.

03 de Abril de 2019

Publicação: Agência Estado Conjuntura e Finanças

Fenabrave: venda de veículos novos cresceu 0,8% em março ante igual período de 2018

São Paulo, 3/4/2019 - As vendas no mercado de veículos novos aumentaram 0,8% em março ante igual mês do ano passado, confirmou há pouco a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), em balanço distribuído à imprensa. Foram 209,1 mil unidades vendidas, em soma que considera que os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O volume, se comparado a fevereiro, teve expansão de 5,3%. O primeiro trimestre terminou com crescimento de 11,4% em relação aos três primeiros meses do ano passado, com a comercialização de 607,6 mil unidades, o maior resultado para o período desde 2015.

Por segmentação, os chamados veículos leves, que englobam os automóveis e comerciais leves, registraram 199,5 mil emplacamentos em março, queda de 0,25% em comparação a março do ano passado, mas crescimento de 5,1% em relação a fevereiro. No primeiro trimestre, são 580 mil unidades, alta de 10% sobre igual período de 2018.

Na categoria de caminhões, as concessionárias venderam 7,6 mil unidades no terceiro mês do ano, expansão de 27,8% em relação a março de 2018 e de 11,9% sobre o resultado de fevereiro. De janeiro a março, foram 21,3 mil caminhões comercializados, avanço de 45,7% na comparação com igual intervalo do ano passado.

Por último, os ônibus registraram 2 mil vendas em março, alta de 49,7% em relação a igual mês do ano passado e avanço de 0,9% sobre o desempenho de fevereiro. Nos primeiros três meses, o segmento acumula 6,1 mil emplacamentos, crescimento de 71,3% sobre igual período do ano passado. (André Ítalo Rocha - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

03 de Abril de 2019

Publicação: DCI - Notícias

Movida e Yellow investem para atender alta na demanda

Os grandes congestionamentos e a falta de espaço para veículos no Estado de São Paulo têm levado muitas pessoas a mudar o comportamento na hora de se deslocar nos principais centros urbanos, buscando alternativas como bicicletas e patinetes. O aumento da demanda levou empresas como Movida e Yellow a ampliar investimentos com bicicletas e patinetes motorizados.

Para se fortalecer nesse segmento, a empresa Movida, que já atua oferecendo o aluguel de veículos, acaba de anunciar que vai começar a alugar bicicletas elétricas para outras companhias. Nós ficamos antenados nas novas características de consumo. Com isso, nós vimos a necessidade de serviços para atender esse modelo, diz o diretor executivo do Rent a Car da Movida, Jamyl Jarrus.

Segundo ele, em meados de agosto de 2018, a companhia anunciou uma participação societária com a startup E-moving, que produz e oferece o aluguel de bicicletas elétricas para pessoas físicas. O diretor explica que, a partir disso, a Movida percebeu potencial em um nicho pouco explorado por outras empresas que oferecem o aluguel de bicicletas, que é o atendimento às companhias.

O foco são empresas cujos funcionários precisam se deslocar frequentemente, tanto para locais espalhados pela cidade quanto para se locomoverem dentro do polo empresarial, explica. Atualmente, a Movida tem mil bicicletas elétricas, com uma taxa de 70% de ocupação, sendo a maior parte para pessoas físicas.

A locomoção está mais cara e o desgaste com o trânsito está ficando maior. Estamos sentindo a inviabilidade do transporte individual sobre quatro rodas e o mercado percebe isso de forma ágil, avalia o professor de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) Sergio Sandler.

O docente explica que a ideia de que há outras alternativas para locomoção ainda está no início e tomando força entre os cidadãos, mas a tendência ao longo do tempo é que as diferentes opções se tornem um complemento na locomoção de muitos paulistas pelo Estado.

Já a Yellow, uma das primeiras a explorar o nicho de bicicletas, também está fortalecendo sua atuação em São Paulo. A companhia que já trabalha com o compartilhamento decidiu ampliar seu mercado, oferecendo o aluguel de patinetes e bikes elétricas. Em janeiro, a empresa anunciou a fusão com a Grin, companhia que produz os patinetes.

A Yellow afirmou, em nota, que, embora os serviços de modais elétricos comecem a operar na capital paulista, a demanda em outras cidades também é grande e, em breve, a empresa deve anunciar a expansão para outras localidades. A companhia afirmou que, com o tempo, as novas alternativas de mobilidade devem ganhar mais espaço na vida dos cidadãos. Com esses novos modais, a pessoa chega mais animada ao seu destino, porque se divertiu, sentiu um vento na cara e teve uma conexão com a cidade mais agregadora do que fechada num carro, informa a empresa.

De acordo com Sandler, da FAAP, o mercado tem condições de ajudar a criar uma nova cultura de transportes. No entanto, ele explica que o apoio do poder público principalmente da máquina municipal poderia ser maior, com mais planejamento na construção da cidade para receber a demanda crescente de mobilidade. É preciso que a gestão pública entenda que o que faz a cidade andar é o que faz o capital girar, afirma.

03 de Abril de 2019

Publicação: Logweb - Notícias

IVECO amplia reformulação da rede de concessionárias com inauguração no Paraguai

A Rodomaq inaugurou a terceira unidade no Paraguai, na cidade de Capiatá, região metropolitana da capital Asunción. A concessionária, de grande porte, atenderá as marcas IVECO, Case Construction e FPT Industrial, da CNH Industrial, assim como já acontece na unidade de Ciudad del Leste. A nova revenda atende a demanda por caminhões, máquinas de construção, motores, peças e serviços.

Marco Borba, vice-presidente da IVECO para a América do Sul, afirma que esse movimento faz parte de um trabalho contínuo da montadora para expandir a capilaridade no mercado de transportes do Paraguai. Ampliamos nossa oferta de produtos, com caminhões exportados do Brasil e da Argentina, e serviços, em um mercado com potencial de crescimento no transporte de cargas e no transporte de passageiros."

