30 de outubro de 2019

Publicação: Valor economico

Conselhos da Fiat Chrysler e da PSA se reunirão para tratar da fusão

Encontro deve delinear os termos das negociações que podem criar um grupo com valor de mercado de mais de 44 bilhões de euros

Por Arash Massoudi e David Keohane, Financial Times — Financial Times, de Londres e Paris

Os conselhos da francesa PSA, dona da Peugeot, e da Fiat Chrysler Automobiles vão reunir-se nesta semana para avaliar planos de uma fusão integral entre as duas montadoras europeias.

Os dois lados deverão divulgar um memorando de entendimento delineando os termos das negociações, que podem criar um grupo combinado com valor de mercado de mais de 44 bilhões de euros, segundo fontes a par das discussões.

As companhias estudam definir a Holanda como sede do grupo combinado, um local considerado neutro e onde a Fiat Chrysler já tem domicílio.

Várias fontes disseram que uma possível estrutura seria uma fusão inteiramente em ações, na qual o executivo-chefe da PSA, Carlos Tavares, comandaria a empresa e o John Elkann, da família italiana Agnelli, controladora da FCA - se tornaria o presidente do conselho de administração.

“John Elkann vem tentando desde sempre fazer uma fusão”, disse uma fonte. Outra disse que as discussões entre Tavares e Elkann foram sendo interrompidas e retomadas ao longo de todo o ano. Eles se afastaram durante a tentativa de fusão da Fiat Chrysler com a Renault, mas as negociações foram retomadas mais recentemente.

No acumulado desde janeiro, as ações da PSA vêm apresentando desempenho muito superior às da Fiat Chrysler, o que fortalece a posição de negociação da empresa francesa e lhe dá vantagem adicional nas conversas com a Exor, veículo familiar de Elkann e principal acionista na montadora italiana.

As duas empresas deverão ressaltar a lógica industrial da fusão, dada a complementaridade geográfica da empresa francesa e da ítalo-americana.

A combinação do grupo permitiria reduzir custos administrativos e de produção. Também há esperança de que possam ser obtidas outras economias nos contratos de compra com fornecedores e nos investimentos em bens de capital necessários para atualizar-se diante das transformações da indústria automotiva, que não precisariam ser duplicados.

As fontes, no entanto, alertaram que fusões automotivas estão entre as mais difíceis em aprovar, em vista dos vínculos emocionais com as empresas, do ego dos executivos do setor e dos problemas em alinhar vários acionistas influentes.

França

O Estado francês, dono de 12% da PSA e que foi apontado como culpado por derrubar a tentativa de fusão com a Renault, comunicou nesta quarta-feira de manhã que vai estar “particularmente vigilante quanto à preservação da base industrial” e à “governança da nova entidade”.

Uma fonte considera menos provável que o Estado francês seja um obstáculo à fusão entre PSA e Fiat Chrysler, em parte pelas lições aprendidas com a tentativa de acordo da Renault e em parte porque o Estado acredita que as montadoras precisam de mais escala para sobreviver em um cenário cada vez mais complicado.

Analistas do banco suíço UBS estimaram que “a fusão poderia render sinergias anuais de 3 bilhões a 6,6 bilhões de euros, equivalente a entre 25% e 55% do lucro combinado projetado para 2020”.

Max Warburton, da Bernstein, fez alertas sobre a possível fusão. “É óbvio que a PSA não oferece nenhuma sinergia nos EUA e bem pouco na América Latina. Colocar a PSA e a FCA [Fiat Chrysler Automobile] juntas na China também não resolve grande coisa: somar dois erros não produz um acerto. Um acordo não faz nada para mudar as perspectivas da Maserati e da Alfa”.

“O foco vai ser a Europa - onde poderia haver a combinação de linhas de produtos de baixa escala, trens de força e futuros investimentos em veículos elétricos”, acrescentou.

As ações das duas montadoras subiram nesta quarta-feira, depois de terem confirmado as negociações, noticiadas primeiramente na terça à tarde.

