22 de Maio de 2019 (11:44)

Publicação: Portal Nacional Segs - Notícias

Entusiasmo do consumidor por veículos autônomos é elevado, mas barreiras permanecem

Pesquisa mostra que 50% dos consumidores desejam ter uma experiência nos próximos 5 anos. Expectativa que faz com que as empresas automotivas construam um novo ecossistema, mas elas precisam investir em novos serviços, software e comunicação com os clientes para promover uma experiência real ao consumidor

Um novo estudo do Capgemini Research Institute revela que a preferência do consumidor por andar em carros autônomos deve dobrar nos próximos 5 anos. Enquanto apenas 25% dos consumidores gostariam de utilizar um veículo autônomo no lugar de um carro tradicional nos próximos 12 meses, mais da metade (52%) fala que os automóveis sem motorista serão seu meio de transporte preferido até 2024.

Essas descobertas foram publicadas no relatório The Autonomous Car: A Consumer Perspective (em tradução livre, O Carro Autônomo: Uma Perspectiva do Consumidor), do Capgemini Research Institute. A resposta positiva dos consumidores sugere que eles enxergam enormes benefícios nos veículos autônomos em termos de eficiência de combustível (73%), redução nas emissões de carbono (71%) e economia de tempo (50%). Tal é o sentimento de otimismo e antecipação, que mais da metade dos consumidores (56%) dizem que estariam dispostos a pagar até 20% a mais por um veículo autônomo em relação ao carro padrão.

Os resultados também apontam para uma mudança na percepção da mobilidade, os consumidores acreditam que os carros autônomos vão assumir um papel maior em suas vidas diárias, indo além do ato de dirigir, para obter autonomia na execução de tarefas e completar tarefas domésticas. Quase metade (49%) dos entrevistados do estudo estaria confortável com carros autônomos executando uma tarefa em seu nome, e mais da metade (54%) confiaria em um veículo autônomo para deixar ou buscar amigos e familiares que não dirigem, enquanto um em cada dois (50%) espera carros autônomos para ajudá-los a economizar tempo para realizar outras atividades tais como socializar, divertir-se, trabalhar ou simplesmente curtir uma viagem.

É claro que os consumidores estão antecipando um futuro autônomo, mas existem até mesmo fatores culturais e geográficos que estão impulsionando essa maior antecipação por carros autônomos. A Capgemini identificou dois grupos que exibem um sentimento particularmente positivo em relação aos veículos que prescindem de motorista consumidores chineses e os millennials.

No entanto, apesar do aumento no sentimento positivo do consumidor, do entusiasmo e da antecipação, as barreiras à adoção permanecem com os entrevistados dizendo que a compra ou adoção de um veículo sem motorista depende da segurança do veículo (73%) e da segurança do sistema (72%).

Markus Winkler, Diretor Global da Área Automobilística da Capgemini, afirmou: Nosso relatório mostra um alto patamar de otimismo e entusiasmo entre os potenciais usuários de veículos autônomos. A maior parte das conversas até hoje se concentrou na evolução tecnológica dos carros sem motoristas. Por isso, é extremamente encorajador ver que os benefícios potenciais que a tecnologia possibilita estão reverberando nos futuros passageiros. As expectativas dos clientes em relação às experiências autônomas afetarão não apenas a indústria automotiva, mas também outros setores como mídia e entretenimento, varejo e saúde, abrindo caminho para uma infinidade de oportunidades de negócios colaborativos.

"No entanto, permanece um grau de incerteza e preocupação, e as montadoras devem considerar as expectativas e os temores de seus futuros clientes, transformando suas próprias operações de um foco extremo em produtos para serviços e orientado aos clientes, e como eles levam os veículos autônomos para o mercado", conclui o executivo.

A Capgemini identificou quatro áreas-chave como foco para acelerar a jornada rumo a um futuro autônomo:

· Mantenha o cliente informado: da percepção do consumidor, o carro está agora passando de um meio de transporte para um assistente quase pessoal. Essa mudança coloca um fardo significativo de responsabilidade sobre a montadora, que deve ser franca sobre as capacidades do veículo e evitar qualquer risco de informação errônea;

· Compreender e reafirmar: o estudo mostrou que os consumidores têm uma visão clara da experiência que esperam de um carro autônomo. As empresas automotivas fariam bem em entender as expectativas do consumidor e associá-las ao próprio processo de design, ao mesmo tempo em que investem e comunicam os elementos de segurança e proteção dos veículos;

· Construindo um ecossistema de serviços: as expectativas em torno do potencial de carros sem motoristas destacam a necessidade clara de as empresas automotivas expandirem seu escopo de ofertas ao consumidor. Os consumidores esperam uma ampla variedade de experiências dentro do carro, que vão desde entretenimento ao trabalho e serviços de saúde. Fornecer essas experiências e convertê-las em oportunidades de negócios exigirá que as empresas automotivas façam parceria com um novo conjunto de players de tecnologia, conteúdo e comércio, a fim de criar um ecossistema completo de serviços;

· Investimento em software: como um setor industrializado, extremamente transformador, as empresas automotivas precisam se integrar os veículos autônomos à estratégia geral da empresa e em todas as divisões de seus negócios. Isso só pode ser alcançado com o desenvolvimento de competências de software que requerem a melhoria da qualificação da força de trabalho e o desenvolvimento de novas parcerias para garantir o domínio digital em diferentes funções de negócios.

Metodologia da Pesquisa

O Capgemini Research Institute realizou a pesquisa com 5.538 consumidores em seis países da Europa, América do Norte e Ásia em dezembro de 2018. Também foram pesquisados 280 executivos de OEMs, fornecedores e empresas de tecnologia. A Capgemini também conduziu entrevistas com líderes da indústria, examinando o que os consumidores querem dos carros autônomos e como as organizações podem fornecer isto a eles.

Sobre o Capgemini Research Institute

O Capgemini Research Institute é o centro de estudos da Capgemini para todas as áreas digitais. O Instituto publica pesquisas sobre o impacto das tecnologias digitais em grandes empresas tradicionais. A equipe baseia-se na rede mundial de especialistas da Capgemini e trabalha em estreita colaboração com parceiros acadêmicos e de tecnologia. O Instituto tem centros de pesquisa dedicados na Índia, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Foi recentemente classificado #1 no mundo pela qualidade de sua pesquisa por analistas independentes.

Sobre a Capgemini

Um dos líderes globais em consultoria, serviços de tecnologia e transformação digital, a Capgemini se mantém na vanguarda da inovação, para apoiar seus clientes, de maneira abrangente, em oportunidades de nuvem, tecnologias digitais e plataformas, que estão em constante evolução. Com base em nosso sólido patrimônio de 50 anos e no profundo conhecimento específico em indústrias, apoiamos organizações na concretização de suas ambições de negócios, por meio de uma completa gama de serviços que cobrem desde a estratégia até a operação. A Capgemini tem a convicção de que o valor da tecnologia para os negócios vem das pessoas e por meio delas. Somos uma empresa multicultural de 200 mil profissionais, distribuídos em mais de 40 países. Em 2018, o Grupo Capgemini reportou uma receita global de 13,2 bilhões de euros.

22 de Maio de 2019 (06:24)

Publicação: Baguete Diário - Notícias

Jaguar tem carro elétrico no Brasil

Carro elétrico da Jaguar é uma nave. Mas também parece um sapatênis. É preciso lidar com os dois fatos. Foto: Jaguar.

A Jaguar acaba de trazer para o Brasil o seu carro elétrico, o i-Pace. Com o lançamento, o mercado brasileiro já conta com seis carros elétricos disponíveis e é possível começar a falar de uma linha de elétricos no país.

As coisas parecem avançar rápido. Meio ano atrás, o Brasil tinha apenas um modelo de carro elétrico à venda para o consumidor final. Passados seis meses, já são seis.