No portfólio da IVECO, os destaques ficam por conta do Tector Auto-Shift, com transmissão automatizada, e do novo integrante da Hi-Family, o pesado Hi-Road, oficialmente apresentado ao mercado paraguaio durante o evento que marcou a abertura da Rodomaq Capiatá.

No transporte de passageiros, a marca apresentou o chassi 70C17 4X4 off road, que opera em zonas mistas. Ricardo França, gerente Comercial da IVECO BUS para a América do Sul, destaca ainda que a montadora entregou um chassi 170S28, encarroçado, que será utilizado pela Rodomaq em demonstrações para clientes. A ideia é que o empresário do transporte tenha a experiência de operar um modelo da IVECO BUS para conferir as vantagens que nosso produto proporciona, como durabilidade e economia de combustível.

Marcelo Assis, responsável pela Rede IVECO na América do Sul, ressalta que a montadora está reestruturando a rede de concessionárias no continente para proporcionar, para o transportador e para o autônomo, agilidade e profissionalismo nos atendimentos de venda e pós-venda. Evoluímos cada vez mais na América do Sul com a padronização e a busca pela excelência no contato com nossos clientes.

A concessionária Rodomaq, com 13 mil metros quadrados, tem uma equipe de 22 colaboradores treinados pela fábrica e está localizada na principal rodovia do país, a Ruta 2, que liga as cidades de Ciudad del Este e Asunción. A estrutura tem 17 boxes de atendimento, e conta com serviços de assistência técnica, reposição de peças genuínas e venda de produtos.

02 de Abril de 2019 (23:29)

Publicação: Glasberg - TI Inside News

BMW Group e Microsoft lançam plataforma de manufatura aberta

O BMW Group e a Microsoft anunciaram nesta terça-feira, 2, na feira de Hannover, Alemanha, uma parceria de longo prazo para o aumento de eficiência e produtividade na indústria automotiva e de manufatura em geral, por meio do desenvolvimento de tecnologias e soluções que enfrentem os atuais desafios da indústria e pavimentem o caminho para o maior uso da Internet das Coisas (IoT) no setor industrial.

O objetivo é otimizar a produção, reduzindo o tempo e aumentando a eficiência, por meio da Plataforma de Manufatura Aberta (Open Manufacturing Platform, ou OMP, na sigla em inglês), um sistema de tecnologia aberta que agregar uma comunidade industrial cujos membros podem contribuir com soluções que serão compartilhadas entre os seus participantes.

Hospedada na plataforma de nuvem Microsoft Azure Industrial IoT, a Plataforma de Manufatura Aberta fornece aos membros uma arquitetura de referência com componentes de código aberto baseados em padrões industriais. Assim, além de facilitar a colaboração, esse método desbloqueia e padroniza modelos de dados que permitem cenários analíticos e de aprendizado de máquinas - dados estes tradicionalmente gerenciados em sistemas fechados. Usando como referência os dados de código aberto, os membros da comunidade e outros parceiros poderão desenvolver seus próprios serviços e soluções, mantendo o controle e sigilo sobre os seus dados.

Atualmente com mais de três mil máquinas, robôs e sistemas de transporte autônomos conectados à plataforma BMW Group IoT, o BMW Group planeja contribuir para a comunidade OMP. Um exemplo é o uso pela empresa de sua plataforma IoT para a segunda geração de seus sistemas de transporte autônomo na fábrica do BMW Group em Regensburg, na Alemanha, um de seus 30 locais de produção e montagem ao redor do mundo. Isso permitiu ao BMW Group simplificar os seus processos logísticos por meio de uma coordenação central do sistema de transporte, criando uma maior eficiência logística. No futuro, essa e outras soluções, como feedback digital, gerenciamento da cadeia de suprimentos digital e manutenção preditiva serão disponibilizados e, de fato, desenvolvidos ainda dentro da comunidade OMP.

A OMP é o próximo passo na parceria do BMW Group com a Microsoft no compromisso mútuo com a inovação e a criação de oportunidades para o sucesso coletivo em toda a indústria. Por meio da OMP, os membros da comunidade terão mais oportunidades para desvendar o potencial de seus dados, permitindo que eles criem e integrem soluções industriais com mais rapidez, segurança e, por sua vez, se beneficiem da contribuição e do aprendizado das outras empresas.

A comunidade OMP está sendo formada agora, e até o final de 2019 se espera que esteja em operação com cerca de 4 a 6 participantes e um mínimo de 15 casos de uso implementados em ambientes de produção selecionados. Os dois membros iniciais, Microsoft e BMW Group, buscarão incentivar outros fabricantes e fornecedores, incluindo empresas de fora da indústria automotiva, a se unirem à comunidade global.

02 de Abril de 2019 (17:46)

Publicação: Abril - Revista Exame.COM

Noruega bate recorde mundial em venda de elétricos (e a Tesla agradece)

São Paulo - A Noruega fez história no mês de março, quando carros elétricos e híbridos responderam por 58% das vendas de novos automóveis no país, segundo dados divulgados pela Federação Norueguesa de Rodovias (NRF) na segunda-feira. O market share expressivo cimenta a posição do país como líder global no esforço para restringir as emissões do seu setor de transportes.

O recorde foi impulsionado, em parte, pela chegada do Tesla Model 3, o veículo elétrico mais “acessível" da marca criada por Elon Musk. O sedã elétrico começou a circular nas estradas norte-americanas em julho de 2017, e em fevereiro de 2018 chegou à Europa.

Com um valor inicial de US$ 35 mil, a versão básica promete 350 km de autonomia, velocidade máxima de 208 km/h e aceleração de 0 a 96 km/h em 5,3 segundos.

Nada menos do que 30 mil noruegueses entusiasmados desembolsaram mais de 400 milhões de coroas norueguesas (US$ 49 milhões) em depósito para reservar o modelo. As encomendas começaram em outubro de 2018.