As ações da PSA subiam 6%, para 26,46 euros pela manhã em Paris, o que lhe dava um valor de mercado de 24 bilhões de euros. Os papéis da Fiat Chrysler avançavam 9%, para 12,89 euros, conferindo-lhe valor de mercado de 20 bilhões de euros. (Colaborou Archie Hall, de Londres)

30 de outubro de 2019

Publicação: Valor Economico

Lucro da Volkswagen sobe 42%; Brasil tem melhor desempenho e Argentina recua

Avanço refere-se ao terceiro trimestre; no acumulado do ano até setembro, alta é de 17%, puxada especialmente pelo desempenho das vendas no mercado brasileiro

Por Raquel Brandão, Valor — São Paulo

Lucro da Volkswagen sobe 42%; Brasil tem melhor desempenho e Argentina recua Lucro da Volkswagen sobe 42%; Brasil tem melhor desempenho e Argentina recua

O lucro líquido da fabricante de carros alemã Volkswagen cresceu 42% no terceiro trimestre de 2019, para 3,79 bilhões de euros, na comparação ao mesmo período de 2018. No acumulado do ano até setembro, o avanço é de 17%, puxado especialmente pelo desempenho das vendas no Brasil.

No Brasil, a montadora reportou crescimento de 17,6% nas vendas de carros de passeio e de 40,9% nos veículos comerciais no acumulado de janeiro a setembro. “No Brasil, a recuperação da demanda por veículos continua crescente, garantindo um índice de crescimento elevado”, diz o relatório de resultados da montadora. A Volkswagen explica que a demanda brasileira por caminhões avançou fortemente nesse período, impulsionando as vendas na América do Sul, mesmo com a queda de volumes na Argentina. A venda de ônibus também cresceu substancialmente no Brasil.

A receita global da montadora alemã avançou 11,26% no terceiro trimestre, para 61,42 bilhões de euros. Nos três meses encerrados em setembro, o número de veículos entregues subiu 1,1%, para 2,64 milhões de unidades. A produção cresceu 6,7%, para 2,55 milhões de unidades.

Apesar do resultado positivo no terceiro trimestre, a empresa cortou a previsão de vendas de veículos em 2019 no mundo, afirmando que “espera que o crescimento da economia global seja lento” no ano.

A empresa, que anteriormente estimava algum avanço anual nas vendas de carros, agora espera que 2019 não supere 2018. A Volkswagen manteve, porém, a meta para receita e espera que esse indicador cresça 5% na comparação anual.

Argentina

A deterioração da situação macroeconômica na Argentina derrubou a demanda por carros de passeio e veículos comerciais no país, disse a Volkswagen em seu relatório de resultados de janeiro a setembro de 2019.

Enquanto a demanda no Brasil começa a mostrar sinais de recuperação, ainda que a velocidade da retomada da economia seja lenta, as vendas no mercado argentino despencaram, de acordo com a montadora alemã.

No acumulado de 2019, as vendas de carros de passeio na Argentina caíram 41,8% em relação ao mesmo período de 2018, para 57,45 mil unidades. Embora não detalhe o número de vendas de veículos comerciais no mercado argentino, a empresa afirma que uma “queda dramática no volume de registros” de caminhões foi observada no país.

Em toda a América do Sul, a venda de veículos de passageiros manteve-se praticamente estável, avançando somente 0,5%, para 403,6 mil unidades, no acumulado do ano até setembro. A venda de veículos comerciais cresceu 24,7%, para 43,4 mil unidades.

Ainda de acordo com a Volkswagen, as vendas a revendedores foram afetadas pela menor demanda na Argentina, ao lado de China e Turquia. Em nove meses terminados em setembro, essas vendas caíram 1,7%, para 7,98 milhões de veículos.

30 de Outubro de 2019 (15:01)

Publicação: Abril - Veja.COM

Ford fecha fábrica em São Bernardo; relembre os carros feitos no Brasil

A fábrica da Ford em São Bernardo do Campo encerra suas atividades nesta quarta-feira 30, depois de mais de meia década de operações. Na planta do ABC paulista, inaugurada em 1967, a companhia americana produziu uma série de modelos marcantes, que atravessaram gerações, como Landau, Belina, Maverick, Corcel e Escort, entre outros.

30 de Outubro de 2019

Publicação: Diario ABC - Economia

Doria lamenta encerramento da Ford em São Bernardo, mas segue acreditando em negociações

O governador João Doria (PSDB) lamentou o encerramento das atividades da Ford, em São Bernardo, que acontece hoje. A montadora norte-americana vai demitir 650 trabalhadores do chão de fábrica e findar a produção de caminhões na unidade. De acordo com o tucano, as negociações com ao grupo brasileiro Caoa, que já assumiu interesse em comprar a unidade, continuam.