O BMW i3 foi o pioneiro. Na sequência, vieram o Renault Zoe, o Chevrolet Bolt e o Nissan Leaf, todos estes lançados durante o último Salão do Automóvel de São Paulo. Já as vendas do JAC IEV 40 começaram em abril deste ano.

Mas não está sendo fácil para os early adopters. O Zoe, mais barato entre os citados, parece um Sandero, mas custa R$ 150 mil, quase três vezes mais.

O Bolt e o Leaf, saem na faixa dos R$ 175 mil. Caso fossem movidos à gasolina, estariam na mesma categoria de Chevrolet Cruze, que é 65% mais barato. O JAC IEV 40 sai por R$ 153 mil e o BMW i3, por R$ 200 mil.

Nada se compara, entretanto, ao i-Pace, que está saindo pela bagatela de R$ 437 mil.

Ok, a Jaguar é uma marca de luxo e a ampla maioria dos reviews deste carro foram positivos. Acompanhei pelo Youtube o lançamento na Europa e, pelos comentários, trata-se uma nave.

Mas, pagar meio milhão por um carro que se parece com um sapatênis é coisa de maluco e reforça um argumento que eu estou com frequência: “carro elétrico é muito caro, não vai dar certo nunca".

Em 2011, quando os smartphones se popularizaram, eles custavam em US$ 348, em média. Hoje, custam US$ 214. Uma redução de 39% em menos de uma década. O mesmo fenômeno ocorreu com outros eletrônicos: rádio, TV, DVD e por aí vai. Podemos esperar o mesmo dos carros elétricos? Ao que tudo indica, sim.

As baterias são as grandes vilãs do preço. Estima-se que 40% do valor contido em um EV hoje estão nas baterias. A tecnologia do íon-lítio possibilitou o ressurgimento dos carros elétricos. Mas é, ao mesmo tempo, um fator limitante.

Apesar de ser um elemento abundante, as reservas atuais não estavam preparadas para a demanda rampante. A Panasonic, fornecedora da Tesla, já mandou avisar que está tendo dificuldades em acompanhar o aumento da demanda.

No velho continente, quem mais investe na eletrificação de frota são os alemães, que já se deram conta do pepino que é depender da Ásia para o suprimento de acumuladores de energia.

Mas então, qual é a razão do meu otimismo?

Simples: inovação.

Por exemplo, duas startups, uma na Estônia e outra na Inglaterra, desenvolveram ultracapacitores que podem resolver o problema das baterias. Ultracapacitores não as substituem, mas atuam em conjunto, fazendo com que elas tenham um rendimento superior.

Além disso, já existem em fase experimental baterias de grafeno. Estas sim têm potencial para revolucionar o mercado, já que tudo indica que serão muito energéticas e potencialmente mais baratas que as atuais.

Isso é apenas o que sabemos à luz do dia. Não só a indústria automobilística está em busca da bateria perfeita, mas também as empresas aeroespaciais, que estão de olho no mercado de drones de passageiros.

Voltando ao presente, é natural que de início somente os endinheirados se disponham a comprar um carro elétrico para se exibir para o vizinho. Toda novidade começa assim. Por outro lado, em algumas cidades, o veículo elétrico já é uma ação de saúde pública.

Assistimos pela TV a poluição de Xangai durante os jogos olímpicos. Por lá, a adoção de ônibus elétricos, ainda incipiente no Brasil, já é massiva, assim como em Shenzhen.

Ainda não sabemos quando a eletrificação de frota tomará conta das ruas e dos postos de beira de estrada do Brasil. Pode ser em 2023, 2030 ou 2040.

Porém, é muito difícil acreditar que, depois de todas as montadoras estarem se preparando para a virada para o carro elétrico e depois do Acordo de Paris, ainda sigamos respirando carbono em excesso por mais um século.

* Carlos Martins é idealizador da E-24, a primeira corrida de carros 100% elétrica do Brasil e escreve para o Baguete sobre temas relacionados com indústria automobilística e mobilidade. Confira o blog da E-24.

22 de Maio de 2019

Publicação: Agência Estado Conjuntura e Finanças

Scania fará novo aporte de R$ 1,4 bi na fábrica do ABC

A fabricante de caminhões e ônibus Scania anunciou ontem investimento de R$ 1,4 bilhão na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para o período de 2021 a 2024. Até lá, o grupo sueco vai concluir o aporte de R$ 2,6 bilhões iniciado em 2016.

A maior parte do novo montante será aplicada na modernização da fábrica - que no ano passado já foi totalmente remodelada - e na produção de veículos movidos a combustíveis alternativos, começando com gás natural (GNV) e biogás.

Segundo a empresa, o GNV tem custo de operação inferior ao diesel, além de índice de emissão de poluentes até 70% menor. A nova plataforma de produtos inaugurada no fim de 2018 também terá condições de, no longo prazo, produzir caminhões híbridos e elétricos.

De acordo com o presidente da Scania Latin America, Christopher Podgorski, um aporte de R$ 75 milhões será antecipado para criar um centro de pesquisa e desenvolvimento. "As iniciativas deixam claro o quão estratégica é nossa operação no Brasil", diz o executivo, em nota.

Hoje, a fábrica do ABC já conta com um departamento de P&D com 250 engenheiros que trabalham em parceria com a matriz do grupo. "Atualmente, por exemplo, somos os responsáveis globais pelos testes de validação de veículos em condições severas. É um claro reconhecimento da importância de estar presente na América Latina com esta área", afirma Podgorski.

Ford. O novo plano de investimento da Scania, anunciado na fábrica em evento que teve as presenças do governador de São Paulo, João Doria, e do prefeito da cidade, Orlando Morando, ambos do PSDB, ocorre num momento em que a vizinha Ford desistiu de produzir caminhões no País e colocou suas instalações à venda .

O principal interessado no negócio, o grupo brasileiro Caoa, já disse ter intenções de manter a produção de caminhões com a marca Ford e introduzir a linha Hyundai, marca coreana que a empresa produz no País sob licença, em Anápolis (GO).

"Nosso ritmo de investimento tem sido de R$ 100 milhões ao ano mas, agora, para atender as necessidades das novas tendências ligadas ao mundo do transporte, precisamos elevar esse patamar", diz Podgorski.

Segundo o executivo, a fábrica brasileira faz parte de um sistema de produção global. "Acabamos de lançar um produto embarcado com uma plataforma ligada à futuras tecnologias, e esses recursos são base para o que está por vir."

Incentivo. A Scania aguarda a publicação do decreto com detalhes sobre o programa IncentivAuto para decidir se vai aderir e, assim, ter direito a desconto do ICMS. O programa foi lançado em março com promessa de descontos progressivos de até 25% do imposto, mas até agora não foi regulamentado pelo governo do Estado.

O IncentivAuto prevê desconto do ICMS para investimentos a partir de R$ 1 bilhão e geração de pelo menos 400 vagas. A Scania emprega atualmente 4,5 mil funcionários e, segundo a empresa, não tem planos de contratações no curto prazo por estar com o quadro de pessoal adequado à demanda atual. A prefeitura de São Bernardo também oferece desconto no IPTU de até 30% para quem gerar 50 novas vagas.

A previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para o mercado de caminhões é de alta de 15% neste ano, para cerca de 88 mil unidades. A Scania projeta alta de 10% a 20% para suas vendas, que no ano passado somaram 8,6 mil unidades de modelos semipesados e pesados.

Entre as montadoras, já foi anunciado neste ano investimentos de R$ 10 bilhões pela General Motors para as fábricas de São Caetano do Sul e de São José dos Campos no período de 2020 a 2024. A Hyundai anunciou R$ 125 milhões para ampliar a capacidade produtiva da fábrica de Piracicaba de 180 mil para 210 mil unidades ao ano .

A FCA Fiat Chrysler anuncia hoje investimentos para a fábrica de Betim (MG) e Nissan e Renault estudam novos planos para as unidades de Resende (RJ) e São José dos Pinhais (PR), respectivamente.

