08 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Volkswagen entrega 90 micro-ônibus à Região Sul

Veículos vão atuar em ações de assistência social e fazem parte de grande licitação de 500 unidades

REDAÇÃO AB

A Volkswagen entregou à Região Sul 90 micro-ônibus. Os veículos foram adquiridos pelo então Ministério do Desenvolvimento Social, agora Ministério da Cidadania. Os ônibus fazem parte de uma grande licitação de 500 unidades vencida pela fabricante.

Foram configurados para atender às regiões rurais do País e são montados sobre o chassi Volksbus 8.160 ODR, o mesmo fornecido ao programa federal Caminho da Escola. O Rio Grande do Sul já recebeu 43 unidades, Santa Catarina outras 30 e o Paraná, 17.

Os micro-ônibus recebem carroceria Neobus com equipamento de acessibilidade DPM (Dispositivo de Poltrona Móvel) e transportam 25 pessoas. Esses veículos permitem a realização de ações da assistência social, sobretudo para atender pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade. Segundo a Volkswagen Caminhões e Ônibus, os ônibus foram entregues nas concessionárias da região (RF, Transrio e Servopa).

08 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Volare desenvolve dois modelos para a Costa Rica

Novos Fly e Attack são montados sobre chassis Volkswagen e Mercedes em configurações para até 30 passageiros

REDAÇÃO AB

A fabricante de ônibus Volare desenvolveu dois novos modelos voltados a companhias de transporte da Costa Rica. O Fly 9 Executivo foi montado sobre o chassi Volkswagen 10.160 e o Volare Attack 9, no Mercedes OF 917.

“Para atuar de forma competitiva na Costa Rica pesquisamos soluções e configurações diferentes das adotadas normalmente e desenvolvemos veículos com características únicas”, afirma o gerente de exportação, Rodrigo Bisi. O Fly 9 Executivo recebe 30 poltronas com entradas USB individuais, ar-condicionado, piso com revestimento que imita madeira, parede de separação total no salão de passageiros, porta-pacotes, geladeira, rádio, sistema de áudio com DVD e monitores, microfone e câmera de ré.

O Volare Attack 9 é o primeiro exportado para a Costa Rica com chassi Mercedes-Benz OF 917 e tem duas configurações: uma com 30 poltronas, bagageiro e porta-pacotes convencionais e outra com 26 poltronas e porta-malas estendido para maior capacidade de bagagem. Recebe ar-condicionado, piso imitando madeira, parede de separação completa, geladeira, sistema de áudio e vídeo com rádio, DVD, monitores, microfone e câmera de ré.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Autopeças faturam 17,4% a mais em 2018

Crescimento do mercado interno e exportações ajudaram indústria local

REDAÇÃO AB

O faturamento das fabricantes de autopeças cresceu 17,4% no acumulado de 2018 sobre o ano interior. Segundo o Sindipeças, entidade que reúne empresas do setor, o ano foi ajudado pela melhora no desempenho do mercado interno e também pelas exportações, que a despeito da Argentina alcançaram diversificação de mercado e maior volume de transações.

As entregas para as montadoras cresceram 17,3%. Esse canal respondeu por mais de 60% das vendas da indústria de autopeças. E as exportações, que detêm parcela próxima a 20% do faturamento, anotaram alta de 26,5% quando analisadas em reais e de 10,8% em dólares. As transações com o mercado de reposição cresceram menos, 7,9%. Mas a fatia do segmento fechou 2018 próxima a 15%.

Ainda de acordo com o Sindipeças, a utilização da capacidade instalada na indústria de autopeças registrou média próxima a 70% durante o ano passado, crescendo 4,5 pontos porcentuais sobre 2017. E o emprego no setor aumentou 8,1%.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

GM recua, promete investir R$ 5 bi em São José e fecha acordo com metalúrgicos

Empresa e trabalhadores fazem concessões para reduzir custos trabalhistas na fábrica

PEDRO KUTNEY, AB

Após seis reuniões em duas semanas de negociações, GM e os metalúrgicos da fábrica de São José dos Campos (SP) chegaram a um acordo para reduzir custos trabalhistas na unidade. Em assembleia realizada no meio da tarde da quarta-feira, 7, cerca de 4 mil trabalhadores dos dois turnos aprovaram por maioria uma lista de 10 propostas da empresa, que segundo comunicado do sindicato local vão garantir investimentos de R$ 5 bilhões para viabilizar um novo projeto na unidade – a nova geração da picape S10 e um SUV derivado, de acordo com alguns fornecedores.

