10 de Abril de 2019 (16:12)

Publicação: Abril - Veja.COM

Ford inicia programa de demissão voluntária na fábrica de Camaçari

A montadora Ford anunciou um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para os trabalhadores operacionais da fábrica de Camaçari, na Bahia. Os 3.500 funcionários têm até o dia 26 deste mês para aderir à medida.

Segundo a montadora, o objetivo “é adequar o excedente da força de trabalho à atual demanda de mercado". A planta é responsável pela produção do Ford Ka, nas versões hatch e sedan, e do EcoSport.

Segundo Júlio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, a montadora e os trabalhadores acertaram um acordo há duas semanas de estabilidade por um ano. Assim, a companhia se comprometeu a não cortar pessoal até abril de 2020, sendo possível apenas o programa de demissão voluntária.

O funcionário que aderir ao programa vai ganhar um bônus de 35 mil reais, mais verbas rescisórias, como FGTS e férias, segundo Bonfim. De acordo com ele, a fábrica tem cerca de 8.000 funcionários, sendo 3.500 operacionais.

Além de Camaçari, a Ford tem fábrica em Taubaté, Tatuí e São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo. Esta última será fechada no final do ano. Segundo a montadora, o programa de demissão voluntária na Bahia e a encerramento das atividades no ABC paulista não têm relação entre si.

No anúncio do fechamento da fábrica em São Bernardo, em 19 de fevereiro, a Ford explicou que vai encerrar sua atuação no segmento de caminhões na América do Sul e deixar de comercializar os modelos Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta, produzidos apenas no ABC paulista. O motivo, segundo a companhia, é a “ampla reestruturação de seu negócio global".

Governos estadual e federal, com a prefeitura de São Bernardo do Campo, negociam a venda da fábrica para outra empresa automotiva, a fim de manter os empregos na região. Um possível comprador pode se beneficiar do programa de incentivo fiscal à indústria anunciado pleo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em março. Serão oferecidas reduções do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em até 25% para montadoras que apresentarem planos de investir pelo menos 1 bilhão de reais e que gerarem no mínimo 400 postos de trabalho. Nos bastidores, o nome mais comentado para adquirir a planta é o do grupo automotivo brasileiro Caoa.

10 de Abril de 2019 (05:56)

Publicação: Zero Hora - Economia

Impasse sobre incentivo fiscal trava venda de fábrica da Ford

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um impasse em torno de incentivos fiscais ameaça travar a venda da fábrica de caminhões da Ford em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para a Caoa.

Segundo apurou a reportagem, representantes da Caoa, que pertence ao empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, estiveram nesta segunda-feira (8) na Secretaria de Fazenda e Planejamento do governo de São Paulo.

Os executivos solicitaram ao governo estadual contrapartidas fiscais para adquirir a unidade e preservar os cerca de 3.000 empregos. O governador João Doria (PSDB) já anunciou publicamente que ajudaria a buscar compradores para a fábrica.

Os técnicos da Fazenda, no entanto, afirmaram que o programa estadual para o setor automotivo contempla apenas novos investimentos, o que significa que, para se enquadrar, a Caoa teria de se comprometer com um plano de aportes para a unidade.

Chamado de IncentivAuto, o programa do governo estadual prevê desconto progressivo até o limite de 25% do ICMS para os veículos fabricados em São Paulo.

Para participar, as empresas têm de investir mais de R$ 1 bilhão e se comprometer a criar, no mínimo, 400 postos de trabalho.

Pessoas próximas a Oliveira Andrade dizem que o empresário ficou decepcionado e que estaria até pensando em desistir de adquirir a fábrica.

Outras fontes dizem acreditar que se trata de pressão para levar o governo estadual a conceder mais incentivos.

Conforme apurou a reportagem, as tratativas com a Ford continuam, mas a Caoa teria informado que vem tendo dificuldades nas negociações com o governo estadual. A empresa ainda não está fazendo "due dilligence" (análise dos dados) da unidade.

Doria está pessoalmente empenhado em deter o fechamento de vagas no setor automotivo. O próprio programa IncentivAuto nasceu de uma negociação com a General Motors, para evitar que a empresa deixasse o estado e até o país.

No entanto, o secretário de Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, vem sendo cuidadoso na concessão dos benefícios e faz questão de atrelá-los a novos investimentos, para evitar que se tornem apenas um socorro para empresas em dificuldades.

Em fevereiro, a Ford anunciou que fecharia a fábrica de São Bernardo do Campo no fim deste ano, gerando forte reação do sindicato de trabalhadores. A montadora americana informou que desistira de fabricar caminhões no mundo.

Por insistência do governador tucano, a Ford retomou as tentativas de tentar vender a fábrica, que não haviam sido bem-sucedidas até então.

Três grupos teriam demonstrado interesse. As negociações estariam mais avançadas com a Caoa.

Procuradas, Caoa e Ford não se manifestaram.

A Secretaria de Fazenda e Planejamento paulista não confirmou a reunião e informou que emitirá em breve uma resolução com as condições de enquadramento dos novos investimentos dentro do IncentivAuto.