22 de Maio de 2019

Publicação: Diario ABC - Economia

Volkswagen inaugura laboratório de protótipo virtual

A Volkswagen inaugurou ontem laboratório de protótipo virtual na fábrica Anchieta, em São Bernardo. A ideia é que a tecnologia de ponta torne reais os carros que serão lançados futuramente.

Com a novidade, será possível visualizar o interior e exterior do veículo em detalhes, e manusear suas peças, como abrir portas e capô. O investimento no laboratório integra os R$ 7 bilhões que serão aportados até 2020 para modernizar a fábrica e desenvolver produtos inclusive o CUV que sairá da linha de montagem da região até o fim do ano, e deverá se chamar Taigun.

A nova Volkswagen é movida pela inovação. Estamos utilizando recursos tecnológicos, como realidade virtual e realidade aumentada, para otimizar o desenvolvimento de novos produtos, tornando o processo ainda mais eficaz, disse o vice-presidente de desenvolvimento do produto da Volkswagen do Brasil e América do Sul, Markus Kleimann. Com o protótipo virtual estruturado em um software, as áreas de simulações dentro da engenharia do produto dão início às suas atividades em ambiente virtual para verificar segurança (crash-test), acústica, aerodinâmica, durabilidade, entre outros pontos. Os testes com veículos físicos são realizados na sequência, completou o executivo.

Em um primeiro momento, não haverá contratações. Existem atualmente 950 funcionários na área de desenvolvimento do produto, todos alocados na região. Desse efetivo, 100 foram contratados neste ano.

A Volks vai paralisar sua produção em São Bernardo a partir do dia 24 de junho, e os 4.500 trabalhadores que atuam na produção ficarão em casa por um mês. Os motivos são o volume menor de exportações para o principal parceiro comercial da montadora, a Argentina, que passa por crise econômica, e adequação da planta para receber o novo modelo.

22 de Maio de 2019

Publicação: InfoMoney - Business

Ford aposta em robôs para crescer em mercado de entrega autônoma

Digit é um androide com duas pernas semelhantes às de uma cegonha, braços capazes de transportar 18 quilos e uma câmera encrustada no tronco

(Bloomberg) -- É um robô sem cabeça em um carro sem motorista.

A Ford está em busca de uma solução para resolver o que os pesquisadores de direção autônoma chamam de “o problema dos últimos 15 metros". Se um veículo de entrega autônoma chegar em uma casa, sem seres humanos a bordo, quem carregará o pacote, sacolas ou pizza quente até a porta? Um robô, claro, poderia estar à altura da tarefa - sem necessidade de gorjeta.

No caso da Ford, a solução é o Digit, um androide com duas pernas semelhantes às de uma cegonha, braços capazes de transportar 18 quilos e uma câmera encrustada no tronco, com um sensor de radar a laser em forma de disco no topo. Poderia ser o primo sem cabeça de um droide de batalha das difamadas pré-sequências de Star Wars.

Não fique parado no passado: invista. Abra uma conta gratuita na XP.

O “case" da entrega autônoma é ainda mais atraente do que a robótica — e potencialmente mais fácil de executar. Por um lado, não há necessidade de se preocupar com a segurança dos passageiros humanos. E a ascensão das compras on-line transformou a entrega de pacotes em um mercado de enorme expansão. Basta perguntar à Amazon, que gastou US$ 27 bilhões com entregas no ano passado.

Subtraia o motorista humano da equação, e os custos de entrega poderiam cair 60% ou mais. Os benefícios poderiam estar na casa dos bilhões.

A Ford gostaria de lançar o robô entregador Digit já em 2021, juntamente com a planejada introdução de suas frotas de veículos autônomos para transportar pessoas e pacotes 24 horas por dia. "Vamos ter uma frota de veículos autônomos nas ruas, e meu objetivo é fazer com que os robôs possam estar lá e prontos ao mesmo tempo", disse Craig Stephens, diretor de controles e automação da divisão de pesquisa e engenharia avançada da Ford.

Como os seres humanos reais vão reagir a esse entregador androide é parte fundamental da pesquisa da Ford, que está apenas começando e incluirá testes no mundo real dentro das fábricas da montadora e calçadas de Dearborn, Michigan e Pittsburgh. "O Digit, na verdade, tem uma aparência muito amigável para mim", disse Stephens. A aparência "inofensiva" será "fundamental para que as pessoas possam confiar em um robô".

O Digit foi criado pela Agility Robotics, uma startup com menos de 30 funcionários e sede em Albany, estado de Oregon. O diretor de tecnologia da empresa, Jonathan Hurst, disse que até agora não observou reações negativas ao Digit ou uma versão anterior de robô sem tronco e com duas pernas tipo pistão presas a uma parte central motorizada. Os robôs foram autorizados a caminhar pela cidade.

Embora o design deva evoluir, Hurst não vê necessidade de colocar uma cabeça no robô de entrega da Ford. Na verdade, ele se pergunta se isso pode assustar mais as pessoas. "Caso se pareça muito com um animal ou um ser humano, mas que não seja exatamente isso, as pessoas podem imediatamente se revoltar", disse Hurst. "E não precisamos fisicamente de uma cabeça para nossas necessidades atuais de percepção."

Para a Ford, especializada em veículos comerciais, a entrega sem motorista tem enorme potencial. A montadora calculou o valor do mercado de robôs entregadores e entrega sem motorista em US$ 332 bilhões. "A oportunidade de negócio é grande", disse Stephens. "Os robôs serão necessários."

22 de Maio de 2019

Publicação: Diario ABC - Economia

Anúncio sobre o comprador da Ford sairá em 15 dias, segundo Doria

Segundo o governador João Doria (PSDB), anúncio sobre a situação da fábrica da Ford, em São Bernardo, deve ser feito em até 15 dias. A unidade, que mantém 2.800 funcionários, teve o fechamento anunciado em fevereiro e passa por processo de venda com ajuda do Estado para a negociação.

Posso antecipar que os entendimentos seguem positivamente e, em breve, acredito que no máximo em 15 dias, nós poderemos fazer um anúncio com uma resposta positiva em relação à Ford, disse.

O governador afirmou que há duas empresas interessadas na aquisição. Ele também destacou a ajuda do prefeito Orlando Morando (PSDB) e do SMABC (Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) no processo. E vale ressaltar os fornecedores e concessionárias da Ford da mesma maneira. Estamos seguindo o mesmo roteiro da GM, que funcionou, ao lado do IncentivAuto, que complementa esse conjunto de fatores, gera empregos e garante novos investimentos, assinalou.

A Caoa, uma das empresas que já assumiram interesse na unidade, afirmou que até o momento não houve nenhuma novidade e não teve conhecimento sobre o informado pelo governador. A Ford destacou que, neste momento, julga prematuro fazer qualquer comentário sobre esse processo.

INVESTIMENTOS - Enquanto a Ford anunciou a saída do segmento de caminhões da América Latina, razão do fechamento da planta da região, a Mercedes-Benz e a Scania já anunciaram aportes neste ano em São Bernardo. A primeira inaugurou em março linha de montagem de cabinas, com custo de R$ 100 milhões.

A Scania anunciou ontem aporte de R$ 1,4 bilhão. De acordo com o presidente e CEO da Scania na América Latina, Christopher Podgorski, o montante não foi motivado pela saída da Ford do mercado. Nossa vocação sempre foi os veículos pesados, agora com a introdução da nova geração caminhões, nós ampliamos o portfólio de produtos. Nenhuma decisão foi tomada por conta da Ford. É uma decisão particular deles, que têm outras prioridades. Nossa prioridade continua sendo a principal fábrica da Scania fora da Europa, que é a de São Bernardo, e assim continuará sendo, disse.