Resultado? No mês passado, o sedã elétrico Model 3 da Tesla foi responsável por quase metade dos 10.732 veículos com emissão zero registrados na Noruega.

Pavimentando um novo caminho

No ano passado, os carros elétricos representaram um terço (31,2%) de todas as vendas de carros, um incremento relevante ante a taxa de 20,8% em 2017, e a de 5,5% em 2013, enquanto as vendas de gasolina e diesel caíram.

Dentro de seis anos, comprar um novo carro movido a gasolina, gás natural ou diesel será praticamente impossível no país, que esboça um plano para proibir a venda de modelos tradicionais até 2025.

Mudanças fiscais e na infraestrutura viária já estão por todos os lados.

Ao longo dos últimos anos, a Noruega eliminou impostos sobre os veículos limpos e foi ainda mais longe, oferecendo estacionamento gratuito e acesso a corredores de ônibus, o que ajudou a tornar os carros híbridos e elétricos “bestsellers" no país.

O empenho norueguês para “esverdear" o transporte está totalmente ligado às metas climáticas do país. Nos termos do Acordo de Paris, a Noruega se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 40% até 2030 em relação aos níveis de 1990.

Como a matriz energética do país é predominantemente dominada por usinas hidrelétricas, o setor de transporte, historicamente dominado por veículos a diesel e a gasolina, tornou-se foco das ações do governo.

E os resultados dessa transição são notáveis. Atualmente, a Noruega é líder mundial na venda de veículos elétricos.

Segundo estimativas da Agência Internacional de Energia (AIE), em 2017, a participação do mercado norueguês representou 39% nas vendas de elétricos em todo o mundo.

02 de Abril de 2019 (15:27)

Publicação: Portal Nacional Segs - Notícias

Robôs não vão dominar só empregos considerados automatizáveis hoje.

Será que o seu está livre?

Por Mateus Baumer Azevedo, Sócio da Bluelab

Há uns 14 anos, quando morei na Austrália, trabalhei em vários lugares. Um deles, uma processadora de vegetais, onde minha função era receber pacotes preenchidos pelos colegas e verificar se cada pacote de vagem estava pesando exatamente 1 kg, ajustar a quantidade quando necessário, e depois selar o pacote. Há cerca de um ano, estava na Google e, em uma apresentação, conheci uma máquina que selecionava vegetais não só pelo peso, mas também pela aparência, tamanho e cor. A máquina era integrada a um serviço deles na nuvem. Ou seja, se um dia eu tiver um filho e ele quiser seguir os passos do pai, vai ter que pensar em outro tipo de trabalho na terra dos cangurus, pois sem dúvida esse não existirá mais.

Sim, os robôs também ganharão espaço naqueles setores que, hoje em dia, ainda são totalmente dominados por humanos e onde pouco se conseguiu automatizar, como nos controles de qualidade de fazendas, fábricas e processos produtivos. Muitas fábricas super automatizadas ainda hoje têm sua área de controle de qualidade bastante manuais.

Além do setor agrícola, os robôs ainda têm muito espaço a conquistar em outras áreas, como na manutenção doméstica. Em um futuro não muito remoto, teremos geladeiras, fogões, máquinas de lavar que fazem autodiagnostico. Isso mesmo! Por exemplo, sua geladeira poderia lhe enviar uma mensagem por Whatsapp avisando que, por ter identificado um defeito na ventoinha, mandou imprimir a nova peça na sua impressora 3D. O objetivo da mensagem será checar se você mesmo vai trocar a peça quando chegar em casa, ou se ela deve acionar um técnico. Se decidir por trocar sozinho, a geladeira vai lhe enviar um tutorial em forma de vídeo. Caso contrário, vai perguntar se você prefere contratar o técnico mais barato ou mais rápido para fazer isso por você.

Uma das principais redes de fast food do mundo, com atuação no Brasil, já começou a automatizar o atendimento ao cliente. Em São Francisco, nos Estados Unidos, foi inaugurado já há quase dois anos o Cafe X, um quiosque em que a bebida é servida por um robô, sem intervenção humana.

Se você pensava que os robôs dominariam empregos apenas em lugares mais "óbvios", como a linha de produção da indústria automobilística ou empresas de tecnologia, pare de se iludir. Chegou a hora de parar para pensar se sua função também pode ser substituída, e de agir para aproveitar essas ondas de automação e não ficar para trás.

Meu objetivo não é assustar ninguém, mesmo porque sempre existirá um limite nas ondas de automação, por mais fortes que sejam. Sempre haverá uma maneira para as pessoas se adaptarem aos novos cenários do mercado de trabalho. Mas, para isso, você precisa estar atento a todas as mudanças que já chegaram e àquelas que ainda estão por vir. Antecipar-se e estar preparado sãos os primeiros passos para que essa adaptação ocorra de maneira tranquila. Portanto, não se assuste, mas esteja sempre antenado e bem informado!

Lembre-se, para atingir tais estágios de automação, muita gente vai ter que desenvolver tecnologia e implementá-las. Será que você não pode ser uma delas?

Sobre Mateus Baumer

Sócio da BlueLab e responsável pela Diretoria de MKT e Vendas

Formado em Administração pela ESPM (SP), com pós-graduação em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral, Mateus é um dos sócios da BlueLab, responsável pela diretoria de marketing e vendas da companhia. Nessa função, desenvolve a estratégia de vendas, sempre com foco na evolução do modelo de negócios, na experiência do usuário e nas diversas plataformas tecnológicas. Além disso, faz questão de participar da contratação de todos os novos profissionais da empresa.

Mateus iniciou sua carreira em Trade Marketing na Danone do Brasil, onde permaneceu por dois anos. Em seguida, assumiu a reestruturação de empresas familiares na área metalúrgica, expandindo e diversificando para novos mercados, como projetos de arquitetura estrutural, que garantiram o crescimento mesmo na crise. Em 2012, ingressou na BlueLab, e fez mudanças significativas na empresa, saltando de uma companhia mais técnica de desenvolvimento de produtos para uma focada em atendimento e experiência do cliente. Fluente em inglês e espanhol, Mateus morou na Austrália por um ano. É grande estudioso e amante da escola austríaca de economia e do livre mercado.