Também em comunicado oficial, a empresa confirmou que “as negociações com o sindicato e funcionários da fábrica da General Motors em São José dos Campos foram encerradas com sucesso”. Sem confirmar o investimento na unidade informado pelo sindicato, a nota apenas afirma que “este é mais um passo para a concretização do plano de viabilidade da GM (no País)” e acrescenta que “as tratativas com os fornecedores, governo e outros interessados continuam de forma diligente”.

A GM conseguiu importante vitória na fábrica em que mantém as relações trabalhistas mais conturbadas desde o início desta década. Em 2013 foi negociado com trabalhadores e governos municipal e estadual um projeto de novo investimento em São José, que acabou engavetado e a unidade ficou de fora do atual programa de R$ 13 bilhões no período 2015-2019, que contemplou as plantas de São Caetano e Gravataí.

A lista de propostas da GM inicialmente colocada sobre a mesa de negociações tinha 28 itens, que ao longo das últimas duas semanas caíram para 10. A empresa reduziu o número de exigências, desistiu de aumentar a jornada de 40 para 44 horas semanais e adotar a terceirização irrestrita na fábrica, por exemplo. Em contrapartida, os trabalhadores aceitaram parte dos cortes para tentar afastar os temores de possível fechamento da planta, diante da reestruturação global que a companhia vem colocando em prática há alguns anos.

Entre as propostas aprovadas pelos trabalhadores de São José (veja lista completa mais abaixo), estão a redução de rejustes salariais pela inflação até 2020 com pagamento de abonos fixos, desconto no bônus de participação nos resultados este ano (será de R$ 7,5 mil) e fixação do valor em 2020 e 2021 (R$ 12.694 por ano corrigidos pela inflação do INPC), rebaixamento do piso de R$ 2,3 mil para R$ 1,7 mil em novas contratações até agosto deste ano e R$ 1,8 mil depois disso (inicialmente a GM queria reduzir a R$ 1,6 mil), além de acordo de flexibilidade com adoção de jornadas de 12 horas, turnos de terça a sábado, terceiro turno em seis dias da semana, trabalho aos domingos.

“O Sindicato é contra qualquer medida que prejudique os trabalhadores, mas respeitamos a decisão da assembleia, que é soberana. Agora vamos nos manter firmes na cobrança para que a GM cumpra o acordo e traga o investimento de R$ 5 bilhões para a fábrica local. Também vamos lutar pela manutenção dos postos de trabalho e estabilidade no emprego”, afirmou em comunicado Renato Almeida, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos.

NEGOCIAÇÕES EM CURSO

Desde o dia 21 de janeiro a GM deu início a duras negociações de cortes de custos de suas operações no Brasil, para segundo a fabricante viabilizar investimentos de R$ 10 bilhões no período 2020-2024. As conversas com os sindicatos das fábricas paulistas de São José e São Caetano do Sul e da gaúcha Gravataí começaram logo após o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, enviar e-mail aos funcionários (vazado à imprensa no mesmo dia 18 de janeiro) para informar que a subsidiária dirigida por ele passava por momento delicado, com acúmulo prejuízos por três anos seguidos na região, o que exigia “sacrifícios de todos” para estancar as perdas (calculadas por fontes em cerca de R$ 1 bilhão só em 2017).

Na fábrica de Gravataí, os trabalhadores rejeitaram as propostas que, na prática, anulariam o acordo em vigor selado em 2017 e que vale até 2020. Depois de protestos e paralisação da unidade, na sexta-feira, 1º, segundo o sindicato local a GM retirou suas exigências e adiou as negociações para o próximo ano – assim evitou maiores prejuízos em sua planta mais produtiva da América do Sul, onde são feitos seus carros mais vendidos (Onix e Prisma) e estão mais maduros investimentos para produzir a nova geração dos dois modelos a partir de julho.

Em São Caetano do Sul os metalúrgicos também tinham acordo com a GM até 2020, parecido com o de Gravataí, e prometiam rejeitar as propostas da empresa, que iam no mesmo sentido de anular os benefícios conquistados. Até o fim do dia na quinta-feira o sindicato dos metalúrgicos na cidade não tinha divulgado nenhuma informação sobre o progresso das negociações com a empresa.