21 de Maio de 2019 (17:26)

Publicação: EFE - International News

Serviço Postal dos EUA começa a testar caminhões sem motorista

Washington, 21 mai (EFE).- O Serviço Postal dos Estados Unidos começou nesta semana a testar caminhões sem motoristas em uma rota de mais de 1.600 quilômetros entre os centros de distribuição das cidades de Phoenix, no Arizona, e de Dallas, no Texas.

Os testes serão conduzidos pela empresa de transporte autônomo TuSimple, que indicou que os caminhões automatizados precisarão de 22 horas para percorrer o caminho, passando por três estradas interestaduais que cruzam também o Novo México.

"É emocionante pensar que antes das pessoas poderem usar um táxi sem motorista, as cartas e pacotes poderão ser transportadas por um caminhão de condução automática", disse o fundador da TuSimple, Xiaodi Hou, em comunicado para anunciar a parceria.

"Esse programa piloto neste corredor comercial particular nos oferece casos específicos de uso para nos ajudar a validar nosso sistema, acelerar o desenvolvimento tecnológico e o progresso da comercialização", ressaltou o empresário.

A empresa fará cinco viagens de ida e volta a cada duas semanas, chegando a percorrer quase 3.400 quilômetros - distância que habitualmente exige a utilização de dois motoristas.

A TuSimple explicou que os caminhões terão um motorista e um engenheiro a bordo para supervisionar o funcionamento do sistema automático e analisar o comportamento do veículo.

O Serviço Postal afirmou que os testes são parte dos esforços da companhia para operar uma "classe futura" de veículos que terão novas tecnologias. O processo também visa garantir a segurança, melhorar o serviço, reduzir as emissões de poluentes e produzir economias operacionais para a empresa.

A parceria ocorre em um momento no qual várias empresas, como Uber, Google e General Motors, estão testando veículos sem motorista em várias cidades dos EUA. Os resultados têm mostrado a complexidade de desenvolver esse tipo de tecnologia no ambiente urbano.

A rota escolhida pelo Serviço Postal, entre dois grandes centros logísticos e em regiões de menor densidade populacional, facilita o trabalho da TuSimple por não haver a presença de ciclistas e pedestres. O comportamento de ambos é mais imprevisível para os sistemas automatizados. EFE

21 de Maio de 2019 (14:46)

Publicação: Agência IN - Caderno Setorial

Vendas no setor de pneus cai 4,8% em abril

SAO PAULO, 21 de maio de 2019 - As vendas da indústria nacional de pneumáticos em abril de 2019 caíram 4,8% em relação ao mesmo mês de 2018. O setor de reposição também anotou queda de 7,2% no mês, ao contrário das vendas para montadoras, que subiram 1,5%. No acumulado do ano, o setor registra retração de 2,7% se comparado a 2018. Os números fazem parte do levantamento setorial divulgado pela ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos).

"Seguimos na expectativa de ações concretas do novo governo, para garantir a viabilidade não só dos benefícios futuros, como também possibilitar a retomada da confiança dos investidores e, assim, fomentar o crescimento econômico do país", declara Klaus Curt Müller, presidente executivo da ANIP.

21 de Maio de 2019 (12:34)

Publicação: IDGNow! from IDG

Bosch desenvolve tecnologia que ensina táxis autônomos a voarem

Engenheiros da companhia combinaram dezenas de sensores para criar um controle universal para operar veículos com segurança

A gigante alemã Bosch anunciou que trabalha em um sensor para garantir a segurança de voos de táxis voadores. Segundo previsão da Boston Consulting Group, até o ano de 2030, pessoas em todo o mundo farão cerca de 1 bilhão em viagens de táxi aéreo.

Os primeiros táxis voadores deverão estar aptos para atuar nas principais cidades já em 2023 e a Bosch paneja desempenhar um papel de liderança na formação desse mercado futuro, afirma Harald Kröger, presidente da divisão Automotive Electronics da Bosch.

Atualmente, há uma lacuna no mercado de mobilidade que consiga entregar tecnologia acessível que possa habilitar a próxima geração de transporte aéreo. Afinal, a tecnologia aeroespacial convencional é muito cara, volumosa e pesada demais para ser usada em táxis voadores autônomos. Entretanto, segundo a Bosch, sensores modernos que são usados na condução autônoma ou no sistema ESP podem, potencialmente, preencher esta lacuna. Por esse motivo, um time de engenheiros da companhia combinou dezenas de sensores para criar uma unidade universal de controle para táxis voadores.

Como funcionam os sensores para táxis voadores

Os sensores Bosch já estão em uso em diferentes veículos, dessa forma a unidade universal de controle é projetada para determinar a posição do táxi aéreo a todo momento, permitindo o controle com precisão e segurança. Os sensores de aceleração e de taxa de guinada, que mensuram precisamente os movimentos e o ângulo dos táxis voadores, por exemplo, fornecem os dados necessários.

Ao contrário dos sistemas de sensores do setor aeroespacial atual, que custam dezenas de milhares ou mesmo várias centenas de milhares de euros, a Bosch afirma que consegue trabalhar nesta solução por uma fração deste custo. Isso porque a empresa usa sensores testados e já em uso na indústria automotiva há muitos anos. Por meio de nossa solução, nós ansiamos em tornar a aviação civil com táxis voadores acessíveis para uma ampla gama de provedores, diz Marcus Parentis, líder do time de tecnologia da Bosch e encarregado da unidade de controle de aeronaves leves elétricas.

Segundo a fabricante, seus sensores são especialmente pequenos e leves. Assim, fabricantes de táxis voadores podem instalar facilmente a caixa do sensor Bosch nos seus veículos aéreos utilizando o princípio plug-and-play.

Estamos conversando com fornecedoras de táxis aéreos dos setores aeroespacial e automotivo, assim como startups que constroem veículos aéreos e que estão procurando fornecer serviços de compartilhamento, afirma o executivo da Bosch. A questão não é se os táxis voadores se tornarão realidade, mas quando."

21 de Maio de 2019 (12:34)

Publicação: Canal Executivo - Notícias

Tecnologia para ônibus autônomo está em estudos na região de Curitiba

A zona metropolitana de Curitiba (PR) foi escolhida para estudar o sistema VIA Mobile 360 ADAS, desenvolvido pela VIA Technologies, utilizado em ônibus autônomos. Os testes com a tecnologia começaram no ano passado na China, onde um ônibus tem circulado. Outros países, como Colômbia e Peru, também tem estudado o 360 ADAS. A VIA Technologies diz que também faz análises envolvendo serviços delivery e que algumas empresas brasileiras já estão interessadas.

A expectativa é que o mercado de veículos autônomos ganhe mais força nos próximos anos. Em 2017, eram 350 veículos do tipo no mundo, mas o número deve chegar a 190 mil em três anos. Projetado e construído pela montadora chinesa Enchi Auto, o ônibus elétrico autônomo Enchi Self Driving EV Bus trafega pelas ruas da unidade da companhia em Huzhou, na China.

O VIA Mobile 360 ADAS é o sistema que possibilita ao veículo trafegar sem um condutor humano. Ele é capaz de captar imagens de tudo o que acontece ao redor do EV Bus, interpretá-las e compará-las a outras informações enviadas por outras fontes. Quatro câmeras externas possibilitam a captura de uma visualização de 360 graus ao redor do veículo. O maior diferencial, porém, é o ADAS (Advanced Driver Assistance Systems), sensor localizado na dianteira do ônibus que, dotado de vídeo analítico, identifica e interpreta todas as variáveis envolvidas na condução, como distanciamento das faixas de rolagem, limite de velocidade da via e interpretação dos semáforos (se estão vermelhos ou verdes) e da sinalização.

Os dados são combinados a outros recebidos de outras fontes, como a geolocalização via GPS, e encaminhados à central do veículo, uma plataforma big data que define os comandos que farão o veículo ter uma reação adequada e instantânea em cada situação.

O sistema autônomo de condução utiliza algoritmos avançados para, por exemplo, a partir dos dados recebidos do ADAS, manter o veículo a uma distância segura dos demais, trafegar a uma velocidade pré-estabelecida ou adotar um modo segurança quando há pedestres próximos da via.