Sobre a Bluelab

Fundada em 2008, a Bluelab é uma empresa de automação de atendimento, que usa bots complexos de voz e chat. Oferece serviço completo aos seus clientes, desde o desenvolvimento da persona do robô, implementação, até o suporte técnico, incluindo a evolução da base de conhecimento contínua, infraestrutura de TI e integrações, sem custos adicionais. Alguns dos seus principais clientes são Sky, Itaú, Dufry, Previsul, Mercedes-Benz, Gafisa, Banco do Brasil, GloboPlay, Centauro, Teleperformance, entre outros. A Bluelab já foi premiada pela Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), Frost & Sullivan e mais recentemente (junho 2018), recebeu o Prêmio Cliente S.A na categoria 'Melhor Projeto Estratégico', com o case da GloboPlay. Para mais informações, acesse:www.bluelab.com.br.

02 de Abril de 2019 (00:46)

Publicação: Zero Hora - Mundo

EUA investiga incêndios em carros de Kia e Hyundai

As autoridades americanas anunciaram nesta segunda-feira a abertura de investigações envolvendo Kia e Hyundai, após mais de 3.100 queixas sobre princípios de incêndios espontâneos em veículos fabricados pelas duas montadoras sul-coreanas.

Os incidentes estão vinculados à uma morte e 103 ferimentos até o momento, informou a Agência Nacional de Segurança para o Trânsito nas Estradas (NHTSA, sigla em inglês).

Segundo a agência, quase 3 milhões de veículos da Kia e da Hyundai poderão ser retirados do mercado ao final das investigações, que começaram em 29 de março.

Estão em análise cerca de 1,3 milhão de modelos Hyundai Sonata e Santa Fé fabricados entre 2011 e 2014, e quase 1,7 milhão de modelos Kia Optima e Sorento, de entre 2011 e 2014, e Kia Soul, entre 2010 e 2015.

A morte citada envolveu um automóvel da Kia, grupo que também responde pelo maior número de lesões (77) e queixas (1.784).

Os documentos publicados pela NHTSA informam que as queixas recebidas envolvem incêndios espontâneos, especialmente no compartimento do motor.

Alertado em junho de 2018 por uma associação de usuários, a NHTSA solicitou documentos aos dois fabricantes dois meses após após saber dos incêndios e de suas consequências.

"Já está na hora de que todo o poder do governo federal seja aplicado para se saber por que motivo milhares de veículos Kia e Hyundai estão envolvidos em incêndios sem colisão", disse Jason Levine, alto funcionário da associação Center for Auto Safety (CAS).

"Esperamos que esta decisão leve à retirada destes carros o mais cedo possível".

Contactados pela AFP, Kia e Hyundai ainda não responderam.

Desde 2015, cerca de 6 milhões de veículos das duas montadoras sofreram problemas semelhantes, mas apenas 2,4 milhões passaram por recall.

* AFP

02 de Abril de 2019

Publicação: Estadão Economia e Negócios

Caoa fecha acordo para comprar fábrica e produzir caminhões da Ford

A Caoa vai assumir as operações da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O grupo brasileiro, capitaneado por Carlos Alberto de Oliveira Andrade, inclusive, já assinou acordo para a compra da unidade, segundo fontes ligadas à negociação.

Na fábrica paulista, a Caoa manterá apenas a produção de caminhões. Até recentemente, também era produzido na unidade o hatch Fiesta. A ideia da Caoa é fazer os veículos pesados sob licença da Ford. A empresa já é hoje a maior revendedora da marca hoje no País.

Trata-se de uma operação parecida com a que o grupo mantém com a Hyundai em Anápolis (GO). Lá, são montados o Hyundai Tucson e ix35, além dos Tiggo 5X e Tiggo 7.

Em fevereiro, a Caoa já havia confirmado o interesse na fábrica. Em nota divulgada na ocasião, o grupo informou que mantém uma "forte parceria" com a Ford há quatro décadas.

"Dessa forma, é natural que a Caoa e a Ford conversem sobre futuros negócios. Assim como ocorre com outras empresas sempre que há uma boa oportunidade", dizia o comunicado.

Oficialmente, nenhuma das duas empresas confirma o acordo. "Não vamos nos manifestar sobre o tema", limitou-se a dizer um porta-voz da Ford.

A venda das instalações da Ford vem sendo intermediada pelo governador de São Paulo, João Dória (PSDB). O objetivo principal é manter operações de produção no local, bem como a mão de obra, conforme pede o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, cujos dirigentes chegaram a ir aos Estados Unidos pedir para a matriz rever a decisão do fechamento.

A Ford emprega atualmente no local 4,5 mil funcionários, sendo 3 mil diretos e 1,5 mil terceirizados.

Estratégia global

A venda da fábrica da Ford no ABC paulista faz parte de um plano global de reestruturação da companhia norte-americana. Em abril do ano passado, o jornal O Estado de S. Paulo noticiou que a empresa deixaria de oferecer os sedãs Fiesta, Focus e Fusion nos EUA e concentraria os investimentos na produção de SUVs. O objetivo da montadora é melhorar a rentabilidade.

Embora em 2017 a Ford tenha registrado lucro líquido global de US$ 1,74 bilhão, valor quase 9% superior ao US$ 1,6 bilhão de 2016, a margem caiu de 6,4% para 5,2%, nos EUA. Até 2020, a empresa pretende ampliar a margem para 8% globalmente e em 10% nos EUA. Com isso, a Ford deverá cortar US$ 25,5 bilhões em custos.

O plano também inclui uma parceria com a Volkswagen. Diferentemente do que ocorreu quando as duas companhias formaram a Autolatina, o acordo não prevê compra ou troca de ações entre as montadoras.