10 de Abril de 2019

Publicação: Diario ABC - Economia

Caoa e Estado discutem benefícios

As discussões para a compra da planta da Ford de São Bernardo que teve seu fechamento anunciado pela montadora norte-americana em fevereiro pela brasileira Caoa chegam a um impasse fiscal. Nesta semana, em reunião entre representantes do governo do Estado e da empresa, foi abordada a possibilidade de enquadramento do valor de aquisição da fábrica no IncentivAuto, programa estadual de estímulo à indústria automotiva.

Conforme apurado pela equipe do Diário, na segunda-feira representantes das secretarias de Governo e da Fazenda do Estado discutiram essa questão. As conversas estão no início e os envolvidos ainda devem fazer uma análise mais aprofundada para desenhar a operação.

De acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, proprietário do Grupo Caoa, teria ficado decepcionado com a posição do Estado, já que os técnicos da Fazenda teriam afirmado que o programa contempla apenas novos investimentos, ou seja, a empresa precisaria de um plano de aportes para a unidade além do valor de aquisição.

O IncentivAuto, anunciado pelo governador João Doria (PSDB) em março, concede desconto no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) mediante investimento das montadoras de, no mínimo, R$ 1 bilhão, somado à geração de pelo menos 400 empregos. Porém, para alcançar o desconto máximo de 25%, já que os percentuais serão definidos conforme as faixas de investimento, é necessário o aporte de R$ 10 bilhões.

Para o coordenador de MBA em gestão estratégica de empresas da cadeia automotiva da FGV, Antonio Jorge Martins, a questão do incentivo fiscal não deve trazer grandes entraves às negociações. Além da potencialidade do mercado brasileiro, a Caoa deve ter negociado condições muito favoráveis para a compra. A Ford já tinha decidido que iria fechar a fábrica, então é preferível vender em condições suaves do que a deixar abandonada.

Em relação ao IncentivAuto, na prática ainda estão faltando esclarecimentos, mas está claro que precisa de investimento e empregabilidade. Esse investimento não deve ser feito apenas para a compra da fábrica, mas, por exemplo, em novos equipamentos que garantam a empregabilidade, complementou Martins, ao destacar que é importante que os benefícios sejam concedidos mediante contrapartidas por conta da situação fiscal do Estado.

O consultor automotivo e diretor da ADK Automotive, Paulo Roberto Garbossa afirmou que não é possível comentar sobre as negociações, mas que existe um otimismo no mercado em torno da aquisição da planta de São Bernardo pela Caoa. O Carlos é o Rei Midas da indústria automobilística. Ele tem capacidade de manter e ampliar a fábrica, com a fabricação de novos caminhões, seja da Hyundai ou de outras marcas, além de seguir com a produção dos três modelos da Ford. Tudo com o intuito de aumentar a participação nesse mercado, disse.

Questionada pelo Diário, a Secretaria de Fazenda e Planejamento assegurou que emitirá resolução sobre as condições de enquadramento dos novos investimentos dentro do IncentivAuto, sem dar um prazo para isso. As montadoras devem apresentar a proposta de investimento, que serão analisadas pela Sefaz (se elas se enquadram nas condições definidas no decreto), informou, por meio de nota.

A Ford e a Caoa não se manifestaram sobre o assunto e nenhuma delas ainda oficializou a negociação. Procurados, a Prefeitura de São Bernardo e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC não retornaram até o fechamento desta edição. A montadora hoje emprega 2.800 profissionais em São Bernardo e fabrica caminhões e o New Fiesta.

MPT pede novo comunicado público

O MPT (Ministério Público do Trabalho) de São Bernardo solicitou que a Ford faça um novo comunicado sobre o fechamento da fábrica na região. O órgão quer que a empresa se comprometa a buscar novos compradores para a planta e a minimizar os efeitos do ato em aviso público, o que já foi feito internamente aos funcionários. A Ford deve se manifestar em 15 dias.

Na última mesa de mediação, em 14 de março, o pedido já havia sido feito pelos procuradores do Trabalho. Segundo informações do MPT, após o prazo de dez dias úteis a Ford informou que emitiu comunicado aos empregados e colaboradores, o que, segundo a montadora, atenderia considerações e recomendações indicadas pela Procuradoria, e solicitou o arquivamento do procedimento de mediação.

No documento, distribuído internamente, a empresa afirma que está empenhada em realizar todos os esforços possíveis para obter uma oferta viável com um resultado positivo. A fabricante também se compromete a informar aos colaboradores se mais algum processo significativo for alcançado. A própria Ford confirmou que realizou a distribuição de acordo com o alinhado junto ao MPT.

Em resposta, o ministério emitiu notificação para a Ford esclarecer se o comunicado também será divulgado para o público em geral, pelos mesmos canais de comunicação abertos que foram utilizados para informar o encerramento das atividades. Ainda estamos aguardando essa resposta da empresa para saber se haverá justificativa para continuidade, ou não, da mediação, afirmou o procurador Ricardo Nino, responsável pelo caso.

A Ford não respondeu ao questionamento sobre a notificação mais recente.

09 de Abril de 2019 (21:27)

Publicação: Glasberg - TI Inside News

AWS se associa à Volkswagen para construir plataforma de produção digital industrial

A Amazon Web Services (AWS) e o Volkswagen Group anunciaram um contrato global para a construção da Volkswagen Industrial Cloud, uma plataforma de produção digital industrial baseada na nuvem, que transformará os processos de fabricação e logística da empresa automotiva.