Se há um afastamento das faixas, o sistema corrige a rota imediatamente. Caso surja um obstáculo, o veículo para sozinho e retoma o movimento assim que possível. Dados como localização, trajeto, paradas programadas, velocidade e status dos principais componentes aparecem, em tempo real, em uma tela localizada no interior do ônibus, para que os passageiros possam saber tudo o que está acontecendo. O sistema também identifica o número de passageiros e quando alguém quer descer ou entrar no ônibus, para que o veículo realize os comandos adequados.

21 de Maio de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

Restaram dois interessados na Ford Taboão

São Bernardo do Campo, SP - É possível que em junho as negociações envolvendo Governo do Estado de São Paulo, Ford e possíveis interessados na fábrica do Taboão, em São Bernardo do Campo, tenham, enfim, um desfecho. O governador João Doria afirmou na terça-feira, 21, que o total de interessados caiu de três empresas para duas.

Sem citar os nomes das companhias que seguem no páreo acrescentou que acredita em um desfecho nas próximas semanas. “Os entendimentos seguem positivamente e no máximo em quinze dias poderemos fazer um anúncio de uma resposta positiva com relação à Ford. Duas empresas estão interessadas e com condições de adquirir a unidade. Estamos procedendo da mesma maneira como fizemos com a General Motors, envolvendo a montadora, a cadeia e o sindicato na negociação".

Doria indicou que estão sendo levados em consideração na possível negociação com os interessados na fábrica do Taboão os termos do IncentivAuto, o programa de fomento à indústria automotiva instalada no Estado, anunciado neste ano: “O programa deve ajudar a tornar viável o fechamento do negócio. É um fator considerado, assim como os termos apresentados pelos fornecedores e pelo sindicato dos metalúrgicos".

Grupo Caoa e Foton admitiram interesse na fábrica paulista. No caso da empresa brasileira, há interesse em produzir automóveis na unidade de SBC, conforme informou Carlos Alberto de Oliveira Andrade, seu fundador, a Paulo Guedes, ministro da Fazenda, na primeira quinzena de maio. No caso da Foton, representantes da empresa foram à China com o propósito de buscar recursos para o negócio. Os dois casos, no entanto, ainda não avançaram.

Está projetado também para os próximos quinze dias a finalização do texto que define as regras do IncentivAuto. De acordo com Henrique Meirelles, secretário estadual da Fazenda, estão sendo analisadas as métricas que definirão a concessão dos incentivos, que incidem, segundo o decreto publicado em março pelo governo, no ICMS das vendas futuras das montadoras. Até o momento, General Motors, Toyota e Scania anunciaram investimentos para os próximos anos em São Paulo.

21 de Maio de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

Protótipos na Volkswagen agora são virtuais

São Paulo - A Volkswagen inaugurou seu Laboratório de Protótipo Virtual na unidade Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, onde a equipe de engenharia de protótipos ganhará tempo - e economizará recursos - para desenvolver os próximos lançamentos. Isso porque os protótipos, agora, ganham forma por meio de tecnologias como realidade virtual e realidade aumentada.

Funciona da seguinte maneira: o design e a engenharia de produto mandam as informações para a equipe de desenvolvimento de protótipo virtual, que fica encarregada de jogar o projeto nos softwares. Segundo a empresa, em comunicado, “as imagens são tão perfeitas que é possível visualizar texturas, cores, vãos e encaixes com precisão máxima".

Assim, operando o programa pelo computador, o pessoal da engenharia faz testes de segurança, incluindo crash-tests, acústica, aerodinâmica, durabilidade, dentre outros. Já a equipe de design pode, por meio de um cockpit de visualização - uma carroceria com chassi, bancos, painel e volante sem acabamento -, conferir todos os pormenores do interior, como cores, texturas e botões.

Além dos óculos de realidade virtual, que ajuda a mesclar os ambientes físico e virtual, as equipes visualizam o modelo por meio de telões e projetores instalados na sala.

21 de Maio de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

Campanha do Peugeot 2008 brinca com o real e o virtual

São Paulo - A campanha publicitária do SUV Peugeot 2008 entrou no ar na segunda-feira, 20, buscando provocar o consumidor altamente conectado - que é um dos alvos da empresa, que oferece central multimídia com espelhamento em smartphone no utilitário esportivo.

O filme de 45 segundos cria, a todo o tempo, conexões do mundo virtual com o real. Ao perguntar, por exemplo, ao sistema do veículo o que assistir à noite os ocupantes do carro recebem como resposta ver o céu.

Segundo a diretora de desenvolvimento de negócios da Peugeot, Alessandra Souza, a comunicação busca despertar o consumidor para descobrir a vida além das plataformas digitais - o tema da campanha é Descubra a Resposta nas Estradas:

“A estratégia de canais contará com grande visibilidade online e off-line, trazendo a marca de volta para o horário nobre da TV aberta".

21 de Maio de 2019 (08:57)

Publicação: Fator Brasil - Automotivo

Bridgestone equipa o novo suv totalmente elétrico da Audi

Forte colaboração entre as empresas transformou a Bridgestone no fornecedor de pneus número um da Audi.

A Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, foi escolhida para se juntar à Audi em uma nova jornada, o lançamento de primeiro utilitário esportivo totalmente elétrico, o Audi e-tron. As duas empresas estabeleceram uma lista de demandas que destacam as especificações do novo modelo, desde a sua espetacular aceleração até o conforto e silêncio do veículo, garantindo a máxima segurança e sem qualquer queda no desempenho. A Audi escolheu a Bridgestone como fornecedora de equipamento original para seis modelos de pneus do aro 19 para o 21, sendo quatro medidas de verão e duas de inverno.

Velocidade e Segurança " Impulsionado por dois motores elétricos, o Audi e-tron tem aceleração incrível: alcança 100 km/h em menos de 6 segundos. Essa característica, imediatamente, estabeleceu a necessidade de pneus com excelente contato para garantir uma direção de alto nível e excelente desempenho de frenagem. A Bridgestone forneceu o pneu de verão Alenza 001 especialmente projetado para SUVs, que conta com uma estrutura de bloco que otimiza o contato com a estrada para melhorar a resposta de direção nas curvas e a estabilidade ao dirigir em linha reta. Este pneu conquistou a nota A, segundo os critérios de etiquetagem, para aderência em piso molhado, o melhor do mercado.

Para as condições de inverno, a Bridgestone forneceu o Blizzak LM 001 por sua segurança nas curvas e direção confiável em estradas molhadas, secas, geladas, lamacentas e com neve. O pneu combina um composto com alto teor de sílica com a tecnologia Nano Pro-tech da Bridgestone para garantir excelente aderência.

"tima resistência ao rolamento para uma autonomia ideal " A autonomia é uma das características mais importantes de qualquer veículo totalmente elétrico. Isto só é possível com um baixo nível de resistência ao rolamento " atributo no qual o pneu Bridgestone conquistou a nota A segundo os critérios de etiquetagem, melhor nota da categoria na União Europeia. Os pneus funcionam perfeitamente com o e-tron e permitem viajar 400 km com uma única carga de abastecimento elétrico. Eles também oferecem um excelente desempenho em relação ao desgaste e são uma excelente resposta às demandas e habilidades do e-tron totalmente elétrico em relação ao prazer e experiência ao dirigir.

O som do silêncio " A Audi é uma marca sin'nimo de luxo e conforto. Como o e-tron é seu primeiro veículo elétrico, a Audi quis enfatizar as diferenças que a plataforma elétrica traz. Assim como o motor quase silencioso, a Audi incorporou janelas com vidro duplo e à prova de som e selos especiais no design para permitir aos motoristas escutar o silêncio do motor. Compreendendo exatamente o que a Audi pretendia alcançar, a Bridgestone prop's o uso de sua tecnologia B-Silent como mais um meio para minimizar o ruído nos veículos: os espaços ocos dentro do pneu são preenchidos para reduzir o eco, enquanto suas paredes e estrutura são reforçadas para minimizar a vibração e a reverberação do movimento dos pneus na superfície da estrada.