É do privado para o privado. O governo não tem interferência, ele estimula, aproxima, indica. Mas, uma fábrica privada só pode ser vendida para uma (outra empresa) privada, é uma relação direta entre a Ford do Brasil e a Caoa. A Ford, determinadamente como tinha anunciado, encerra hoje o período dos últimos 650 funcionários da fábrica, disse a jornalistas, em evento na Capital.

Apesar do fechamento das portas da fábrica, ainda sem definição de um comprador, Doria mostrou otimismo com a transação entre a Caoa e a Ford. Nós lamentamos bastante, mas continuamos acreditando em um entendimento que poderá a vir e esses profissionais e também os que foram dispensados (1.200 desde o início do ano) ao longo dos meses, possam ser recolocados nesta mesma fábrica ou em outra. Nós estamos incentivando muito o setor automotivo e teremos novidades, possivelmente até o fim do ano, mas desejamos muito que o entendimento entre a Ford, a Caoa ou outro comprador possa ser feito, afirmou o governador.

Na sexta- feira, em agenda em São Bernardo, Doria revelou que considera a entrada de empresas chinesas nas negociações como um plano B, caso as tratativas com a Caoa não evoluam. A planta da região chegou a manter 12 mil empregos em 1987 e fabricou modelos como o Corcel, o Del Rey e o Escort XR3, no início do ano tinha 2.800 trabalhadores. (com informações de Miriam Gimenes)

29 de Outubro de 2019 (13:58)

Publicação: Baguete Diário - Notícias

GM investe R$ 1,9 bilhão em Joinville

GM vai fabricar mais motores em Joinville. Foto: GM.

A GM do Brasil acaba de investir R$ 1,9 bilhão na sua fábrica de motores de Joinville, quadruplicando a área ocupada, além de modernizar a planta.

Com equipamentos atualizados para o modo de produção da chamada indústria 4.0, a planta terá sua capacidade de produção aumentada de 147 mil para 410 mil motores de combustão interna por ano.

A nova linha produzirá principalmente motores 1.0 turbo que equipam os modelos da série Onix, que é modelo é líder de vendas absoluto no mercado brasileiro há quatro anos consecutivos.

Entre as inovações, estão estações robotizadas, sistema autônomo de movimentação de materiais, sistema de monitoramento de processo através de câmeras, testes elétricos dos motores, gerenciamento de estoque e programação através de software conectado com a cadeia de suprimentos.

A unidade de Joinville conta agora com 90 robôs operando um sistema integrado. Todas as peças são monitoradas pelo seu número serial.

"Isso significa que podemos realizar o rastreamento de todas as peças de qualquer motor em tempo real, o que garante muito mais qualidade e precisão ao processo de fabricação", comenta Luiz Fernando Duccini, gerente geral da fábrica.

A GM já possuía a fábrica de motores em Joinville operando desde 2013, com área passível de expansão.

Por uma questão estratégica, decidiu-se investir nesta unidade. Fatores como mão de obra qualificada do local pesaram na decisão. Apenas motores de combustão interna serão produzidos.

A GM fabrica motores e carros elétricos no exterior, mas informou ao Baguete que não tem planos para produzir elétricos no Brasil.

Na mesma semana em que inaugurou a planta modernizada de Joinville, a GM foi ultrapassada pela Tesla em valor de mercado nos Estados Unidos.

É a primeira vez na história que uma montadora de carros elétricos assume o posto de número um naquele país.

* Carlos Martins é idealizador da E-24, a primeira corrida de carros 100% elétrica do Brasil e escreve para o Baguete sobre temas relacionados com indústria automobilística e mobilidade. Confira o blog da E-24.

29 de Outubro de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

FCA e PSA conversam sobre possível fusão, diz jornal

São Paulo - Após fracassar a tentativa de fusão com a Renault a FCA, Fiat Chrysler Automobiles, mantém conversas com outra companhia francesa, o Grupo PSA, segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal na terça-feira, 29, citando fontes próximas à negociação.

Os moldes são parecidos ao infrutífero movimento do primeiro semestre: uma união de ações que geraria, nas contas do jornal, uma multinacional de US$ 50 bilhões em valor e o quarto maior grupo automotivo do mundo, atrás do Grupo Volkswagen, Toyota e a Aliança Renault Nissan Mitsubishi.