A Volkswagen contará com o portfólio de serviços da AWS, incluindo IoT, machine learning, análise e serviços de computação para aumentar a eficiência e a disponibilidade da fábrica, melhorar a flexibilidade de produção e aumentar a qualidade dos veículos.

A plataforma reunirá dados em tempo real de todas as 122 fábricas do Grupo Volkswagen para gerenciar remotamente equipamentos de montagem, bem como rastrear peças e veículos.

A Volkswagen usará o conjunto de serviços da AWS IoT, incluindo AWS IoT Greengrass, AWS IoT Core, AWS IoT Analytics e AWS IoT SiteWise, para detectar, coletar, organizar e executar análises sofisticadas sobre dados do chão-de-fábrica. Os serviços de IoT da AWS fornecerão novos insights sobre as operações de manufatura em todas as instalações, otimizando a produção e melhorando a eficiência do processo.

Com um Data Lake para toda a empresa baseado no Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) para analisar os dados, a Volkswagen colherá insights para identificar as tendências operacionais, melhorar a previsão e simplificar as operações, identificando lacunas na produção e nos resíduos.

A montadora usará o Amazon SageMaker, um serviço totalmente gerenciado que fornece aos desenvolvedores e cientistas de dados a capacidade de construir, treinar e implantar modelos de aprendizado de máquina rapidamente para otimizar a operação de máquinas e equipamentos em todas as fábricas.

Também faz parte do plano a adoção do AWS Outposts, que fornece serviços, infraestrutura e modelos operacionais nativos da AWS no local, proporcionando funcionalidade perfeita entre o chão de fábrica e a nuvem para aplicações sensíveis à latência, oferecendo uma experiência híbrida consistente.

09 de Abril de 2019 (15:53)

Publicação: Agência IN - Caderno Setorial

VEÍCULOS: GM lidera ranking de visitas em concessionárias

SAO PAULO, 9 de abril de 2019 - A GM saiu na frente na corrida para atrair visitantes para os seus pontos de venda no Brasil. A rede conquistou o primeiro lugar recebendo o maior percentual de visitas em todo o país nos dois primeiros meses de 2019: 17,7% do volume total de visitantes em janeiro e fevereiro dentre as 12 marcas analisadas pelo estudo da In Loco Location Intelligence.

Fiat e Volkswagen seguiram estáveis nos segundo e terceiro lugares do pódio nacional em janeiro e fevereiro. No primeiro mês do ano, a Fiat acumulou 16,2% do fluxo e a Volkswagen, 14%. Em fevereiro, ambas as marcas recuaram: a montadora italiana seguiu no segundo lugar do pódio com 15,95% de visitas e a a alemã viu seu fluxo de visitas diminuir para 13,68% do volume total no Brasil.

Quando o assunto é a densidade média de visitas por loja, as marcas analisadas mudam de posição. Ao invés da GM, quem encabeça a lista é Hyundai, que garantiu a liderança nos dois primeiros meses do ano. A surpresa ficou por conta da Honda, que iniciou 2019 ocupando o terceiro lugar do ranking e avançou para a segunda posição em fevereiro, antes ocupada pela Toyota.

Além da liderança no volume de visitantes no ranking nacional, a GM se mantém na primeira posição em quase todas as regiões do Brasil: Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste.

Porém, há algumas exceções. Na região Sul do Brasil a Volkswagen é a líder de visitas, seguida pela GM e em último lugar a Fiat, uma mudança do ranking nacional. Já na região Norte, a terceira marca com maior fluxo de visitas é a Renault ao invés da Volkswagen.

Outro ponto interessante é que ao avaliar e comparar o fluxo de usuários únicos ano a ano, temos as seguintes informações referentes de cada marca: Fiat cresceu 15,3%; seguida pela Volkswagen, 13,5%; GM,12,7%; Jeep, 10,8%; Mitsubishi, 8,1%; Ford, 5,7%; Renault, 5,1%; Peugeot, 2,4%; Hyundai, 2,3%, Toyota, 2,1%; Honda, 1,4%; e Nissan, menos de 1%.

Outro ponto analisado foi o fluxo de visitas versus o número de lojas, e a nesta avaliação, a Hyundai, Toyota e Honda encabeçam o primeiro, segundo e terceiro lugar no ranking de 2019, o cálculo leva em conta a densidade média de visitas por lojas das marcas analisadas.

As marcas que acumulam o maior percentual de visitas do público masculino são Nissan, com 62,6%; Toyota, com 61,6%; e Mitsubish, 61,4%. Já as concessionárias que mais atraem visitantes do gênero feminino são GM, 41,3%; Peugeot, 41%, e Volkswagen, 40%. Mas, mesmo nesses pontos de venda, o público é majoritariamente masculino.

A pesquisa leva em consideração o comportamento base de usuários da In Loco, que conta com mais de 60 milhões usuários e 25 milhões de locais mapeados no mundo, e foi realizada entre os meses de janeiro de 2019 e janeiro de 2018. As marcas que tiveram seus pontos de venda analisados foram: Fiat, Ford, GM, Honda, Hyundai, Jeep, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen.