Satisfação e orgulho " O fornecimento dos vários pneus Bridgestone aprovados como equipamento original para o Audi e-tron totalmente eléctrico é um exemplo da forte colaboração entre a Bridgestone e a Audi, que transformou a Bridgestone no fornecedor de pneus número um da Audi. "Estamos muito satisfeitos por termos sido escolhidos pela Audi para fornecer pneus como equipamento original para o seu primeiro veículo totalmente elétrico", disse Mark Tejedor, vice-presidente de equipamentos originais da Bridgestone EMEA. A Audi criou um veículo inovador, ambientalmente correto que oferece um conforto de condução incrível. Por isso, é natural esta parceria com pneus Bridgestone que oferecem as mesmas características. Em uma indústria em rápida transformação, onde os veículos estão se tornando cada vez mais conectados, aut'nomos, compartilhados e elétricos, a Bridgestone oferece novas soluções e tecnologias que respondem aos desafios mais exigentes dos fabricantes de automóveis, graças aos investimentos em P & D, completa Tejedor.

21 de Maio de 2019 (07:45)

Publicação: Fator Brasil - Turismo

Movida e Sem Parar anunciam parceria inédita no aluguel de carros

Consumidores terão o primeiro serviço de aluguel com a tecnologia de pagamento contactless do Brasil.

São Paulo " A Movida e o Sem Parar anunciam uma parceria inédita no Brasil para oferecer aos seus clientes o primeiro serviço de aluguel de carros com a tecnologia de pagamento contactless em pedágios e estacionamentos. O projeto implantará a solução nos 96 mil veículos da Movida, distribuídos em mais de 99 cidades em todos os estados. A expectativa é que, até o final de 2019, todos os carros disponibilizados nas 187 lojas da marca operem com o Sem Parar como default, gerando mais de 250 mil transações por mês.

"Diariamente buscamos soluções que contribuam para dar mais conforto e comodidade ao nosso cliente. Neste sentido, esta parceria com o Sem Parar está alinhada com a nossa meta, otimizando tempo e melhorando a experiência do consumidor com o carro e a marca", comenta Jamyl Jarrus, diretor executivo de Rent a Car da Movida.

O projeto já teve início especificamente no segmento de gestão e terceirização de frotas, com a implantação dos adesivos em 500 carros de seis empresas que contrataram o serviço. Neste caso, as vantagens são ainda maiores, pois centralizam os gastos, como pedágios, estacionamentos e eventualmente, até combustível, em um único parceiro, junto com o pagamento da locação. Desta forma, o gestor elimina, por exemplo, os processos de solicitação e de pagamento de reembolsos.

A parceria vai oferecer ainda mais comodidade aos consumidores, já que eles terão acesso ao pagamento automático em 100% das rodovias brasileiras e em mais de 1.000 estacionamentos do país. "Nosso maior foco é inovar para melhorar a vida das pessoas. Nascemos no pedágio e, ao longo dos últimos anos, estamos crescendo muito rápido em estacionamentos de shoppings, aeroportos e centros comerciais. Queremos deixar a experiência do nosso cliente cada vez mais fluída para que ele ganhar tempo e aproveitar melhor a sua vida", conta Fernando Yunes, CEO do Sem Parar.

Além disso, o acordo entre as empresas traz outros benefícios ao consumidor, uma vez que a taxa de administração do serviço será cobrada apenas nos dias em que houver utilização do adesivo, com um limite de cobrança mensal equivalente a uma mensalidade do Sem Parar. E seguindo o perfil de inovação e qualidade de atendimento da Movida, todo o processo é automático e o cliente recebe o analítico da cobrança por e-mail.

Segundo o Sem Parar, a entrada em um novo segmento de mercado e a ampliação do portfólio de soluções urbanas marcam mais um passo da empresa no compromisso de sempre inovar e oferecer a melhor opção de pagamento para os consumidores. "Essa parceria, além de agregar mais valor para nossos clientes, aumenta a conveniência que é a principal meta de ambas as marcas", completa o executivo do Sem Parar.

"Este lançamento mostra mais uma vez o pioneirismo da Movida no setor de aluguel de carros. Estamos melhorando a mobilidade do nosso cliente, diminuindo o tempo que ele leva para se deslocar; e tudo isso, utilizando a tecnologia mais nova disponível no mercado", comenta Renato Franklin, CEO da Movida.

A Movida vem revolucionado a locação no Brasil, conquistando clientes de primeiro aluguel e rompendo o estigma de preços altos e muita burocracia. Conhecida por ser uma empresa que valoriza a prestação de serviço, a marca oferece a todos os clientes diferenciais como as diárias de 27 horas na devolução e o Carbon Free, que neutraliza a emissão de carbono da locação por meio do plantio de árvores.

A Movida Aluguel de Carros " A Movida é uma empresa de soluções inovadoras em mobilidade urbana para todo tipo de necessidade. Pioneira em oferecer serviços como aluguel mensal para pessoa física, wi-fi no carro, pré-pagamento e chatbox nas redes sociais, foi a primeira locadora do País a ir além do carro e incluir o aluguel de bicicletas e triciclos elétricos, ajudando a revolucionar o setor de locação no Brasil. Antenada aos novos tempos, investe em sustentabilidade e, ainda hoje, é a única locadora brasileira com um programa como o Carbon Free, que neutraliza as emissões de CO2 das locações dos seus clientes.

Desde 2006 no mercado, a Movida passou a fazer parte do Grupo JSL em 2013 e abriu capital em fevereiro de 2017. Com perfil inovador aliado a forte governança corporativa, suas as ações têm apresentado consistente valorização e mais R$ 3,8 bilhões já foram captados no mercado. Atua tanto no varejo, com aluguel de carros e venda de seminovos, como no mercado corporativo, com a terceirização de frotas para empresas. Após investimentos de aproximadamente R$ 6,8 bilhões em sua frota nos últimos três anos, conta, atualmente, com uma frota de mais 95 mil veículos, 187 lojas de aluguel de carros e 64 de seminovos. ' www.movida.com.br

O Sem Parar " Empresa pioneira no mercado de pagamento automático de pedágios, estacionamentos e abastecimento no Brasil. O Sem Parar permite que seus 5,5 milhões de clientes tenham à disposição a maior cobertura em rodovias pedagiadas no Brasil, mais de 650 postos de combustível, mais de 1.000 estacionamentos de shoppings, aeroportos, universidades e centros comerciais, em 13 Estados. O Sem Parar dispõe de diversos planos, que se encaixam no perfil de cada cliente e podem ser adquiridos em mais de 2.500 pontos de venda.'www.semparar.com.br

A Fleetcor " É a líder global no fornecimento de soluções para pagamento comercial. A companhia fornece as melhores soluções para ajudar seus clientes a ter uma excelência no controle da segurança no pagamento de serviços como abastecimento, pedágio, acomodações, entre outros. Priorizando soluções de pagamentos pela internet, a Fleetcor proporciona incremento de vendas aos seus parceiros. A empresa está presente na América do Norte, América Latina, Europa e Australasia (região que compreende a Austrália, Nova Zelândia, Nova Guiné, Ilhas no Pacífico Sul e Oceania).

21 de Maio de 2019

Publicação: Jornal Correio Braziliense

Ford faz maior reestruturação desde a crise de 2008

» Jaqueline Mendes

São Paulo — O recente anúncio de fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, parece ter sido um prenúncio de dias tensos na montadora americana em todo o mundo. Em e-mail distribuído na manhã de ontem pelo presidente global Jim Hackett, a companhia anunciou que vai extinguir 7 mil empregos, o que representa cerca de 10% de sua força de trabalho no setor administrativo — no mais agressivo processo de reestruturação desde a crise de 2008, que quase levou as fabricantes de automóveis de Detroit à falência.