No ano passado Fiat, Chrysler, Jeep, Dodge, RAM, Peugeot, Citroën, DS e Opel, as nove marcas do eventual novo grupo, comercializaram 8,7 milhões de unidades.

Segundo a fonte do WSJ há, inclusive, possível definição com relação à diretoria: o CEO seria Carlos Tavares, do Grupo PSA, com John Elkann, presidente do conselho da FCA e da família Agnelli, na mesma posição da eventual nova companhia.

No Mercosul a combinação de operações somaria seis unidades produtivas: Betim, MG, Goiana, PE, e Córdoba, Argentina, da FCA, além da fábrica de motores em Campo Largo, PR, e Porto Real, RJ, e El Palomar, Argentina, do Grupo PSA.

29 de Outubro de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

AutoData propõe discussão: o futuro do carro elétrico no Brasil.

São Paulo -- Empresa mais tradicional na avaliação estratégica dos rumos da indústria automobilística brasileira há 27 anos AutoData está organizando um novo seminário para a segunda-feira, 25 de novembro, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo, propondo discussão que promete abalar as estruturas mais conservadoras do setor automotivo: o que acontecerá a partir da inevitável chegada do carro elétrico?

O evento, batizado de Brasil Elétrico - O Inevitável Engajamento do Setor Automotivo Brasileiro na Eletrificação Global da Mobilidade, promete esmiuçar todos os desdobramentos dessa grande ruptura mercadológica que acontecerá a partir da eletrificação automotiva no Brasil e no mundo. Será que o bicho é tão ameaçador quanto parece?

Com a responsabilidade editorial que define a trajetória de AutoData ao longo das últimas décadas esse seminário abrirá a discussão para todos os elos da cadeia automotiva. Participarão das palestras e dos debates executivos de montadoras, importadoras de veículos, sistemistas, empresas de autopeças, concessionários e entidades ligadas ao setor, como Anfavea, Sindipeças, Fenabrave, ABVE, AEA e SAE.

Jamais se viu um caldo de discussão tão poderoso, em virtude das empresas e dos nomes envolvidos, bem como da sua diversificação, à medida que algumas empresas já trabalham pelo sucesso do carro elétrico, ao passo que algumas outras estão convictas de que ele demorará para embalar no mercado nacional.

“Como observador privilegiado desse setor eu diria que há um bom tempo não vejo um tema tão polêmico", disse Márcio Stefani, publisher de AutoData e responsável pela organização do evento. E é por este motivo que AutoData abraçou a realização desse seminário. Nós também estamos curiosos para saber o que o carro elétrico significará para o meio automotivo brasileiro."

Já estão confirmadas as presenças de representantes de peso do setor, como Carlos Zarlenga, presidente da GM, Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças, Fabrício Biondo, vice-presidente da Anfavea, Sérgio Habib, do Grupo SHC e JAC Motors, Besaliel Botelho, da Bosch, José Maurício Andreta, da Fenabrave, Adalberto Maluf, da BYD, e muitos outros.

29 de Outubro de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

Traton e Hino criam joint-venture

São Paulo - O Grupo Traton e a Hino Motors, detentores de parceria estratégica no setor automotivo, criaram a joint- venture Hino & Traton Global Procurement, que será usada para aumentar a sinergia global de compras das duas empresas. A joint-venture será responsável pela compra única de uma ampla gama de peças e componentes que são usados pelas duas empresas e que atualmente são comprados separadamente.

Com a parceria as duas empresas também aumentam sua base de fornecedores.

Yoshio Shimo, presidente e CEO da Hino Motors, disse que a empresa já tratou com a Traton a expansão dessa joint-venture para outras áreas que também podem unir forças. O Grupo Traton é dono de 51%, a Hino Motors ficou com os outros 49% e a joint-venture terá escritório em Munique, Alemanha, e em Tóquio, Japão.

29 de Outubro de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

GM perdeu US$ 3 bilhões com greve de quarenta dias

São Paulo - A greve promovida por funcionários da General Motors nos Estados Unidos, que durou quarenta dias e terminou na sexta-feira, 25, custou US$ 3 bilhões. A paralisação da produção acarretou a redução dos ganhos em US$ 2,00 por ação na bolsa de valores de Nova York. A empresa informou, ainda, que cerca de 300 mil unidades deixaram de ser produzidas no período em que as linhas estiveram paradas. A GM reportou que seu lucro líquido no terceiro trimestre caiu 8,7% com relação ao ano anterior, para US$ 2,3 bilhões.