A In Loco Location Intelligence utiliza algoritmos de aprendizagem de máquina baseados em comportamento no mundo físico para inferir o gênero dos donos dos smartphones de sua base de dados. Assim, é possível prover inteligência sem a necessidade de coletar, acessar ou armazenar informações pessoais dos usuários.

09 de Abril de 2019 (09:18)

Publicação: Fator Brasil - Automotivo

Audi expande criação de ferramentas com impressora 3D em sua produção

Ferramentas impressas melhoram fluxos de trabalho na produção. Existe potencial significativo de economia com a utilização de impressão 3D. Rede global de impressão 3D está em construção.

São Paulo " A Audi está expandindo o uso de impressoras 3D em sua produção para gerar ferramentas, projetadas e impressas no local, que ajudam os funcionários na melhoria de fluxo de trabalho nas linhas. A empresa terá um departamento específico que ficará responsável pela implementação do projeto na fábrica de Neckarsulm, na Alemanha.

A impressão 3D com polímeros já foi estabelecida por uma equipe de especialistas na fábrica do R8, em Böllinger Höfe, na Alemanha. Eles desenvolvem ideias para novas ferramentas ou otimizam as já existentes nas oficinas em colaboração com seus colegas de trabalho da linha de produção. O gerente da equipe de projetos, Waldemar Hirsch, projeta as ferramentas no local e as imprime em 3D. Durante testes em dezembro de 2018, a equipe testou o uso deste serviço rápido e conveniente para a produção em grande volume na fábrica e identificaram centenas de aplicações em que as ferramentas impressas oferecem um potencial significativo de economia.

Ao estabelecer um departamento especializado em impressões 3D, estamos profissionalizando um projeto que já é bem sucedido. Mais funcionários poderão se beneficiar da experiência da equipe de especialistas e das ferramentas personalizadas no futuro, disse Helmut Stettner, gerente da fábrica de Neckarsulm. A Audi também está usando o projeto para impulsionar ativamente a mudança cultural. Os funcionários da linha de produção estão diretamente envolvidos no processo de desenvolvimento de ferramentas impressas em 3D.

Hirsch dá prioridade aos funcionários e suas necessidades. "Ao projetar um protótipo, é muito importante para nós que se atenda exatamente aos desejos de nossos colegas", disse ele. Nosso objetivo é fornecer a ferramenta impressa em 3D o mais rápido possível, apoiando os funcionários no seu trabalho diário.

O processo faz parte da construção da transformação digital da empresa. Para a Audi, isso representa um importante passo na evolução da produção para uma fábrica moderna e inteligente. O uso da tecnologia futurista aumenta a flexibilidade e a eficiência, além de permitir que produtos sejam personalizados conforme sugerido pelos funcionários. A decisão de estabelecer o novo departamento suporta a criação de uma rede entre as fábricas. Em última análise, todo o Grupo Volkswagen se beneficiará da experiência em Neckarsulm, disse Stettner.

09 de Abril de 2019 (03:31)

Publicação: Zero Hora - Economia

Gol e Voyage ganham equipamentos; Saveiro tem novo painel | GaúchaZH

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Volkswagen anunciou a chegada da linha 2020 de Gol, Voyage e Saveiro. Para o hatch e para o sedã, a novidade é o pacote opcional Urban Completo II Limited Edition, que traz como principais itens rodas de liga leve 15", alarme, chave tipo canivete com controle remoto, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, sensor de estacionamento traseiro e vidros elétricos dianteiros e traseiros.

Tanto Gol quanto Voyage oferecem três opções de motor e duas de câmbio: 1.0 (84 cv) e 1.6 (104 cv) com câmbio manual de cinco marchas e 1.6 16v (120 cv) com câmbio automático de seis marchas. O Gol parte de R$ 46.320. O sedã começa em R$ 54.370.

SAVEIRO

A picape, que parte de R$ 52.360 com a opção do motor 1.6 de 104 cv, ganhou o mesmo painel do restante da linha na versão Robust. A opção básica tinha o mesmo interior da linha antiga do Gol.

Outra novidade está na aventureira Cross, que tem o 1.6 de 120 cv com câmbio manual. Agora ela só é vendida na versão cabine dupla por R$ 84.580.

09 de Abril de 2019

Publicação: Estadão Economia e Negócios

Caoa pretende fazer caminhões da Hyundai

Em negociações avançadas para comprar a fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, o Grupo Caoa pretende produzir no local, além dos caminhões leves da marca norte-americana, modelos pesados da linha Xcient, da coreana Hyundai, segundo fontes ligadas à negociação.

O mais cotado para ser o primeiro produto dessa nova fase é o cavalo mecânico P440. Ele disputaria mercado com modelos da Mercedes-Benz, Scania e Volvo, entre outras marcas.

Há tempos a Caoa estuda a viabilidade de produzir caminhões semipesados e pesados no Brasil. O grupo já fabrica os leves HR e HD80 em Anápolis (GO). Recentemente circularam na internet fotos de unidades do Xcient P440 e do leve Mighty no pátio no qual a Caoa movimenta veículos importados na cidade goiana.

A possibilidade da compra da fábrica da Ford, portanto, surgiu como uma solução sob medida para os planos da empresa. Ao concretizar o negócio, o grupo pode transformar a fábrica do ABC em uma plataforma de exportação da linha de caminhões da Hyundai.