O objetivo da parceria é o desenvolvimento conjunto de vans comerciais e picapes médias a partir de 2022. O primeiro produto desse acordo será a nova Ranger, que ganhará sua versão da VW.

As duas empresas também trabalharão juntas para desenvolver carros elétricos. Outra frente será o aperfeiçoamento de sistemas que permitirão o avanço da operação de veículos autônomos.

Um dos passos para viabilizar o carro sem motorista é a interação entre os veículos e o entorno. Essa tecnologia, batizada de V2X, conta com a colaboração de várias marcas e foi apresentado em janeiro pela Ford na CES, feira de tecnologia em Las Vegas (EUA).

Agressivo

A Caoa vem investindo pesado no Brasil. O grupo brasileiro também é o importador oficial das marcas Hyundai e Subaru. No fim de 2017, a Caoa comprou parte das operações da Chery no Brasil. Com isso, incorporou a fábrica da marca chinesa em Jacareí (SP) - a empresa já produzia veículos da Hyundai em Anápolis (GO).

De lá para cá, já lançou quatro modelos da nova marca Caoa Chery no mercado nacional. São eles os SUVs Tiggo 2, Tiggo 5X e Tiggo 7 e o sedã Arrizo 5X.

O resultado é que a Caoa Chery foi a marca que mais cresceu no País em 2018. Foram 8.640 unidades vendidas no ano passado, ente 3.734 em 2017, uma alta de 131%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

02 de Abril de 2019

Publicação: Estadão Economia e Negócios

Venda de carro tem melhor trimestre desde 2015

As vendas da indústria automobilística em março, incluindo caminhões e ônibus, somaram 209,2 mil unidades, com pequena alta de 0,87% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 5,3% na comparação com fevereiro. Foi o melhor resultado para março desde 2015, segundo dados preliminares do setor.

No acumulado do trimestre, foram vendidos 607,6 mil veículos, também o melhor desempenho para o período nos últimos quatro anos. Em relação aos primeiros três meses do ano passado, as vendas aumentaram 11,4%, coincidentemente o mesmo porcentual de alta de negócios previsto pelas fabricantes para o ano todo.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) projeta mercado total de 2,86 milhões de veículos neste ano ante 2,566 milhões em 2018. Na quinta-feira, a entidade divulgará dados de produção e exportações de março e do primeiro trimestre.

Somente o segmento de automóveis e comerciais leves vendeu no mês passado 200 mil unidades, quase o mesmo volume de um ano atrás, mas 5% melhor que em fevereiro. No ano, as vendas somaram 581,4 mil unidades, 9% a mais que no mesmo intervalo de 2018.

Já as vendas de caminhões e ônibus continuam em significativa recuperação e somaram 9,1 mil unidades no mês passado e 26,1 mil no trimestre - 51% a mais no comparativo com igual intervalo do ano passado.

No ranking de vendas de automóveis e comerciais leves no primeiro trimestre, a General Motors segue na liderança, com 106,4 mil unidades comercializados no período, alta de 16% em relação ao ano passado. A Volkswagen ficou em segundo lugar, com 82,3 mil unidades, 6,2% acima do volume dos três primeiros meses de 2018.

A Fiat registrou aumento de 23% em suas vendas neste ano, somando 78,8 mil veículos, enquanto a Renault teve alta de 29,3%, para 51,2 mil unidades.

Ford cai

A Ford foi a única fabricante entre as cinco primeiras no ranking a registrar queda de 1,4%, somando 48 mil unidades vendidas. A empresa anunciou que vai fechar a fábrica no ABC paulista, onde produz caminhões e o modelo Fiesta.

A unidade está com a produção parada desde 19 de fevereiro, quando comunicou o fechamento e os trabalhadores decidiram suspender atividades em protesto contra a decisão, mas também por entenderem que havia riscos de acidentes se continuassem na linha de produção após o impacto da notícia.

Uma das marcas que deu salto significativo nas vendas foi a chinesa Chery, que teve 50% da fábrica de Jacareí (SP) adquirida pelo grupo brasileiro Caoa no fim de 2017. Nos últimos meses, o grupo vem desenvolvendo intensa campanha de marketing de carros da marca, em especial do recém-lançado SUV Tiggo. No primeiro trimestre de 2018, a Chery sequer aparecia na lista das 21 marcas que mais vendem carros no País, feita pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave). Na ocasião, a última marca da lista vendeu 1.060 veículos. Neste ano, a Chery é a 15° colocada, com vendas de 3.724 carros.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

02 de Abril de 2019

Publicação: Logweb - Notícias

Volkswagen e AWS unem forças para transformar manufatura automotiva

A Amazon Web Services (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), e o Volkswagen Group anunciaram um contrato global por vários anos para a construção da Volkswagen Industrial Cloud, uma plataforma de produção digital industrial baseada na nuvem, que transformará os processos de fabricação e logística da empresa automotiva. A Volkswagen contará com o amplo e a aprofundado portfólio de serviços da AWS, incluindo IoT, machine learning, análise e serviços de computação para aumentar a eficiência e a disponibilidade da fábrica, melhorar a flexibilidade de produção e aumentar a qualidade dos veículos.

A Volkswagen Industrial Cloud reunirá dados em tempo real de todas as 122 fábricas do Grupo Volkswagen para gerenciar a eficácia geral dos equipamentos de montagem, bem como rastrear peças e veículos. A Volkswagen usará o conjunto de serviços da AWS IoT, incluindo AWS IoT Greengrass, AWS IoT Core, AWS IoT Analytics e AWS IoT SiteWise, para detectar, coletar, organizar e executar análises sofisticadas sobre dados do chão-de-fábrica. Os serviços de IoT da AWS fornecerão novos insights sobre as operações de manufatura em todas as instalações, otimizando a produção e melhorando a eficiência do processo. Com um Data Lake para toda a empresa baseado no Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) para analisar os dados, a Volkswagen colherá insights para identificar as tendências operacionais, melhorar a previsão e simplificar as operações, identificando lacunas na produção e nos resíduos. A Volkswagen usará o Amazon SageMaker, um serviço totalmente gerenciado que fornece aos desenvolvedores e cientistas de dados a capacidade de construir, treinar e implantar modelos de aprendizado de máquina rapidamente para otimizar a operação de máquinas e equipamentos em todas as fábricas. Adicionalmente, a Volkswagen planeja usar o AWS Outposts, que fornece serviços, infraestrutura e modelos operacionais nativos da AWS no local, proporcionando funcionalidade perfeita entre o chão de fábrica e a nuvem para aplicações sensíveis à latência, oferecendo uma experiência híbrida consistente.