O texto do chefão da Ford admite que a companhia está sob pressão para se adequar às evoluções tecnológicas e afirma que o setor automotivo, em geral, está próximo da saturação. Com os cortes e integração de departamentos, a Ford calcula que economizará mais de US$ 600 milhões por ano. Grande parte das demissões será concluída até sexta-feira nas operações dos Estados Unidos, Canadá e México. Até o fim de agosto, outros mercados passarão pelo facão da matriz, incluindo China, Europa e América do Sul, região que tem o Brasil como principal praça .

“Para ter sucesso em nosso competitivo setor e posicionar a Ford para vencer em um futuro de rápidas mudanças, precisamos reduzir a burocracia, capacitar gerentes, acelerar a tomada de decisões, focar no trabalho mais valioso e cortar custos", escreveu Hackett. “A Ford é uma empresa familiar e dizer adeus aos colegas é difícil e comovente".

Os investidores têm observado com atenção o processo de reestruturação da montadora. Neste ano, as ações da Ford acumulam valorização de 34%. Hackett afirma que o processo de demissão vai tentar preservar o chão de fábrica e os funcionários que ganham menos. O foco é eliminar mais de 20% dos cargos de gerentes de alto escalão. Além de reduzir custo, o objetivo, segundo ele, é reduzir a burocracia e agilizar a tomada de decisões no grupo. De acordo com uma fonte ouvida pela reportagem da Bloomberg, a medida também inclui congelamento de cerca de 2,3 mil vagas, a maioria nos Estados Unidos.

As demissões devem reduzir a estrutura administrativa da Ford em 20% e simplificar o número de camadas organizacionais de 14 para nove ou até menos, disse Hackett. Os cortes de empregos ficaram bem abaixo das 25 mil demissões previstas por um analista do Morgan Stanley no ano passado. Nos Estados Unidos, a montadora vai demitir 800 funcionários, sendo 500 esta semana, segundo um porta-voz da montadora. Em 25 de abril, a Ford tinha 196 mil funcionários em todo o mundo em relação aos 202 mil no fim de 2017.

O anúncio de ontem não surpreendeu. Em outubro, a Ford já havia enviado um alerta de demissões, reforçando a necessidade de uma reestruturação global de US$ 11 bilhões. Outras mudanças estão focadas no desenvolvimento de produtos, como a criação de uma equipe de arquitetura e design de veículos e maiores investimentos em informação e entretenimento, desenvolvimento de software e eletrificação. No início de abril, Ford, GM e Toyota disseram estar formando um consórcio para ajudar a elaborar padrões de segurança para carros autônomos que poderiam definir regulamentações nos Estados Unidos.

As demissões de agora acontecem em um ambiente em que as montadoras globais tentam se adaptar às preferências dos consumidores por crossovers e SUVs e menor demanda por sedãs, queda nas vendas e alto custo de eletrificação de seus modelos para atender às restrições de emissões de gás mais rígidas em mercados como China e Europa.

General Motors, Volkswagen e Jaguar Land Rover, da Tata Motors, também estão eliminando milhares de empregos como reflexo das profundas transformações em curso na indústria automotiva e da mudança de perfil dos consumidores. Segundo especialistas, o processo está apenas no começo.

22 de maio de 2019

Publicação: Automotivebusiness

Pirelli e Embrapii desenvolvem pneu mais durável

Projeto busca novo aditivo capaz de manter a temperatura da borracha mais baixa

REDAÇÃO AB

A Pirelli e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) se uniram para aumentar a durabilidade dos pneus. O projeto busca um novo aditivo a ser misturado à borracha durante a etapa de produção do pneu.

Essa substância é formada por material particulado e microencapsulado capaz de manter mais baixa a temperatura do pneu e com isso reduzir seu desgaste prematuro.

Os testes com o aditivo estão sendo feitos no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para avaliação de desempenho. “O projeto pode trazer ganhos relevantes para a durabilidade”, afirma o pesquisador do IPT, Renato Gavioli. O início da produção dos pneus com a tecnologia ainda não tem data definida e depende de testes de avaliação de desempenho.

A Embrapii é uma organização vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações e tem um modelo próprio de investimento em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltado a demandas da indústria.

21 de maio de 2019

Publicação: automotivesbusiness

Continental prepara novo investimento no País

Aporte será anunciado para a divisão Contitech, que produz correias e outros itens de borracha

MÁRIO CURCIO, AB | De Várzea Paulista (SP)

A Continental vai anunciar em curto prazo um novo investimento no Brasil. Será na divisão Contitech, que produz correias e outros itens de borracha em duas unidades, Itapevi (SP) e Ponta Grossa (PR). A informação foi adiantada pelo presidente e CEO da empresa para a América do Sul, Frédéric Sebbagh, durante a inauguração da linha de produção do controle eletrônico de estabilidade (ESC) em Várzea Paulista.

“Investimos nos últimos cinco anos mais de R$ 1 bilhão em novos produtos”, recorda Sebbagh.

O executivo recorda que a localização de mais itens de segurança como o ESC aguarda definições da Câmara Temática de Assuntos Veiculares do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), como sistemas de frenagem autônoma e para auxiliar o motorista a manter o veículo na faixa de rolamento.

Além das três unidades citadas a Continental tem outras três fábricas, a de pneus em Camaçari (BA), outra para rádios e tacógrafos em Guarulhos (SP) e outra em Salto (SP), esta para a produção de sensores de motor. A companhia emprega 6,5 mil trabalhadores no País. O faturamento da Continental em toda a América do Sul aumentou 5% em 2018 sobre o ano anterior e Sebbagh espera repetir esse crescimento em 2019.

21 de maio de 2019

Publicação: automotivebusiness

Continental nacionaliza ESC, controle eletrônico de estabilidade

Empresa investiu R$ 23 milhões em nova linha e contratações em Várzea Paulista

MÁRIO CURCIO, AB | De Várzea Paulista (SP)

A Continental inaugurou em sua fábrica de Várzea Paulista (SP) uma linha dedicada à produção de sistemas de freio ABS com controle eletrônico de estabilidade ESC. A nacionalização resulta de um investimento de R$ 23 milhões entre modernização da fábrica e contratações. O equipamento de segurança se tornará obrigatório a partir de 2020 para novos projetos de veículos até 3,5 mil quilos. E terá de equipar todos os modelos produzidos a partir de 2022 que se enquadrem nessa categoria.

A nova linha ainda opera em dois turnos. Com três, a capacidade instalada sobe a 700 mil unidades por ano. Será ampliada para 900 mil em 2020 e poderá chegar a 1,2 milhão de unidades por ano em 2021, o que depende de novos investimentos.

A localização do equipamento abre espaço para a oferta de outros recursos eletrônicos nacionalizados, como frenagem autônoma de emergência (AEB), piloto automático capaz de frear e reacelerar (ACC), monitoramento da pressão dos pneus (TPMS) e freio de estacionamento com atuação elétrica para veículos com tambor traseiro em vez de disco.

A empresa já fornecia localmente o ESC como item importado para montadoras como Fiat, Ford, Honda, Hyundai, General Motors, PSA e Volkswagen, entre outras, e passa agora a entregar o equipamento nacionalizado.

“A localização traz sempre vantagem para os clientes, sobretudo agora com a alta do dólar”, afirma o presidente e CEO da Continental para a América do Sul, Frédéric Sebbagh.

Sebbagh recorda que os componentes utilizados no ESC nacional são trazidos da Alemanha, China e México. A linha de produção também foi fabricada na China. A Continental começou a produzir o sistema ABS no Brasil em 2013 e o projeto para a nacionalização do ESC teve início em 2017. Segundo a Continental, o controle eletrônico de estabilidade consegue reduzir em 72% as capotagens e 49% as fatalidades em caso de perda de controle do veículo.