Na região

Além de atender ao mercado brasileiro, a fábrica poderá fornecer caminhões para outros países da América do Sul. Os modelos Hyundai Xcient já são vendidos no Uruguai e no Paraguai, países com os quais o Brasil mantêm acordos de comércio livre de impostos.

Produzir veículos de marcas distintas em uma mesma fábrica não será novidade para a Caoa. Em Anápolis, o grupo já fabrica os SUVs ix35 e Tucson, da Hyundai, além do Tiggo 5x e Tiggo 7 da marca Caoa Chery, criada após a empresa brasileira adquirir o controle da operação local da companhia chinesa.

O negócio incluiu também o comando da fábrica erguida pela Chery em Jacareí (SP). Lá, a Caoa Chery fabrica o subcompacto QQ, o sedã Arrizo 5 e o SUV compacto Tiggo 2.

Além disso, a Caoa é importadora dos automóveis feitos na Coreia do Sul pela Hyundai, como o sedã Elantra e o SUV Santa Fé. Também detém a importação dos japoneses da Subaru.

A linha de caminhões Xcient foi lançada na Coreia do Sul em 2013. Inicialmente, o objetivo da Hyundai era atender países europeus, além do mercado doméstico. Mas o plano foi expandido e a marca já está presente em países do Mercosul.

Se forem mesmo oferecidos no Brasil, os caminhões da marca sul-coreana enfrentarão rivais consolidados. Entre os principais estão a linha Atego, da Mercedes-Benz, no caso dos semipesados, e FH, da Volvo, entre os pesados.

A investida mira oportunidades de negócios no Brasil e no exterior. O grupo liderado pelo empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade deve assumir o controle da fábrica de São Bernardo em dezembro. Em julho de 2020 entrará em vigor o acordo de livre comércio de caminhões e ônibus entre Brasil e México.

Diferentemente dos automóveis, em que o México leva vantagem, nos caminhões é o Brasil que se sobressai. Volvo e Mercedes-Benz, por exemplo, fabricam no País produtos com o mesmo nível de tecnologia e sofisticação das matrizes na Europa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

09 de Abril de 2019

Publicação: DCI - Notícias

Novos projetos do setor fotovoltaico estimulam investimentos da indústria

A perspectiva de expansão dos projetos de energia solar no Brasil e o aumento da demanda por serviços e equipamentos têm motivado investimentos da indústria. Empresas esperam crescimento de até 40% da receita do segmento em 2019.

Há uma participação crescente de fontes renováveis no País e existe um espaço grande para contribuir com nossos clientes, desenvolvendo uma consultoria mais profunda no segmento, afirma o diretor geral América Latina da fabricante Fluke, Hector Trabucco.

Projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam que o setor deve ter um aumento de 44% na capacidade instalada em 2019, gerando até R$ 5,2 bilhões em novos investimentos. A entidade estima incremento de 88,3% do faturamento na comparação com 2018.

Esperando que esse cenário ofereça novas oportunidades, a Fluke, especializada em equipamentos de testes e medição na área industrial, lançou uma linha de produtos voltada para o setor fotovoltaico. Podemos ter um papel importante ao ajudar a impulsionar esse mercado, identificando problemas e melhorando a eficiência dos equipamentos, diz Trabucco.

A expectativa da companhia é de 25% de aumento das vendas nos produtos relacionados ao mercado de energia solar, como câmeras termográficas e ferramentas de controle. Acredito que é um negócio que vai crescer muito mais ao longo dos próximos anos, avalia o executivo.

A ABB, fabricante de tecnologias de energia e automação, firmou uma parceria com a Aldo, distribuidora de equipamentos de geração fotovoltaica, para a importação de inversores de energia e carregadores para veículos elétricos. O mercado de mobilidade elétrica é novo, mas está em expansão e possuímos o know-how, explica o diretor de marketing da divisão de produtos para eletrificação da ABB Brasil, Marcelo Vilela.

O executivo destaca que a companhia desenvolve produtos e soluções para o setor há dez anos e investe na infraestrutura para veículos elétricos no Brasil. Já temos alguns marcos, como o corredor que liga as cidades de São Paulo, Campinas e Jundiaí, com pontos de recarga nas rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Acreditamos no uso conjunto da mobilidade elétrica com a energia fotovoltaica.

O presidente da Aldo, Aldo Teixeira, acredita que o programa Rota 2030 irá incentivar o mercado de veículos híbridos e elétricos no País. As grandes montadoras já estão lançando esses produtos. O papel da Aldo será fornecer uma infraestrutura para pontos de carregamento, com insumos fornecidos pela ABB.

O executivo afirma que a empresa teve 40% de crescimento na receita em 2018 e espera repetir o número nesse ano. A área está avançando bastante e com a expectativa de melhora econômica do País, a tendência é que a indústria e o comércio façam mais investimentos na melhora da eficiência energética.

Empreendimentos

O grupo Alexandria, que trabalha com projetos de usinas de energia elétrica, tem expectativa de R$ 120 milhões a R$ 200 milhões em novos empreendimentos em 2019. Vai depender da demanda. Para 2020, o alcance pode ser em torno de R$ 500 milhões. Temos obtido um crescimento expressivo, assinala o CEO da empresa, Alexandre Brandão.