Continuaremos a fortalecer a produção como um fator competitivo fundamental para o Grupo Volkswagen. Nossa colaboração estratégica com a AWS criará as bases, diz Oliver Blume, presidente do conselho executivo da Porsche AG e membro do conselho de administração da Volkswagen Aktiengesellschaft, responsável por `Produção'. O Grupo Volkswagen, com sua expertise global na produção de automóveis, e a AWS, com seu know-how tecnológico, complementam-se extraordinariamente bem. Com a nossa plataforma global da indústria, queremos criar um ecossistema industrial em crescimento, com transparência e eficiência, trazendo benefícios para todos os envolvidos.

A nuvem industrial da Volkswagen, que reinventará seus processos de fabricação e logística, é mais um exemplo de como a Volkswagen continua inovando e liderando, disse Andy Jassy, CEO da AWS. A colaboração da Volkswagen e da AWS terá um profundo impacto na eficiência e na qualidade da produção em toda a cadeia de fornecimento global da Volkswagen, pois a Volkswagen obtém acesso à nuvem mais ampla e profunda, com maior funcionalidade, maior inovação, maior desempenho e segurança, e maior comunidade de parceiros e clientes do que qualquer outro provedor de infraestrutura. Estamos fortemente alinhados com os negócios da Volkswagen para ajudá-los a reimaginar o futuro da fabricação de automóveis, aproveitando todos os benefícios que a nuvem pode oferecer.

02 de Abril de 2019

Publicação: DCI - Notícias

Papel de montadoras ultrapassará fabricação e venda de caminhões

Andreas Renschler, CEO da TRATON SE e conselheiro da Volkswagen AG, afirma em artigo que a eletromobilidade sozinha não resolve o problema do transporto rodoviário no futuro. Precisamos de avanços significativos na área de custos, com formas alternativas e híbridas de condução de veículos comerciais, em especial, as economicamente vantajosas.

02 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Ford avança na eletrificação europeia

REDAÇÃO AB

A Ford anunciou em Amsterdã, na Holanda, o lançamento de uma linha avançada de veículos eletrificados. Serão ao todo 16 modelos. O primeiro é uma variante híbrida plug-in do Kuga, um SUV pouco maior que o EcoSport.

Com isso o Kuga se torna o primeiro carro da montadora a oferecer três versões de motorização eletrificada, a híbrida plug-in, a híbrida e também uma híbrida leve (mild hybrid), em que o alternador é capaz de ajudar na movimentação do carro e na redução de consumo de combustível utilizando-se de um sistema elétrico auxiliar dotado de bateria de 48 volts.

Entre os lançamentos há opções híbridas plug-in do Ford Explorer (com sete lugares) e do Tourneo (para oito pessoas). A montadora também revelou os novos Fiesta EcoBoost e Focus EcoBoost dotados de tecnologia híbrida leve para redução de consumo e emissões de CO2. No evento em Amsterdã a Ford anunciou ainda uma nova versão do furgão Transit totalmente elétrica para integrar sua linha comercial em 2021.

“Nossos novos híbridos tornarão a eletrificação mais relevante e acessível”, afirma o presidente da Ford europeia, Stuart Rowley.

Cada novo veículo que apresentarmos terá uma versão eletrificada que mais se adapte à necessidade e ao bolso do consumidor europeu”, garante o executivo. A lista dos novos veículos previstos pela montadora inclui um SUV 100% elétrico inspirado no Mustang. Terá autonomia de 600 quilômetros e estará à venda em 2020.

02 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Librelato vende 180 implementos à Fontanella

Empresa catarinense expande a frota com semirreboques e rodotrens

REDAÇÃO AB

A Librelato fechou acordo para fornecimento de 180 implementos rodoviários para a Fontanella, empresa de logística de Santa Catarina. O contrato prevê a venda de 90 semirreboques e 90 rodotrens para movimentação de cargas secas.

A entrega dos implementos vai ocorrer durante o ano de 2019. A aquisição faz parte de um plano de ampliação da frota: “Estamos nos antecipando para um aquecimento na demanda por transporte rodoviário neste ano”, afirma o sócio-diretor da empresa, Valdir Fontanella.

Os semirreboques adquiridos têm capacidade de carga de 36 toneladas e os rodotrens, 47 toneladas. Vão transportar revestimento cerâmico, grãos, papel e atender ao setor metal-mecânico. Devem percorrer de 10 mil a 15 mil km por mês, principalmente nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A Fontanella tem mais de 500 equipamentos da Librelato, mas esta foi a maior compra única e o maior investimento realizado com a marca até hoje.

De acordo com a Anfir, associação que reúne os fabricantes do setor, a venda de implementos no primeiro bimestre já havia somado 16,5 mil unidades, resultando em crescimento de 54,4% sobre o mesmo período do ano passado. É provável que o resultado do trimestre mantenha um porcentual de crescimento muito próximo ou superior a 50%.