O ACORDO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Veja as cláusulas do acordo fechado entre a GM e os trabalhadores da fábrica de São José dos Campos:

1- Participação nos Resultados com revisão da regra de aplicação, com prevalência da proporcionalidade para quem não tenha trabalhado 180 dias no mínimo no ano de vigência do plano, a partir de 2020. Não entrarão nessa contagem as ausências legais, tais como licença maternidade, paternidade, férias individuais e coletivas, doação de sangue e outras a serem especificadas pela empresa, quando da redação do acordo coletivo;

2- Valores da Participação nos Resultados por três anos: 2019 – R$ 7.500 (excepcionalmente para este ano, sem o conceito de proporcionalidade). 2020 e 2021 – R$ 12.694 por ano, acrescido do INPC de janeiro a dezembro de cada período. A primeira parcela será paga no mês de abril de cada ano;

3- Reajuste Salarial na Data-Base 2019 sem reajuste e pagamento de abono no valor de R$ 2.500. Em 2020 aplicação de 60% do INPC apurado de setembro/19 a agosto/20 com pagamento de abono de R$ 1.500. Em 2021 aplicação de 100% do INPC apurado de setembro/20 a agosto/21;

4- Adicional Noturno: redução gradativa, em março de 2019 passa a ser de 27%, em março de 2020 passará a 24%, em 2021 a 20%. A partir de março de 2019 a hora noturna será considerada das 22h às 6h. Para novas admissões no complexo, a hora noturna será de 20% desde já;

5- Horas Extras: exclusão dos limites de 29 horas no mês ou 275 horas no ano;

6- Auxílio Previdenciário: complementação passará a ser de 60 dias, com aplicação uma única vez no ano civil;

7- Nova Grade Salarial: para toda a unidade de São José dos Campos a faixa inicial de R$ 1.700 a R$ 3.835,60, com progressão de 9 em 9 meses;

8 - Piso Salarial: de R$ 1.700 até 31 de agosto de 2019 e R$ 1.800 a partir de 1º de setembro de 2019, a partir de 1º de setembro de 2020 será reajustado com o INPC do período de 1º de setembro de 2019 a 31 de agosto de 2020;

9 - Garantia de Emprego: manutenção da estabilidade aos acidentados e portadores de doenças ocupacionais para os atuais trabalhadores. Aos novos contratados fica assegurada a legislação vigente;

10 - Renovação dos Acordos de Flexibilidade: escala patrimonial, domingo, jornada 12 x 36, jornada de terça a sábado, terceiro turno 6 x 1, incluindo acordo das folgas anuais e DSR.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Anef prevê alta de 12% do volume de crédito para o financiamento de veículos em 2019

Com isso, o saldo das carteiras pode aumentar na mesma proporção, para R$ 225,3 bilhões

REDAÇÃO AB

Seguindo a tendência de projeção de crescimento para o mercado de veículos, seja da indústria, seja do setor de distribuição, os bancos de montadoras estimam que o crédito para o financiamento desses veículos também aumentará em 2019. Projeções divulgadas na quinta-feira, 7, pela Anef, associação que reúne os bancos de montadoras, indicam que deverá haver um novo ano de alta também para o sistema financeiro.

“Nossa estimativa é que os recursos liberados tenham um aumento de 12,8% em comparação com o fechamento que alcançamos no ano passado, que foi de R$ 125,4 bilhões, e agora estimamos R$ 141,5 bilhões. No caso do saldo de financiamento, projetamos um crescimento de 11,8%, passando de R$ 201,6 bilhões para R$ 225,3 bilhões”, projeta o presidente da Anef, Luiz Montenegro.

Em 2018, o total de crédito liberado para o financiamento de veículos ficou 24% acima do registrado no ano anterior, mostram os números da entidade, o que demonstra que os bancos de montadoras e outras instituições financeiras possuem a liquidez necessária para atender a demanda atual. Para Montenegro, após o período de crise, os brasileiros estão investindo novamente na compra de bens com valores mais elevados.

“Mantemos nossa confiança no crescimento econômico e no desenvolvimento social. Mais uma vez, como foi em 2017, nossas expectativas foram superadas e, após um período de recessão, o financiamento volta a crescer, e ser uma possibilidade para quem quer comprar um veículo. Com a queda da taxa básica de juros, que fechou 2018 em 6,5%, e outros fatores econômicos favoráveis, conseguimos garantir uma previsibilidade que gera mais confiança ao consumidor”, defende o executivo.