A corporação já conta com usinas construídas em empresas como a Ambev, grupo Positivo Tecnologia e Mufato. Atuamos majoritariamente em empreendimentos de autogeração. Além de energia fotovoltaica, trabalhamos com outras fontes, como o biogás.

Atualmente, a Alexandria possui mais de 33,3 quilômetros em sistemas implantados, que somam R$ 20 milhões em valor patrimonial. O grupo lançou uma plataforma própria para investimentos digitais, lastreados em todos esses projetos de energia. É uma forma de investir e obter ativos diretamente da empresa. Enquanto o processo tradicional tem muitos custos e é lento, essa plataforma busca facilitar e reduzir custos para o investidor, explica o executivo.

09 de Abril de 2019

Publicação: Estadão Internacional

Carlos Ghosn diz que executivos da Nissan fizeram "jogo sujo"

O executivo brasileiro Carlos Ghosn divulgou mensagem em vídeo nesta terça-feira alegando ser inocente das acusações que vem sofrendo desde o ano passado e que suas ações foram "distorcidas" para que ele parecesse ganancioso.

O ex-presidente da Nissan e da Renault pretendia falar em coletiva de imprensa no próximo dia 11, mas sua prisão em Tóquio na semana passada - a quarta desde novembro último - impediu seus planos.

A mensagem foi gravada um dia antes da prisão de Ghosn, ocorrida na quinta-feira (04), uma vez que ele já esperava ser detido depois de acompanhar o noticiário japonês.

Segundo Ghosn, sua prisão ocorreu devido a um complô de executivos da Nissan que temiam uma possível fusão da montadora japonesa com a Renault. No vídeo, ele afirma que esses executivos fizeram um "jogo muito sujo".

A Nissan respondeu que Ghosn é o único responsável por sua prisão.

Ghosn é acusado de uma série de irregularidades, incluindo a de ter declarado, por vários anos, renda menor do que recebia na Nissan. Fonte: Dow Jones Newswires.

08 de Abril de 2019 (14:31)

Publicação: Portal Nacional Segs - Notícias

Linha 2020 de Gol, Voyage e Saveiro chega às lojas

Saveiro Robust traz painel mais moderno e Gol e Voyage contam com novos opcionais

A Volkswagen lança a linha 2020 da família Gol, Voyage e Saveiro. A grande novidade fica com a Saveiro Robust, que passa a contar com o painel alinhado com o restante da linha, com visual moderno e acabamento mais refinado. Para o Gol e o Voyage há oferta do novo opcional Urban Completo II Limited Edition, como o próprio nome já diz, um pacote por tempo limitado, que traz entre outros itens rodas de liga leve 15 com design exclusivo.

Todos os modelos já estão na rede de concessionários da marca. Gol e Voyage são oferecidos em versão única de acabamento e têm como objetivo atender aos clientes que procuram custo benefício e conforto de série. A Saveiro está disponível nas configurações Robust (com cabine simples e com cabine dupla), Trendline (cabine simples) e Cross, na carroceria de cabine dupla.

Campeões em custo-benefício

Os modelos Gol e Voyage MY20 já saem de fábrica equipados com ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura, suporte para celular integrado ao painel com entrada USB, travamento elétrico das portas, vidros dianteiros com acionamento elétrico, entre outros.

Para o cliente que quiser um carro ainda mais completo, há três pacotes de opcionais. O Urban Completo II Limited Edition traz como principais itens rodas de liga leve 15, alarme keyless, chave tipo canivete com controle remoto, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico e função tilt down, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos dianteiros e traseiros.

Entre os sistema de infotainment, estão à disposição o 'Media Plus' e o kit Interatividade Composition Touch, com a tecnologia APP Connect de espelhamento para smatphones, volante multifuncional (para os veículos com transmissão automática, o volante multifuncional tem revestimento de couro e shift paddles) e computador de bordo (I-System).

A linha 2020 do Gol e do Voyage oferece três opções de motor e duas de câmbio: 1.0 (84cv) e 1.6 (104cv) com câmbio manual de cinco marchas e 1.6 MSI (120cv) com câmbio automático de seis marchas.

Work hard, play hard

A picape compacta da Volkswagen continua apresentando em sua linha 2020 a resistência e a força de um veículo de carga com a dirigibilidade de um automóvel de passageiro, além de contar com estilo moderno, robusto e refinado.

A Saveiro Robust traz como novidade o novo painel de instrumentos, que já fazia parte dos demais versões da Saveiro. As linhas que determinam o painel de instrumentos são horizontais, a exemplo da faixa inferior que percorre o painel de um lado a outro. Essa faixa, assim como a tonalidade do painel e do acabamento interno, varia de acordo com cada versão da Saveiro. As saídas de ar contam com um formato elegante e funcional.

A versão Trendline é oferecida exclusivamente na cabine simples. Essa versão é voltada para os clientes que buscam por uma picape com visual mais refinado sem abrir mão da relação custo-benefício. A versão Trendline conta com rodas de aço aro 15 como série e rodas de liga leve 15 como opcional.