29 de Outubro de 2019 (10:00)

Publicação: Agência AutoData - Notícias

BMW inaugura loja em shopping em São Paulo

São Paulo - A BMW inaugurou sua primeira pop-up store no País, no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, na quarta-feira, 30, que funcionará como uma plataforma de experiência da marca. Segundo a companhia no local os clientes convidados e público em geral poderão conhecer o novo Série 7 híbrido, que chegará a rede de concessionárias em breve.

Na loja, que tem mais de 200 m² e foi inspirada na unidade de conceito de Paris, também será exposto o BMW Série 8 M850i, que será oferecido para test-drive, junto com o novo Série 3 e o i3 -- a cada semana um concessionário será responsável por oferecer esse serviço. O local ainda conta com um bar e café e produtos de lifestyle.

29 de Outubro de 2019 (07:59)

Publicação: Fator Brasil - Energia

WEG vai produzir motores elétricos de baixa tensão na Índia

A nova unidade, prevista para entrar em operação em 2021, será construída no mesmo parque fabril onde a WEG já possui uma fábrica e vai empregar aproximadamente 320 novos colaboradores.

A WEG está iniciando o projeto de instalação de uma nova fábrica de motores elétricos de baixa tensão em Hosur, na Índia. Com investimentos de aproximadamente US$ 20 milhões, a fábrica terá 13.000 metros quadrados de área construída e capacidade para produzir até 250.000 motores por ano, atingindo potencias até 355 kW.

Além da produção de motores elétricos de baixa tensão, a unidade terá também serviços engenharia de desenvolvimento e aplicação de produto, vendas e assistência técnica para atender aos clientes deste mercado.

Segundo Luis Alberto Tiefensee, diretor superintendente da WEG Motores, a nova fábrica vai facilitar a penetração da companhia no mercado de motores de baixa tensão na Índia e ampliar a participação no mercado local que apresenta boas oportunidades. Além de aumentar o nosso portfólio de produção localizada na Índia e fortalecer a capacidade de distribuição, vamos conseguir entrar num mercado bastante promissor, mantendo o nosso padrão de qualidade, tanto nos produtos quanto no atendimento. Estamos fortalecendo cada vez mais a nossa presença como Global Player em motores elétricos de baixa tensão, explica.

A nova unidade, prevista para entrar em operação em 2021, será construída no mesmo parque fabril onde a WEG já possui uma fábrica de motores de indução e geradores síncronos e assíncronos de média e alta tensão, e vai empregar aproximadamente 320 novos colaboradores.

A WEG iniciou suas atividades na Índia em 2011, com a inauguração de uma fábrica com 32 mil metros quadrados de área construída em uma área de 170 mil metros quadrados. A unidade atende a Ásia, Oriente Médio, África e Oceania, e emprega 800 colaboradores no país.

29 de Outubro de 2019

Publicação: Logweb - Notícias

Fábrica da Volkswagen Caminhões e Ônibus abre inscrições para Formare

De 28 a 31 de outubro, o Consórcio Modular vai receber interessados em participar do Formare, programa social apoiado pela Volkswagen Caminhões e Ônibus, Maxion, Meritor, Kroschu, Carese, Aethra, Remon e Powertrain e JSL. O foco é a formação profissional de jovens entre 17 e 18 anos que estejam cursando o terceiro ano do ensino médio e tenham renda familiar per capita de até meio salário mínimo.

Após inscrição, os candidatos passarão por processo de seleção para participarem de um curso de operador de montagem de produto durante um ano. Os selecionados terão aulas teóricas e práticas de segunda à sexta- feira, ministradas por cerca de 130 colaboradores voluntários. Uma iniciativa idealizada pela Fundação Iochpe e realizada a quatro décadas, o curso é aprovado e certificado pelo Ministério da Educação (MEC).

O programa Formare oferece, além de formação de excelente qualidade, uma oportunidade única de integração ao mundo do trabalho. Os alunos poderão conhecer as diversas carreiras disponíveis e conversar com profissionais de todas as áreas da empresa. A prova do sucesso desse modelo educacional pode ser vista no percentual de 90% de aproveitamento desses jovens e o alto índice de aprovação em universidades, comenta Lineu Takayama, vice-presidente de Recursos Humanos da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

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