20 de maio de 2019

Publicação: automotivebusiness

Volvo vende 120 ônibus à Santa Brígida

Empresa se antecipa à licitação das linhas da capital com veículos de 12 metros e carroceria Caio

REDAÇÃO AB

A Volvo vendeu para a Viação Santa Brígida 120 ônibus. Os veículos com chassi B250R vão operar em linhas da região Noroeste da cidade de São Paulo. Eles começam a rodar no início do segundo semestre, quando a nova licitação das linhas da capital já deverá estar em vigor.

Os novos ônibus de 12 metros receberam carrocerias Caio. A empresa Santa Brígida tem atualmente 230 unidades do B250R e está entre as maiores operadoras urbanas a utilizar esse chassi. “É o modelo ideal para cidades como São Paulo e outras que precisam de veículos de 12 m com baixo custo operacional”, afirma o presidente da Volvo Buses Latin America, Fabiano Todeschini.

O B250R é oferecido em versões de piso alto ou baixo e, segundo a fabricante, se destaca pelo motor com alto torque e baixo consumo de diesel. Recebe freios a disco e tecnologia I-Coaching, que orienta o motorista a economizar combustível.

Ele também é preparado para ativação do Volvo Fleet Management, serviço de conectividade que monitora cada veículo em tempo real e detecta antecipadamente a necessidade de manutenções ou de treinamento de motoristas para melhorar sua forma de dirigir.

Também é possível ativar o serviço de gerenciamento de Regiões de Segurança, que utiliza a conectividade para reduzir automaticamente a velocidade perto de escolas, hospitais e dentro de terminais, por exemplo.

20 de maio de 2019

Publicação: automotivebusiness

ZF comprará empresa especializada em software de reconhecimento de pessoas

Ferramenta é item chave para o desenvolvimento da segurança de ocupantes na direção autônoma

REDAÇÃO AB

A ZF informa que planeja comprar 90% das ações da Simi Reality Motion Systems, empresa alemã especialista em software de reconhecimento de pessoas por meio de sistemas 3D baseados em imagens para gravação e análise de movimentos humanos. Este tipo de conhecimento é item chave para o desenvolvimento de sistemas de reconhecimento de ocupantes, considerado um dos elementos fundamentais para garantir a segurança em direção autônoma.

Com o novo negócio, a ZF prevê ampliar sua competência em sistemas de segurança de ocupantes, tais como cintos de segurança, airbags e sistemas de direção.

“Esta é exatamente a área na qual queremos nos tornar mais fortes com o nosso investimento na Simi Reality Motion Systems, com o intuito de oferecer sistemas de segurança integrados, a partir de uma única fonte”, afirma em nota o head de segurança integrada da ZF, Norbert Kagerer.

O desenvolvimento de novos conceitos de interior para direção autônoma inclui a possibilidade de novas posições dos assentos, uma vez que o motorista pode abrir mão da responsabilidade de conduzir o veículo, parcial ou completamente. Em veículos do futuro, o ocupante poderá mover seu assento para trás ou incliná-lo além do permitido atualmente. Para proteger os ocupantes nestas posições não convencionais, os sistemas do veículo devem ter a posição exata dos ocupantes, seu tamanho e localização.

“Nossa experiência atual se baseia nos conhecimentos adquiridos em áreas como medicina e esportes de alto desem penho. Este investimento da ZF nos permitirá utilizar este conhecimento de forma mais efetiva para a indústria automotiva, e aproveitar mais rapidamente as oportunidades de crescimento”, afirma o fundador e diretor geral da Simi, Andreas Ruß, que após a aquisição pela ZF< passará a responsabilidade da empresa para seus dois filhos Philipp e Pascal.

Com 35 funcionários, a Simi foi fundada em 1992 e atualmente conta com mais de 1 mil sistemas em uso no mercado global.

20 de maio de 2019

Publicação: automotivebusiness

Multittech nomeia Fabrício Cardinali como diretor técnico

Engenheiro será o responsável pelos laboratórios e testes na área de engenharia experimental e segurança veicular

REDAÇÃO AB

A Multittech, empresa de engenharia, nomeou Fabrício Cardinali para assumir o cargo de diretor técnico. Ele será o responsável pelos laboratórios e testes nas áreas de engenharia experimental e segurança veicular do techcenter localizado em Holambra (SP).

O engenheiro consolidou sua carreira na FCA Fiat Chrysler, onde acumulou 17 anos de trabalho. Liderou o desenvolvimento de produtos e projetos nas áreas de interiores (acabamentos internos e externos), carroceria e segurança veicular passiva. Também foi responsável pela segurança veicular e estratégia da empresa na região da América Latina com a coordenação de projetos para construção do safety center na região, criando equipe e conhecimento para simulação biomecânica aplicada à segurança dos ocupantes, calibração de airbag entre outros.

Cardinali também foi coordenador do Grupo de Testes e Impactos da AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) no biênio 2015/2016.

Graduado em Engenharia Mecatrônica, o executivo é mestre em Engenharia Mecânica pela PUC-Minas e especializado em Engenharia Automotiva pela Universidade Federal de Santa Catarina.

20 de maio de 2019

Publicação: automotivebusiness

GM anuncia nova arquitetura eletrônica veicular

Futura base para carros elétricos e autônomos estreia no fim do ano e estará na maioria dos veículos da montadora até 2023

REDAÇÃO AB

A GM anunciou nos Estados Unidos o lançamento de uma arquitetura eletrônica para veículos futuros. Ela foi criada para tornar viáveis novos modelos e servirá de base para carros elétricos e autônomos. A estreia ocorre até o fim de 2019 no Cadillac CT5.

Ainda de acordo com a General Motors, até 2023 essa nova arquitetura vai equipar a maioria dos modelos produzidos pela fabricante. A adoção começa por veículos mais caros e servirá para redução de acidentes.

Outra vantagem da nova arquitetura será permitir atualizações remotas pela internet, de forma a possibilitar novas funções e recursos. Ainda de acordo com a General Motors, a arquitetura é capaz de processar até 4,5 terabytes de dados por hora.

“Nossa nova arquitetura servirá de suporte a inovações futuras, inclusive para tornar os carros elétricos e autônomos mais acessíveis”, afirma o presidente mundial da GM, Mark Reuss.

20 de maio de 2019

Publicação: automotivebusiness

Renault terá novo diretor de engenharia para região Américas

Antonio Fleischmann assumirá o cargo em 1º de junho no lugar de Pascal Moulinier

REDAÇÃO AB

A Renault passará a contar com um novo diretor de engenharia para a região Américas: Antonio Fleischmann será o novo responsável pelo centro de engenharia da empresa na região (RTA, Renautl Tecnologia Américas). Ele sucederá Pascal Mouliner, que terá outra função no Grupo Renault.

Em seu novo cargo, Fleischmann responderá hierarquicamente ao presidente da Renault nas Américas, Luiz Fernando Pedrucci, e também ao vice-presidente executivo e diretor mundial de engenharia da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, Gaspar Gascon.

“Tenho grande orgulho de anunciar a promoção de mais um líder brasileiro, com a chegada de Antonio Fleischmann ao comitê de direção da Região Américas. Ele está no Grupo Renault há quase 20 anos, durante os quais demonstrou suas competências e forte comprometimento em relação à empresa”, comenta em nota o presidente da Renault para a região Américas, Luiz Fernando Pedrucci.

O executivo ingressou na Renault em 2000, como líder de produto para os chassis dos modelos Mégane e Scénic no Mercosul. Ao longo de sua carreira na montadora, desempenhou sua função em diferentes cargos até ser nomeado vice-presidente de projetos da região Américas no RTA, em 2016.

O RTA é formado por uma equipe de quase 1 mil engenheiros e é um dos centros de tecnologia da Renault no mundo. Inaugurado em 2007, é responsável pelo desenvolvimento de veículos que atendem as necessidades dos mercados da América Latina.

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