A versão Cross é ofertada exclusivamente com a cabine dupla. Entre as versões da Saveiro é a que oferece a maior relação de itens tecnológicos da categoria, tanto voltados à segurança como ao desempenho e facilidade de operação.

As configurações Robust e Trendline são equipadas com o motor e 1.6 (de até 104cv) e a Saveiro Cross conta com o conjunto 1.6 MSI (de até 120cv). Ambos motores são associados com a transmissão manual de cinco marchas.

08 de Abril de 2019 (10:38)

Publicação: Jornal O Tempo - Economia

Empresário brasileiro é destituído da direção da Nissan

Acusado de fraudes financeiras no Japão, o empresário franco-brasileiro Carlos Ghosn, de 64 anos, foi destituído da diretoria da Nissan. No passado, ele ocupou a presidência da montadora. Com a destituição, o executivo encerra quase duas décadas na empresa.

Em uma reunião extraordinária de acionistas, o presidente e CEO da Nissan, Hiroto Saikawa, pediu desculpas pelo escândalo que levou Ghosn à prisão, por várias acusações de irregularidades financeiras.

Saikawa disse que, independentemente dos ilícitos, levará suas responsabilidades "extremamente a sério". Ele reiterou que se esforçará para restaurar a confiança do público na montadora.

Porém, na reunião, as manifestações de Saikawa não foram suficientes. Acionistas pediram aos gerentes que também assumissem mais responsabilidade.

Nomeação

O presidente da Renault, Jean-Dominique Senard, foi escolhido pelos acionistas como novo membro do conselho. Com a nomeação, a Nissan tentará iniciar um capítulo pós-Ghosn.

O conselho também exonerou Greg Kelly, ex-assessor de Ghosn, que também foi acusado de irregularidades financeiras. Ghosn e Kelly negam todas as acusações contra eles.

Acusações

Ghosn ficou preso por mais de 100 dias em Tóquio, sob a acusação de fraudes financeiras. Após negociar com a Justiça, ele pagou fiança e foi colocado em prisão domiciliar. No entanto, recentemente, retornou à prisão.

08 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

ZF eleva faturamento global em 6% em 2018

Ganhos da companhia atingem € 36,9 bilhões, com vendas em alta nas principais regiões

REDAÇÃO AB

A ZF elevou seu faturamento global de 2018 em 6% na comparação com o resultado do ano anterior, ao atingir os € 36,9 bilhões, informa em comunicado, impulsionado pelo aumento das vendas nas principais regiões. O EBIT ajustado recuou 8,7%, para € 2,1 bilhões, influenciado pelo aumento de investimento com P&D, aumento dos preços dos materiais, efeitos adversos de taxas de câmbio e pelo enfraquecimento do ambiente de mercado. A margem EBIT ajustada foi de 5,6% contra 6,4% do ano anterior.

Em todas as regiões, a empresa aumentou suas receitas, exceto na América do Sul, onde houve queda, e na Europa, cujos ganhos foram equivalentes aos do ano anterior, para exatos € 17,4 bilhões, embora as vendas tenham aumentado ligeiramente na Alemanha.

Na América do Norte, houve pequena alta de 3% da receita, que passou de € 10 bilhões para € 10,3 bi. Na Ásia, a empresa contabilizou faturamento total de € 8 bilhões em 2018, impulsionado pelo crescimento de 5% do mercado na China, onde a ZF faturou € 6,2 bilhões.

A América do Sul foi a única região onde a ZF viu seu faturamento recuar: em 2018, a receita ficou em € 1 bilhão na região, 9% abaixo do registrado no ano anterior.

O balanço mostra ainda que a ZF elevou seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em 25%, para € 2,5 bilhões, com investimentos em ativos fixos superando em 15% os do ano anterior, para € 1,6 bilhão.

Já o índice de endividamento fechou em quatro pontos porcentuais acima do verificado em 2017, para 28%, enquanto o fluxo de caixa livre ajustado para aquisições e vendas corporativas fechou 2018 em € 891 milhões contra € 1,8 bi de um ano antes.

“Nossos resultados mostram que estamos bem posicionados para os desafios do futuro”, comentou o CEO da ZF, Wolf-Henning Scheider, durante a apresentação dos resultados financeiros em Friedrichshafen, na Alemanha. A ZF destacou sua expertise e negócios de longo prazo em todos os segmentos em que atua, citando transmissão elétrica central para automóveis, que terá sua produção iniciada ainda este ano; as transmissões automáticas de oito velocidades – comemorando a maior negociação de sua história com a BMW para o fornecimento do produto, incluindo versões híbridas no futuro, que envolve valor estimado em dezenas de bilhões de euros e produção a partir de 2022.

Também destacou a recente compra da Wabco e seu planejamento estratégico para o futuro da mobilidade, com o miniônibus elétrico e.GO, que receberá sistemas para uma direção autônoma posteriormente, além de sua participação majoritária na empresa holandesa 2getthere, fornecedora de sistemas elétricos autônomos para o transporte de passageiros.

“O investimento foi um passo importante para nós, pois a 2getthere tem mais de trinta anos de experiência no mercado de veículos autônomos de transporte de passageiros, assim como competências únicas em engenharia e software”, acrescentou Scheider.