O crescimento do crédito refletiu no saldo das carteiras em 2018, que subiu 18% na comparação com o ano anterior, para R$ 201,6 bilhões. Deste total, o CDC respondeu pela maior parte das operações R$ 198,2 bilhões, alta de 18,7%. Já as operações de leasing diminuíram 8,1%, fechando 2018 em R$ 3,4 bilhões.

Com isso, o CDC respondeu por 52% dos financiamentos, pagamentos à vista foram 43% do total de compras de veículos, seguido por consórcios, com 4%, e leasing, com apenas 1%. Para os veículos pesados, que considera as vendas de caminhões e ônibus, o Finame representou 55% dos contratos, seguido pelo CDC, com 27%, compras à vista foram 10%, consórcios responderam por 5% no segmento e leasing, 3%.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Marcopolo implanta centro de fabricação de componentes

Nova área de quase 20 mil m² na unidade Ana Rech já recebeu R$ 30 milhões

REDAÇÃO AB

A Marcopolo iniciou na unidade Ana Rech as operações do novo centro de fabricação de componentes e subconjuntos metálicos. Com investimento total de cerca de R$ 70 milhões, dos quais R$ 30 milhões já foram aplicados, a nova planta é a mais moderna da companhia e serve para centralizar operações que antes eram executadas em diferentes sites. Com isso, a mudança permite melhoria em produtividade e sinergia.

O projeto começou em novembro de 2017. O centro de fabricação tem 19,6 mil metros quadrados de área total e empregará inicialmente 180 colaboradores. No novo setor estão sendo realizadas as operações de corte de tubos com laser, com serras automatizadas e por processos robotizados. A unidade conta com máquinas automatizadas de conformação de tubos, células de solda robotizadas e células de montagem com o conceito de minifábricas de montagem de componentes e subconjuntos.

Toda a operação é regulada pelo departamento logístico de expedição no fim do processo e existe um “supermercado” intermediário para regular e estabilizar a produção, além de preparar os kits de componentes para a célula de montagem.

O setor tem ainda células de corte a plasma de chapas, centro automatizado de dobras de chapas, célula de prensas, uma nova linha de tratamento superficial de alumínio e aço, uma linha de montagem de conjuntos de portas e aberturas laterais de alumínio, uma área de fabricação de mecanismos diversos e células de montagem e solda.

Segundo a Marcopolo, o setor adota conceitos de produção que proporcionam renovação natural de ar por convecção, telhado e revestimento lateral com isolamento térmico e iluminação por LED com ajuste automático de intensidade.

Ainda conforme a Marcopolo, a infraestrutura da nova área está preparada para receber equipamentos com tecnologias da indústria 4.0, como duas máquinas italianas que serão instaladas em março. Toda a área de circulação externa (para movimentação de caminhões com matéria-prima) recebeu um pavimento de concreto praticamente elimina a manutenção do piso.

Segundo o gerente de engenharia de processo, Júlio Igansi, entre os diferenciais do novo centro estão a unificação e racionalização de recursos, fluxos contínuos de produção e logístico, além da gestão visual de todo o processo produtivo.

“A fábrica é extremamente segura e atende os princípios lean, com foco na eliminação de desperdícios e padrões de eficiência e qualidade ainda mais elevados”, conclui Igansi.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Librelato quer 20% do mercado de implementos em 2019

Após dobrar vendas em 2018, empresa encerrou o período com 13% de participação

REDAÇÃO AB

Definitivamente, a crise ficou no passado para a Librelato: a fabricante de implementos rodoviários registrou 2018 como um de seus melhores anos no mercado brasileiro ao dobrar as vendas com relação ao ano anterior, somando pouco mais de 7,5 mil unidades emplacadas no período. O resultado conferiu à empresa 13% de participação do mercado e para 2019, a meta é elevar ainda mais a fatia, uma vez que a empresa prevê crescimento de 18% das vendas de caminhões no Brasil.

“Com base nessas projeções e em sinais claros de recuperação econômica no País, estamos planejando a ampliação de nossa atuação no mercado e devemos superar o excelente resultado de 2018. Além disso, existe uma consolidação da marca no exterior, o que gera cada vez mais negócios. Para 2019 pretendemos chegar a 20% de market share com base em várias ações comerciais que já estão previstas e melhoras contínuas na produção”, afirma o CEO da companhia, José Carlos Sprícigo.