02 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

VWCO unifica área comercial nacional e internacional

O vice-presidente Ricardo Alouche passa a responder pelos negócios também no exterior, além do Brasil

REDAÇÃO AB

A Volkswagen Caminhões e Ônibus unifica sua área comercial nacional com a internacional, integrando os departamentos de vendas, marketing e pós-vendas de ambas as operações. Para isso, a VWCO nomeou o vice-presidente comercial, Ricardo Alouche, como responsável pelos negócios também no exterior, além do Brasil. Leonardo Soloaga foi indicado como novo diretor de vendas internacionais e se reportará a Alouche. No Brasil, a coordenação regional de vendas se concentrará nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

“São mudanças que nos trarão ainda mais resultados e agilidade, sempre buscando oportunidades de crescimento das nossas vendas e serviços. Identificamos um grande potencial de sinergia nas áreas comerciais que coexistiam até agora, com reflexos positivos em nosso plano de crescimento”, comenta o presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Roberto Cortes.

Por sua vez, Marcos Forgioni, que ocupava a vice-presidência de vendas internacionais, deixa a empresa.

“Sentimos por ver o Forgioni deixar a companhia após quase duas décadas de dedicação ao crescimento mundial da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus. Ele teve um papel fundamental em nossa internacionalização, deixando um legado para nosso avanço futuro”, disse Cortes. “Em nome de toda a VWCO, agradeço ao Forgioni por suas valorosas contribuições e desejo o melhor em seus novos desafios.”

02 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Siemens fornecerá tecnologia para Volkswagen Industrial Cloud

Ecossistema que inclui a Amazon Web Services vai conectar cadeia de fornecedores e usar inteligência de dados

GIOVANNA RIATO, AB | De Hannover (Alemanha)

A Siemens vai trabalhar ao lado da Amazon Web Services na construção e operação da Volkswagen Industrial Cloud, sistema de inteligência de dados e processos que a fabricante de veículos vai implementar em 122 fábricas no mundo. A companhia fornecerá à montadora a tecnologia MindSphere, sistema de Internet das Coisas (IoT) que funciona como plataforma aberta, capaz de abrigar uma série de novas funcionalidades e aplicativos que trabalharão com as informações armazenadas na nuvem da Amazon.

A parceria, que foi anunciada pela Volkswagen no último dia 29, foi comentada pela Siemens durante a Hannover Messe, maior feira de tecnologia industrial do mundo, que abriu as portas na segunda-feira, 1º. “É uma plataforma para a cadeia produtiva que conecta o chão de fábrica à nuvem de dados”, contou Klaus Helmirich, membro do conselho de administração da empresa e CEO da divisão de indústria digital.

Segundo ele, a ideia é levar transparência e gerar inteligência para a montadora identificar oportunidades de melhoria da produção, aprimorar a qualidade, flexibilizar a operação e, até mesmo, mapear tendências e novas oportunidades de negócio. “O desafio de toda a indústria é garantir mais produtividade com alto nível de customização mesmo em um mercado cada vez mais complexo.”, diz o executivo.

“A eficiência só acontece quando combinamos a automação das fábricas ao uso inteligente de dados. É isso que estamos buscando com a Volkswagen Industrial Cloud”, afirma Klaus Helmirich.

O CEO aponta que o sistema vai gerar ganhos a toda a cadeia produtiva da empresa, já que entregará conhecimento a partir dos dados, o que permitirá aos fornecedores trabalharem com mais eficiência. A solução torna possível de fato criar um padrão para a produção global, detectando os processos mais eficientes em cada fábrica e expandindo essas práticas globalmente.

CADEIA PRODUTIVA INTEGRADA

A solução vai conectar cada máquina e fábrica dos 122 complexos industriais da Volkswagen no mundo – incluindo, claro, o Brasil. Todos os dados gerados nas operações serão armazenados na nuvem. No futuro, a companhia pretende integrar também toda a sua cadeia de 1,5 mil fornecedores no sistema de dados, somando mais de 30 mil fábricas no mundo. Esta etapa pode ser um desafio no Brasil, onde os elos mais distantes da montadora na cadeia produtiva ainda têm dificuldade para adotar conceitos de Indústria 4.0 em suas plantas.

“A questão é que não existe transformação digital apenas dentro do seus próprios muros. A cadeia produtiva precisa vir junto”, diz José Borges Frias Júnior, diretor de estratégia da Siemens no Brasil.

Segundo ele, para alcançar o potencial máximo de produtividade e flexibilidade na operação como a Volkswagen almeja com o novo sistema é essencial ter todos os fornecedores integrados no sistema.

01 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Ducati comemora alta de 26,4% em vendas

Com 297 motos emplacadas, trimestre foi o melhor desde sua entrada no Brasil, em 2012

REDAÇÃO AB

Neste primeiro trimestre a Ducati registrou 297 unidades emplacadas, volume 26,4% mais alto que o anotado em igual período do ano passado. Segundo a empresa, este também foi o melhor trimestre desde o início de sua operação no Brasil, em 2012.

De acordo com Diego Borghi, presidente da Ducati no País, o resultado reflete um forte trabalho sobre a marca nos últimos 30 meses. “Sem dúvida, a unidade brasileira está em seu melhor momento”, comemora o executivo.

“A sinergia com a rede de concessionários e uma equipe comprometida têm sido fundamentais para a conquista deste resultado”, destaca Borghi. Até o fim do ano a Ducati poderá experimentar um crescimento ainda mais alto nas vendas por causa do compartilhamento de espaço entre as motos e os carros da Audi (marca que adquiriu a Ducati em abril de 2012).

Na segunda quinzena de março foi inaugurada em Campo Grande (MS) a primeira concessionária do País em que os carros da marca premium do Grupo VW ficam lado a lado no showroom com as motocicletas.

1 de abril de 2019 Publicação:

Automotivebusiness

Venda motos cresce 2,2% em março, apesar do carnaval

Emplacamentos superaram 86 mil unidades; média diária de 4,5 mil motocicletas foi a melhor do ano

MÁRIO CURCIO, AB

Apesar do carnaval e do menor número de dias úteis, a venda de motos em março superou as 86 mil unidades e registrou alta de 2,2% sobre fevereiro. A média diária de emplacamentos subiu de 4,2 mil para 4,5 mil unidades, a mais alta do ano. Os números foram obtidos a partir de dados do Renavam até o dia 28 de março e de estimativas feitas por Automotive Business.