08 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

VWCO investe € 1,5 milhão em segunda linha de produção de ônibus no México

Nova área na planta de Querétaro está pronta para a montagem de três chassis MAN

REDAÇÃO AB

A Volkswagen Caminhões e Ônibus inaugura a segunda linha de montagem de ônibus em sua fábrica de Querétaro, no México, e para a qual investiu € 1,5 milhão. Conforme a VWCO já havia confirmado em dezembro de 2018, a nova linha marca a retomada da fabricação de produtos da marca MAN na unidade, que passará a montar os chassis RR3 19.360, 19.480 e RR5 26.480, dedicados ao mercado de ônibus rodoviários e de fretamento.

A nova linha ocupa uma área de 900 metros quadrados dentro dos mais de 18 mil m2 que a fábrica dedica à montagem de chassis de ônibus. A linha 2 de Querétaro conta com seis estações de trabalho e capacidade para montar um chassi por dia. Com a nova área, a planta criou 42 novos postos de trabalho. Em cada um dos postos de trabalho, a operação cumpre o protocolo de produção do veículo e as normas globais de qualidade do grupo. Ao final de todas as etapas, é feita uma inspeção para validar todo o processo.

O encarroçamento também ocorre na unidade, após a montagem do chassi e por fim, são instalados sistemas de segurança e assistência (ACC, LGS, EBA), que são testados para avaliar seu funcionamento. Os encarroçadores homologados pela MAN para estas plataformas são a Marcopolo, a Ayats e a Irizar, em suas versões de piso simples ou duplo, de 13 até 15 metros de comprimento.

“Nosso chassi MAN RR5 26.480 nasce otimizado para a fabricação de ônibus de dois andares, o que representa uma vantagem em termos de segurança, conforto e desempenho, tornando-se o chassi preferido dos transportadores mexicanos, como o Grupo IAMSA, sendo o ônibus de piso duplo mais vendido no país”, lembra o diretor geral da Volkswagen Caminhões e Ônibus no México, Leandro Radomile.

Para o pós-venda, a empresa conta com um armazém central de peças de onde elas saem para distribuição em todo o país, por meio da rede de concessionárias. “Contamos com técnicos regionais com unidades móveis, a cobertura de nossa rede de concessionários e em breve seis deles qualificados como MAN Bus Center para dar a atenção certificada e prestar a manutenção solicitada”, acrescenta o diretor comercial Miguel Vallejo.

08 de abril de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Toyota libera quase 24 mil patentes para híbridos e elétricos

Montadoras que adotarem tecnologias desenvolvidas pela japonesa pagarão pelo suporte técnico

REDAÇÃO AB

A Toyota concederá licenças isentas de royalties sobre 23.740 mil patentes (incluindo algumas aplicações pendentes) de tecnologias relacionadas à eletrificação de veículos. Essas patentes foram obtidas ao longo de mais de 20 anos de desenvolvimento de veículos eletrificados. O período de concessão já está vigente e vai até o fim de 2030. Os contratos para as concessões podem ser emitidos por contato com a Toyota e pela discussão de termos e condições específicas de licenciamento.

A Toyota também fornecerá suporte técnico mediante taxas para outros fabricantes que estejam desenvolvendo e vendendo veículos eletrificados, quando estes usarem motores, baterias, PCUs, ECUs de controle e outras tecnologias de sistemas de eletrificação de veículos da Toyota como parte de seus sistemas de transmissão.

"Com base no grande volume de contatos que recebemos sobre nossos sistemas de eletrificação, acreditamos que agora é a hora da cooperação", afirma Shigeki Terashi, membro do conselho e vice-presidente executivo da Toyota Motor Corporation. "Caso o número de veículos eletrificados acelere significativamente nos próximos dez anos, eles se tornarão padrão. Esperamos participar apoiando esse processo”, ressalta Terashi.

As patentes livres de royalties são tecnologias encontradas em veículos eletrificados, especialmente em modelos híbridos elétricos (HEV) que ajudaram a Toyota a obter um desempenho melhor, um tamanho reduzido e uma redução de custos. As patentes incluídas são de peças e sistemas, como motores elétricos, unidades de controle de potência (PCUs) e controles de sistema.

Elas podem ser aplicadas no desenvolvimento de vários tipos de veículos eletrificados, incluindo híbridos elétricos (HEVs), híbridos elétricos plug-in (PHEV) e veículos elétricos movidos a células de combustível (FCEV).

OUTRAS PATENTES JÁ LIBERADAS

A Toyota já oferece 5.680 patentes relacionadas aos seus veículos elétricos movidos a células de combustível (FCEV) desde janeiro de 2015. Agora ela inclui 2.590 outras patentes relacionadas a motores elétricos, 2.020 patentes referentes a PCUs, 7.550 patentes ligadas a controles do sistema, 1.320 patentes de transeixo de motores, 2.200 patentes de carregador e 2.380 patentes de célula de combustível (o que eleva a 8.060 o número total de patentes relacionadas a essa tecnologia).

Quanto ao suporte técnico mediante taxas a ser oferecido pela Toyota, a orientação da montadora incluirá, por exemplo, ajudar outras fabricantes a atingir um nível elevado de desempenho do produto em eficiência de combustível e produção. O contato com a montadora japonesa para obtenção de patentes deve ser feito pelo site https://global.toyota/en/mobility/case/patents2030.html.

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