O bom resultado de 2018 se deve, especialmente, à retomada das compras por parte dos transportadores e empresários em geral. Os números da empresa mostram que os segmentos que mais compraram foram o agrícola, construção, florestal e de bebidas. O executivo também observa que houve um aumento de procura por implementos com maior qualidade e eficiência por parte dos clientes.

“Estamos em constante evolução, com nossa área de pesquisa e desenvolvimento em franca atividade para aprimorar nossos produtos. Já temos novidades reservadas para lançar ainda este ano durante a Fenatran, que promete ser ainda mais positiva que a edição anterior”, comenta.

O que também contribuiu para o desempenho da empresa em 2018 foram as exportações: foram 1 mil unidades, 40% a mais do que no ano anterior. A marca enviou seus produtos para o Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai.

“As exportações foram extremamente importantes para nossos resultados nos últimos anos, pois durante a retração do mercado interno esta atividade nos ajudou a manter um ponto de equilíbrio. Em 2017, registramos aumento de 37% nas vendas externas em relação a 2016, o que mostra um crescimento contínuo nesta área”, conclui.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Mercedes-Benz vende lote de 100 Actros à Brasil Central

Resistência do caminhão em estradas ruins foi um dos pontos considerados pela transportadora

REDAÇÃO AB

A Mercedes-Benz vendeu 100 caminhões extrapesados Actros 2651 6x4 para a transportadora Brasil Central, de Rio Verde (GO). “Desse volume, 70 são para renovação de frota e os outros 30 para ampliação”, afirma o diretor geral da transportadora, Glorivan França. A preferência recaiu sobre a Mercedes por causa da robustez do Actros em estradas típicas do transporte de grãos, muitas vezes malconservadas ou sem pavimento, e também pelo baixo consumo de combustível.

De acordo com França, outro ponto forte para a escolha da Mercedes foi sua divisão de usados SelecTrucks, que serviu de canal para a troca de quase todos os 70 caminhões usados da frota antiga.

“Esta é sempre uma dificuldade na hora de fazer esse tipo de negócio e a Mercedes nos facilitou com a compra de usados de outras marcas”, diz o diretor geral da Brasil Central.

“Essa venda reafirma o sucesso do Actros 2651, especialmente no agronegócio. O setor é o que mais puxa as vendas deste extrapesado, o caminhão mais vendido pela marca em 2018, com mais de 3 mil unidades emplacadas, 325% de crescimento em relação ao ano anterior”, ressalta o vice-presidente de vendas e marketing da Mercedes do Brasil, Roberto Leoncini.

“Este ano, além das demandas do agronegócio, como transporte de grãos, cana-de-açúcar e madeira, há boas perspectivas para mineração, logística, transporte de combustíveis, produtos químicos e outros”, conclui.

07 de fevereiro de 2019

Publicação: Valor Econômico, p. B-5

Crise argentina faz produção de carros cair 10% no Brasil.

A exportação de veículos produzidos no Brasil tem sido afetada pela crise na Argentina desde o início do segundo semestre de 2018. Os volumes embarcados têm caído mês a mês. O resultado de janeiro foi ainda mais desastroso. O Brasil enviou 25 mil veículos para o mercado externo, uma queda de 46% na comparação com janeiro de 2018. Metade desse volume seguiu para o mercado argentino.

Nos seis meses antes de o impacto da crise no país vizinho começar afetar as linhas de montagem no Brasil, a média mensal de exportação de veículos estava em torno de 63 mil unidades. No segundo semestre do ano passado caiu para 41 mil. Ontem, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, disse que não esperava um resultado tão ruim em janeiro. E previu que os próximos meses serão igualmente fracos.

A esperança das montadoras se volta para o segundo semestre, quando, esperam, o quadro macroeconômico da Argentina pode estar melhor, por conta, sobretudo, da campanha para a eleição presidencial, marcada para outubro. A retração das encomendas, no mês passado, refletiu um mercado demasiadamente estocado de carros feitos no Brasil.

Em termos de receita, as vendas externas de veículos somaram, em janeiro, US$ 479,1 milhões, o que representou uma retração de 31,7% na comparação com janeiro de 2018.

Segundo o presidente da Anfavea, as montadoras mantêm esforços para elevar vendas para outros mercados, como México, Colômbia e Chile. Antes da crise, a Argentina absorvia 72% das vendas externas de veículos fabricados no Brasil.