Os emplacamentos do trimestre somaram 257,8 mil unidades, anotando alta de 17,5% sobre iguais meses do ano passado. A recuperação do segmento decorre do aumento da confiança do consumidor, da maior oferta de crédito e do aumento da participação dos consórcios.

A Honda CG 160, moto mais vendida do País, se aproximou das 74 mil unidades entre janeiro e março de 2019 e cresceu 25,9% na comparação interanual. A segunda colocada foi a Honda Biz 110/125, com 38,3 mil unidades e alta de 21,6%.

Chama atenção a alta nas vendas da Yamaha 150 Crosser, a sexta colocada no ranking geral. Com mais de 6 mil unidades no trimestre, anotou crescimento de 58% sobre iguais meses do ano passado. A transição de ano-modelo e os preços camaradas para a linha 2018 ajudam a explicar a alta.

Outra Yamaha com aumento importante nas vendas foi a YS 250 Fazer. Com mais de 5,4 mil unidades de janeiro a março, registrou acréscimo de 47% na comparação interanual.

HONDA ELITE CAMINHA PARA A VICE-LIDERANÇA DOS SCOOTERS

O ranking dos scooters mostra o Honda PCX 150 com folga na liderança. Teve 5,6 mil unidades no trimestre. O segundo lugar ainda é do Yamaha NMax 160, com 3,4 mil emplacamentos no período. E o recém-lançado Honda Elite 125 atingiu 3,2 mil unidades no acumulado dos três meses. Encostou no segundo colocado e roubou o terceiro lugar do Yamaha Neo 125 (2,8 mil unidades no trimestre). No acumulado até maio o Elite 125 deve tomar também o segundo lugar do NMax.

01 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Tora Transportes investirá R$ 25 milhões em plataforma digital

Com desenvolvimento da Truckpad, sistema Tora Digital funcionará como Uber para contratação de caminhoneiros autônomos

REDAÇÃO AB

A Tora Transportes investirá R$ 25 milhões nos próximos dois anos para a criação de uma plataforma digital e pela qual a empresa administrará sua operação de contratação de transportadores autônomos de carga. O sistema Tora Digital, que funcionará como um Uber do transporte, será desenvolvido pela equipe do TruckPad, dona do maior aplicativo de caminhoneiros do Brasil.

“Escolhemos a TruckPad dentre inúmeras startups existentes pois consideramos que é uma empresa de primeira linha, que tem amplo conhecimento técnico e ferramentas atualizadas e ideais para darmos início à nossa transformação digital”, destaca a diretora-presidente da Tora Transportes, Janaína Araújo. “Com isso esperamos melhorar recursos, diminuir tempos operacionais e melhorar a nossa performance na contratação dos autônomos. Isso ainda aliado a importante ajuda que ofereceremos aos nossos caminhoneiros parceiros na busca por cargas de retorno, evitando que rodem vazios procurando por fretes”, completa a executiva.

Os algoritmos e toda estrutura já criados pelo TruckPad servirão como exemplo e ponto de partida para a criação do serviço Tora Digital. Segundo a empresa, o investimento será aplicado em várias startups e outras iniciativas que contribuam para o desenvolvimento do sistema, criação de novos parâmetros digitais e fomento da nova tecnologia.

Segundo Janaína, o sistema prevê não só gerenciar a contratação de caminhoneiros autônomos, mas também, por meio de modernas ferramentas de mobilidade, como geolocalização entre outros, estabelecer um novo padrão operacional, digitalizando todas as etapas do processo e construindo um big data, que servirá de base para alimentador a central de gerenciamento de negócios da companhia.

“A Tora está seguindo uma tendência de mercado que é buscar soluções digitais para aumentar sua performance operacional e dar mais agilidade e visibilidade em seus processos. Estamos colocando todo o know-how do TruckPad neste projeto, que representa o maior investimento em tecnologia digital já feito por uma empresa tradicional do setor de transporte de cargas brasileiro. Antes, as empresas buscavam investimentos em tecnologia com apenas um grande fornecedor. Agora, na era digital, investir em startups e na busca de diversas pequenas soluções para alavancar seu negócio é o novo mindset”, diz o fundador e CEO do TruckPad, Carlos Mira.

01 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

BYD lança primeiro ônibus biarticulado elétrico

Modelo fará estreia no sistema de BRT Transmilênio, em Bogotá, na Colômbia

REDAÇÃO AB

A fabricante de veículos elétricos BYD lança seu primeiro ônibus biarticulado elétrico, modelo com 27 metros de comprimento e capacidade para transportar 250 pessoas. O veículo foi apresentado em um evento na cidade de Shenzen, onde fica a sede da empresa na China, onde foi anunciado que a estreia do modelo será na América Latina, no sistema de BRT Transmilênio, em Bogotá, na Colômbia.

Segundo a fabricante, é o primeiro ônibus elétrico do mundo equipado com o sistema 4WD distribuído, que pode alternar entre tração de duas ou quatro rodas. O veículo, que atinge velocidade máxima de 70 km/h, tem carroceria em liga de alumínio, sistema de gerenciamento de calor de bateria e sistema regenerativo de energia. Uma carga tem autonomia de quase 300 quilômetros.

“A BYD mais uma vez usa sua tecnologia para solucionar dois grandes problemas urbanos: congestionamento e poluição”, disse a vice-presidente sênior da BYD, Stella Li. “O K12A trará zero emissões para os sistemas de BRT, permitindo que os passageiros desfrutem de viagens silenciosas e sem poluição, ao mesmo tempo em que economiza custos significativos de manutenção para os operadores”, completou.

“Estou confiante que os ônibus elétricos de 27 metros da BYD são o futuro dos sistemas de BRT”, disse Luis Carlos Moreno, CEO da Express, cliente da BYD na Colômbia.

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