No sentido contrário, a Argentina se beneficia da expansão do mercado brasileiro. Mais de 70% das exportações de veículos da Argentina vêm para o Brasil.

Com boa oferta de crédito para automóveis e caminhões, o mercado brasileiro continuou em ritmo de crescimento no início do ano. O volume de licenciamentos no mês passado somou 199,8 mil veículos, o melhor janeiro desde 2015. Isso representou um crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo mês de 2018.

Segundo Megale, o ano começou com média diária de licenciamentos acima de 9 mil unidades. Isso não acontecia há alguns anos, disse. "O ano começa com boas perspectivas", destacou.

A expansão do mercado de caminhões também foi expressiva, com avanço de 53,2% no volume de licenciamentos em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. "A melhora na economia tem feito com que o mercado de caminhões se reative", disse o vice-presidente da Anfavea para a área de caminhões, Marco Saltini. Segundo ele, o segmento de ônibus também está aquecido.

A retração nas exportações se refletiu na produção das montadoras. Total de 196,7 mil veículos saíram das linhas de montagem brasileiras, um volume 10% menor na comparação com o mesmo mês do ano passado.

O emprego na indústria automobilística ficou estável no início do ano. Foram abertas apenas duas vagas em janeiro, segundo Megale. O dirigente explica que o "maior salto de emprego" aparece no setor quando as montadoras abrem mais um turno de produção. "Pelo menos não estamos demitindo", destacou.

Apesar disso, alguns trabalhadores permanecem afastados das fábricas. Segundo a Anfavea, o setor fechou janeiro com 750 operários em "layoff".

08 de Fevereiro de 2019

Publicação: Logweb - Notícias

VWCO é marca com mais caminhões entre líderes de venda nos segmentos da Anfavea

Com um total de 17 modelos, a Volkswagen Caminhões e Ônibus foi a marca recordista no número de veículos presentes no top 10 dos caminhões mais vendidos em 2018 nos segmentos definidos pela Anfavea. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores classifica o mercado brasileiro de caminhões em cinco categorias: semileves, leves, médios, semipesados e pesados.

A presença de nossos veículos entre os mais vendidos em todos os segmentos do ranking da Anfavea mostra a grande aceitação de toda a gama VWCO pelos nossos clientes. Somos uma marca com soluções versáteis, robustas e confiáveis para todos os tipos de transporte e todas as necessidades, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus e membro da Diretoria do Grupo TRATON.

08 de Fevereiro de 2019

Publicação: CanalTech Corporate Noticias

Amazon anuncia investimento na Aurora e entra no mercado de veículos autônomos

Amazon

Nesta quarta-feira (6), a Amazon anunciou que irá investir na Aurora, empresa especializada no desenvolvimento de tecnologias para veículos autônomos, sendo o primeiro grande passo na empresa para entrar nesse mercado cada vez mais competitivo.

A entrada na Amazon faz parte da segunda rodada de investimentos da Aurora, que arrecadou US$ 530 milhões em investimentos que, segundo o CEO da empresa, Chris Urmson, serão usados para melhorar as equipes de engenharia, recursos humanos, relações públicas e todo o setor operacional da companhia.

Além da Amazon, quem também está investindo pesado na companhia, o fundo de investimentos Sequoia Capital é quem mais está injetando dinheiro na empresa. Além disso, ele também está levando um de seus parceiros, Carl Eschenbach, a fazer parte do corpo de diretores da Aurora.Participe do nosso GRUPO CANALTECH DE DESCONTOS do Whatsapp e do Facebook e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.

De acordo com um comunicado da Amazon, a empresa está esperançosa com os investimentos na tecnologia de veículos autônomos, que possui o potencial de tornar o trabalho de seus funcionários mais seguro e produtivo.

E, se a Amazon tem mesmo o interesse em entrar no mercado de veículos autônomos, investir na Aurora é uma boa aposta: afinal, o CEO Urmson foi um dos fundadores da Waymo (a empresa de veículos autônomos da Google) e comandou toda a equipe técnica da empresa até 2016, enquanto o CPO Sterling Anderson chefiou desde o início a equipe de desenvolvimento do piloto automático da Tesla e o CTO, Drew Bagnell, ajudou a Uber a iniciar suas pesquisas em veículos autônomos. Além de ser comandada por três profissionais que sabem muito bem o que estão fazendo, a Aurora também é uma das poucas empresas do setor que ainda não pertence a nenhum grande conglomerado industrial, e já fechou parcerias com marcas como Volkswagen, Hyundai e Byton — mas nenhum desses contratos é de exclusividade.

Assim, a Amazon tem chances de se tornar uma parceira importante da Aurora sem se preocupar em ter que criar para si uma própria divisão para o desenvolvimento de veículos autônomos, conseguindo investir pesado em futuras melhorias para o seu sistema de entregas sem a necessidade de criar novas fábricas e ter que buscar profissionais de qualidade em um mercado cada vez mais competitivo.

07 de Fevereiro de 2019 (21:49)

Publicação: Governo RS - Noticias

Indústria de autopeças é alvo de operação de combate à sonegação na Serra

A Receita Estadual deflagrou na manhã desta quinta-feira (7) nova operação para combater a sonegação de ICMS na Serra. Realizada no município de São Marcos, a ação teve como alvo uma indústria de autopeças.

Os indícios apontam para dissimulação societária, emprego de laranjas e subfaturamento, além da possível utilização de aplicativo de informática para fins de registrar o controle paralelo. O valor devido aos cofres públicos é estimado em R$ 5 milhões.

Caso comprovados os indícios por meio da operação de busca e apreensão, todas as pessoas envolvidas no esquema (laranjas, real proprietário e demais empresários, tanto da indústria como do setor de informática) poderão ser consideradas solidárias nas infrações.

Segundo o delegado da Receita Estadual de Caxias do Sul, Magno Friedrich, a iniciativa vai ao encontro de uma série de operações realizadas desde 2017 no segmento de autopeças da região. O objetivo é verificar as irregularidades e garantir equidade de tratamento a todas empresas do setor, combatendo a concorrência desleal, afirmou.

Participaram da operação 10 auditores fiscais e três técnicos tributários da Receita Estadual e um policial militar.

07 de Fevereiro de 2019 (15:44)

Publicação: Abril - Revista Exame.COM

Grow, dona da Yellow, testará bicicletas elétricas em São Paulo

A Grow, empresa que surgiu após a fusão da brasileira Yellow com a mexicana Grin, de patinetes elétricos e bicicletas compartilhadas, vai começar a testar bicicletas elétricas nas próximas semanas. A primeira cidade a receber os veículos será São Paulo. A empresa ainda não definiu se as bicicletas elétricas terão a bandeira Grin ou Yellow e o preço a ser cobrado ainda está em discussão internamente. Outros modais de transporte, como motos e até carros, de modelos que comportam dois passageiros, poderão ser os próximos a serem testados num futuro próximo.

“O sistema que a Grow tem agora é um sistema multimodal, uma plataforma onde podemos plugar qualquer tipo de veículo e já está integrada inclusive com o sistema de pagamentos. A ideia é testar vários veículos, sempre observando as particularidades dos mercados", diz Ariel Lambrecht, fundador da empresa de transporte 99 e da Yellow.

Ele cita, por exemplo, a cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que, por ter um terreno irregular, com muitas ladeiras, pode ser um mercado promissor para bicicletas elétricas, por exemplo. “Vamos plugar o que fizer sentido para cada região", completa.

Assim como os patinetes e as bicicletas, o desafio da Grow é a legislação. Muitas cidades não regulamentaram o assunto, ou seja, não determinaram quais as condições para empresas oferecerem bicicletas, patinetes, carros e motos compartilhadas. Questões como necessidade de estações fixas de retirada e entrega, velocidade média, locais de locomoção e estacionamento ainda precisam ser discutidas com cada prefeitura, o que, na prática, atrasa os testes. “Vamos respeitar e nos moldar à legislação de cada local", diz Lambrecht.

Apesar de não revelar quanto investirá nas bicicletas elétricas e o montante que será gasto para expansão da área coberta, nas cidades em que já atua e nas novas onde estão chegando, dinheiro não é hoje uma preocupação para a Grow. No último dia 30 de janeiro, a startup brasileira Yellow e a mexicana Grin anunciaram a fusão das duas empresas ao mesmo tempo em que levantaram 150 milhões de dólares de investimentos com fundos que já eram sócios das empresas.

Nos mercados em que a Grow já atua, de bicicletas e patinetes elétricos, a expansão vai acelerar. A meta é chegar a seis novas cidades ainda em fevereiro: Vila Velha, Vitória, Recife, Porto Alegre, Curitiba e Santos.

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